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segunda-feira, 14 de março de 2011
Como funcionam os esquemas de desvio de recursos na gestão pública
Cássio apoiará reeleição de RC em 2014 e defende Agra na desapropriação do Aeroclube
Ex-governador acredita que STF possa lhe garantir mandato de senador
“Estarei
coeso no projeto de reeleição de Ricardo. Não vou contribuir para que a
Paraíba volte a viver um instante de fracionamento politico que não
interessa a maioria da nossa gente” – disse o ex-governador Cássio
Cunha Lima em entrevista Exclusiva ao Portal “Fatospb”, do jornalista
Joanildo Mendes, quando indagado se iria disputar o Governo com o atual
governador em 2014. Ele falou ainda da expectativa sobre a decisão do
STF sobre seu mandato e disse apoiar a decisão da Prefeitura na questão
da retirada do aeroporto do Bessa.
Cássio - Acreditar no Estado de Direito, crer na Constituição Federal não é jogar no escuro. Numa verdadeira democracia ninguém pode ser punido duas vezes pela mesma razão. Não lutei apenas por um mandato, mas sim por uma causa. Luto e lutarei sempre pela soberania popular.
- Qual será seu futuro político, caso a decisão do STF não lhe seja favorável. O Sr. Vai apoiar o atual governador numa eventual reeleição ou o seu partido terá chapa alternativa? (Fernando Andrade/Supervisor de trânsito)
Cássio - Confio firmemente numa decisão favorável no STF, portanto meu projeto político é cumprir integralmente o mandato que o povo me confiou e apoiar as iniciativas do Governador Ricardo Coutinho, oferecendo minha colaboração para o sucesso do Governo dele e consequentemente o da Paraíba.
- O Sr. admite a possibilidade de vir a disputar, no futuro, a cadeira de governador com o Ricardo Coutinho? (Breno Eduardo/ Estudante).
Cássio - Já manifestei em varias ocasiões minha posição sobre esta questão. Estarei coeso no projeto de reeleição de Ricardo. Não vou contribuir para que a Paraíba volte a viver um instante de fracionamento politico que não interessa a maioria da nossa gente.
- Desde 1930 que a Paraíba tornou-se polarizada. Agora, essa polarização tomou conta do carnaval. Até quando iremos suportar essa “lapinha”? (Reginaldo Marinho/ Inventor)
Cássio - Tenho procurado oferecer minha contribuição para que esta página seja virada. Na parte superior da entrevista você encontrará gestos claros nesta direção.
EIS A ENTREVISTA
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Por que resolveu jogar no escuro e praticamente entregar o mandato para
Wilson Santiago, quando poderia garantir a vaga pro PSDB substituindo o
seu nome pelo de Silvia Cunha Lima? (Antônio Mariano/Poeta)Cássio - Acreditar no Estado de Direito, crer na Constituição Federal não é jogar no escuro. Numa verdadeira democracia ninguém pode ser punido duas vezes pela mesma razão. Não lutei apenas por um mandato, mas sim por uma causa. Luto e lutarei sempre pela soberania popular.
- Qual será seu futuro político, caso a decisão do STF não lhe seja favorável. O Sr. Vai apoiar o atual governador numa eventual reeleição ou o seu partido terá chapa alternativa? (Fernando Andrade/Supervisor de trânsito)
Cássio - Confio firmemente numa decisão favorável no STF, portanto meu projeto político é cumprir integralmente o mandato que o povo me confiou e apoiar as iniciativas do Governador Ricardo Coutinho, oferecendo minha colaboração para o sucesso do Governo dele e consequentemente o da Paraíba.
- O Sr. admite a possibilidade de vir a disputar, no futuro, a cadeira de governador com o Ricardo Coutinho? (Breno Eduardo/ Estudante).
Cássio - Já manifestei em varias ocasiões minha posição sobre esta questão. Estarei coeso no projeto de reeleição de Ricardo. Não vou contribuir para que a Paraíba volte a viver um instante de fracionamento politico que não interessa a maioria da nossa gente.
- Os seus aliados estão
satisfeitos com o tratamento que estão recebendo do governador que o
Sr. ajudou a eleger? (Joanildo Mendes/jornalista)
Cássio - O Governo possui suas instâncias para gerenciar
eventuais insatisfações que por ventura sejam manifestadas. Já disse em
outras entrevistas que não formamos uma aliança, Ricardo e eu, em bases
fisiológicas. Temos projetos comuns para o desenvolvimento da Paraíba.
- Como o Sr. viu a atitude
da Prefeitura de João Pessoa em demolir a pista do Aeroclube da
Paraíba? (Abelardo Jurema/Colunista Social)
Cássio - O Aeroclube prestou e
prestará sempre grandes serviços a Paraíba. Mas é claro que o local
para seu funcionamento já não é o mais apropriado diante do crescimento
da cidade e pelas óbvias questões de segurança. Melhor prevenir do que
remediar. Além do mais esta não será a primeira mudança de local de um
aeródromo. No passado nosso aeroclube funcionava nas proximidades do
Grupamento de Engenharia e com o crescimento da cidade teve que ser
deslocado, como acontece agora. O Aeroclube pode perfeitamente
funcionar em outro local. A questão é que partidarizaram o debate, como
tem sido praxe na Paraíba, o que exigiu por parte da Prefeitura uma
reação enérgica. A nota publicada pelo Aeroclube antes da demolição da
pista foi uma declaração de guerra, um desafio a autoridade do Prefeito
Luciano Agra, que agiu com força e vigor, mas rigorosamente dentro da
Lei. Espero que o diálogo seja retomado e uma solução negociada seja
encontrada.
- O que o Sr. acha da
polêmica PEC 300? A insistência que Ricardo Coutinho teve até agora em
não querer se reunir com os policiais militares pode gerar uma onda de
protestos mais fervorosos em todo o Estado? (Sanderli Segundo/Estudante
de Biblioteconomia)
Cássio - Em absoluto. Tanto é que a greve já foi encerrada.
- O Sr. Está preparando
mesmo o seu filho Diogo Cunha Lima para ser candidato a prefeito de
Campina Grande? (Ricardo Castro/Colunista Social)
Cássio - Diogo sequer é filiado.
Vamos deixar este debate para 2012. Claro que ele pode tempestivamente
se filiar. Mas acho que o tema da sucessão municipal deve ficar para
2012.
- O Sr. apoia ou apoiaria o
ingresso do filho na política, tendo em vista que nos últimos anos têm
sofrido uma perseguição branca da Justiça? (Fábio Cardoso/Jornalista)
Cássio - Não me sinto perseguido pela Justiça, apesar dos equívocos das decisões que cassaram meu mandato.- Desde 1930 que a Paraíba tornou-se polarizada. Agora, essa polarização tomou conta do carnaval. Até quando iremos suportar essa “lapinha”? (Reginaldo Marinho/ Inventor)
Cássio - Tenho procurado oferecer minha contribuição para que esta página seja virada. Na parte superior da entrevista você encontrará gestos claros nesta direção.
- O Vereador é para o
município, o Deputado Estadual é dos municípios para o Estado, o
Deputado Federal é dos estados para Brasil e o Senador do Brasil para o
Brasil como um todo! Qual será o principal projeto, para os
brasileiros, do Senador Cássio Cunha Lima, quando sair vitorioso no
STF? (Onaldo Mendes/Jornalista)
Cássio - Lutarei pelas reformas tão
necessárias para que o nosso País continue crescendo de maneira
sustentável e cobrarei a dívida que o Brasil tem com a Paraíba para que
aqui chegue um investimento estruturante que modifique nosso patamar
econômico. Cícero sobre Hervázio: "A política separa irmãos"
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Sobre a chegada da parlamentar, Cícero confirmou a
garantia de que a dissidência do partido não tomará o controle para fazer uma
composição com o prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PSB), apesar do apoio
já declarado ao socialista pelo vice-governador da Paraíba, Rômulo Gouveia
(PSDB):
- O que atraiu Eliza [ao PSDB] foi a proposta. Queremos
resgatar a humanização da Prefeitura. É uma ideia que tem força para quem é
do bem. Eliza está sempre preocupada com os que mais precisam, solidária com
quem não está sendo atendido pela prefeitura. Temos uma grande identificação.
Temos a tranquilidade de ser oposição. Estamos vendo os problemas que estão
pipocando na cidade. Com a aproximação da eleição, isso vem à tona. O PSDB
tem experiência administrativa. Com certeza vamos ter candidato a prefeito de
João Pessoa.
A respeito de Hervázio Bezerra, o senador não escondeu a
mágoa pessoal e o descontentamento político pela postura definida pelo
vereador:
- Pelo amigo que sou de Hervázio, eu lamento porque ele
fez mal a ele mesmo. Independente da questão política. O povo é quem vai
julgar. Eu acho que ele agiu errado.
Ao ser indagado sobre o desejo de Hervázio de manter o
afeto, apesar do distanciamento político, a resposta do senador foi a
seguinte:
- O meu desejo também é esse. Mas, a política às vezes
separa irmãos. Não estou dizendo que vou me separar dele, mas ele vai
conviver com pessoas cuja prática não concordávamos. Não sei como ele vai
conseguir conciliar nossa relação de afeto com aqueles que no passado falavam
de mim e dele
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Leia a matéria e entendam como se apoia um Governo ou não?
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Lindolfo minimiza cotação da esposa para Secretaria de
Saúde
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- Não conversei com o governador sobre isso. Não fiz qualquer gestão. Isso é especulação. Foi uma divulgação que não partiu de mim - assegurou o democrata em entrevista ao Parlamentopb. Lindolfo, que recentemente se submeteu a uma cirurgia por causa de uma crise de apendicite, garantiu que já está prontamente restabelecido e retomará suas atividades profissionais esta semana, quando deve sair o resultado de seu questionamento à Mesa Diretora sobre a formação das comissões na Casa: - Acreditamos que até terça-feira já tenhamos um parecer sobre nosso questionamento porque trata-se de um claro descumprimento, por parte da oposição, do regimento da Assembleia. O bloco oposicionista havia sido formado com três partidos. Quando viu que a situação tinha feito um blocão, à época com 19 deputados, porque hoje já temos mais, os adversários do Governo resolveram diminuir para dois partidos, para conseguir ganhar a CCJ e a Comissão de Economia, mas isso vai contra o regimento porque a formação de um bloco vale para a toda a legislatura. Para cumprir o regimento, nossa solicitação deve ser atendida. O líder do Governo também comentou a reclamação feita pelo deputado Aníbal Marcolino (PSL), que é ferrenho opositor do Governo, mas foi indicado para as comissões na cota da bancada aliada: - Se Aníbal tem alguma queixa, que ele a faça ao presidente nacional de seu partido, que decidiu, em ata publicada, pela aliança com o Governo do Estado. Da mesma forma, votou a executiva estadual. Quem decide é o partido. O impasse gerado pela formação das comissões deve ser resolvido já no início da semana para que o deputado Manoel Ludgério (PDT) possa se licenciar do cargo e assumir a Secretaria de Desenvolvimento e Articulação Municipal, cargo para o qual foi nomeado na semana passada. Com a saída do pedetista do legislativo estadual, o tucano Hervázio Bezerra assume a vaga e passa a integrar o bloco governista na Assembleia. |
Kassab antecipa discussão da reforma política ao planejar criação de novo partido para sair do DEM
Prefeito de São Paulo aproveita brecha na lei da fidelidade partidária para criar o PDB
Para especialista, qualquer político terá de deixar DEM para ter futuro
O jeito encontrado foi aproveitar a janela na lei que permite que o político troque de sigla desde que ele saia para uma nova legenda. Nos bastidores, está tudo pronto para a fundação do PDB até agosto deste ano. Especula-se que a criação do partido seria uma estratégia para que, em seguida, ele se junte ao PSB do governador Eduardo Campos (PE).
Com a tática de fundar um partido dormitório de esquerda, Kassab evitaria os comentários causados por sua transferência do DEM (um partido de direita) para o PSB, sigla com um “S” de “socialista” no meio.
Quando as negociações de Kassab vazaram para a imprensa e o DEM percebeu que seria inútil segurá-lo, alguns caciques do partido começaram a dizer o que pensam sobre o colega. O deputado federal Onyx Lorenzoni (RS) foi a plenário no começo de março para chamar a nova sigla de Kassab de “Partido da Boquinha”. Em seguida, ACM Neto (BA) disse que criar um partido “para, logo depois, promover atos de fusão” com o PSB é um “liberou geral, um adesismo oportunista”.
O diretor acadêmico da Fesp (Fundação Escola de Sociologia e Política), Aldo Fornazieri, diz que, fiel ao DEM ou não, Kassab está fazendo o que a legislação permite para sair de um partido que está afundando.
- O projeto original do DEM, que era representar uma direita mais ideológica, se inviabilizou. Há muitas divergências dentro do partido. É legítimo que as pessoas que queiram ter um futuro político queiram deixar o DEM.
A cientista política da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), Maria do Socorro, concorda e lembra que não há tanta incoerência no fato de Kassab acabar no PSB, esse sim, um partido que mudou.
- O PSB mudou seu conceito como partido. Ele está muito próximo do DEM. Como o Paulo Skaf [presidente da Fiesp - Federação das Industrias do Estado de São Paulo] um “representante do capital”, para usar um termo marxista, pode ter sido o candidato a governador do PSB no ano passado? Não é nada estranho a ida do grupo do Kassab para o PSB. Os políticos do PSB eleitos nos últimos anos representam cada vez menos os trabalhadores e cada vez mais o agronegócio, a indústria e o setor de serviços.
AEROCLUBE - Cássio sai em defesa de Agra e diz: “É melhor prevenir que remediar”
O tucano lembrou que esta não é a primeira vez que um aeródromo muda de local. “No passado, nosso aeroclube funcionava nas proximidades do Grupamento de Engenharia e com o crescimento da cidade, teve que ser deslocado, exatamente como acontece agora”, frisou.
Para Cássio Cunha Lima, o que houve foi uma partidarização. “Infelizmente, essa é uma prática comum na Paraíba, partidarizaram a questão, o que exigiu por parte da Prefeitura Municipal uma reação enérgica”, disse.
“A nota publicada pelo Aeroclube antes da demolição da pista foi uma declaração de guerra, um desafio a autoridade do Prefeito Luciano Agra, que agiu com força e vigor, mas rigorosamente dentro da Lei. Espero que o diálogo seja retomado e uma solução negociada seja encontrada”, finalizou.
A nova marca de Dilma
Inspiração no governo anterior
A marca mantém algumas características da Era Petista entre 2003/2010, comandada pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (do mesmo partido dela), mas com um perfil próprio. Destaca o verde-e-amarelo como cores da Pátria e enfatiza a meta central da presidenta, que é o esforço para acabar com a miséria no País.
O ex-logotipo de Lula
Muita gente acha a logomarca de Dilma muito melhor que a do Governo Lula (acima, na ilustração abaixo da logo anteriormente citada), que – criada pelo marqueteiro baiano Duda Mendonça – era considerada por alguns especialistas no assunto como sendo muito apapagaiada, parecida mais com uma bandeirinha de festa junina no interior do Estado, bumba-meu-boi ou Carnaval.
Mensagem de cada um
Lula: “Brasil, um País de Todos”. Dilma: “Brasil, País Rico é País sem Pobreza”. Fundamentalmente, ambas querem dizer a mesma coisa, principalmente que a luta principal dos dois presidentes é combater a desigualdade e que a justiça social vem em primeiro lugar, nos planos econômico, político e administrativo. O slogan de Dilma vai direto ao assunto, enquanto o de Lula é bem mais genérico.
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