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domingo, 15 de maio de 2011
Modo Petista: Em Governador Valadares todos os alunos estudam em tempo integral
Todos os 24 mil alunos da rede pública municipal de Governador Valadares, em Minas Gerais, estão em turno integral - 8 horas no ensino fundamental e 10 horas na educação infantil. A prefeita Elisa Costa, com justa razão, se enche de orgulho quando fala na educação “para reduzir a desigualdade e fazer as transformações sociais”. A prefeita aposta que o turno integral vai trazer resultados bem concretos: “reduzir a violência, diminuir a evasão escolar, promover um verdadeiro programa de segurança alimentar para nossas crianças, reduzindo a desnutrição e garantindo uma aprendizagem de mais qualidade.”
Elisa Costa considera fundamental ter princípios muito
claros: governar para todos, com inclusão social, e com participação popular,
ampliando espaços de cidadania para a população. No caso da moradia, por
exemplo, a prefeita implantou o programa Minha Casa, Minha Vida e já está
construindo mil unidades, de forma a enfrentar o déficit habitacional e gerar
emprego com as obras. Além disso, a prefeitura petista investe em alternativas
econômicas que melhoram o desempenho das pequenas e médias empresas, criem
espaços para a juventude, para as mulheres e ainda promovam políticas de
igualdade racial. (Chico Daniel - Portal do PT)
Ricardo orienta secretários a ‘tratar bem’ os deputados estaduais, revela líder
Lindolfo revela que governador já determinou que pleitos de
deputados sejam atendidos
O excesso de técnicos no governo Ricardo Coutinho (PSB)
gerou alguns problemas de relacionamento
entre secretários e deputados da base aliada do governo no inicio da gestão. A
falta de jeito no tratamento com os políticos era a principal reclamação. Mas,
segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual,
Lindolfo Pires (DEM), garantiu em entrevista ao WSCOM Online que este tempo já
passou.
De acordo com o deputado, após algumas reclamações no inicio
do governo, o próprio governador determinou aos secretários que os pleitos dos
parlamentares sejam tratados como prioridades.
“Acredito que os secretários vão atender a determinação do
governador”.
Pires revelou ainda que outra reunião com toda bancada
governista com o governador deve acontecer até o final do mês. “Será mais uma
rodada de conversações onde alguns ajustes que precisarem ser feitos, serão”,
declarou.
Acumulada, Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 9 milhões na próxima quarta-feira (18)
Ontem (14), nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 1.283 e o prêmio acumulou. Os números sorteados na ocasião, em Diamantina (MG), foram: 08 - 30 - 40 - 44 - 59 - 60.
Ao todo, 57 bilhetes acertaram a quina e devem levar R$ 31.085,32 cada um. Outras 4.333 apostas levaram a quadra e ganharão R$ 584,17 cada.
A Mega-Sena realiza sorteios duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. As apostas devem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio. A aposta mínima --seis números-- custa R$ 2.
Deputado Campinense apela para ter apoio de Veneziano nas eleições em 2012 e revela: jamais ele vai deixar de apoiar o nosso nome!
O deputado estadual Guilherme Almeida (PSC) revelou durante entrevista nesta sexta-feira (13) acreditar em ter o apoio do prefeito de Campina Grande Veneziano Vital (PMDB) nas eleições em 2012 e fez um apelo ao aliado.
"Jamais ele vai deixar de apoiar o nosso nome e nossa trajetória de luta!", pontuou.
No entendimento de Guilherme, a decisão final está se 'afunilando' e revelou acreditar que o palanque de 'Vené' terá mais de um candidato.
"São vários partidos que compõe o arco de aliança do prefeito Veneziano: o PT, o PMDB, o PSC e outros partidos e cada um vai trabalhar a respectiva candidatura e quem trabalhar para consolidar a postulação!", confidenciou.
UNIÃO COM A FAMÍLIA RIBEIRO: Guilherme lembrou o movimento Acorda Campina!em 1996 que tinha o senador Vitalzinho (PMDB) como vice de Enivaldo Ribeiro e usou uma frase de José Américo de Almeida.
"Voltar é a arte de renascer e ninguém se perde na volta!", lembrou.
Igreja negocia com os conservadores para impor nova derrota à ultradireita católica .
A fragmentação dos partidos da direita no país empurra uma parcela significativa do eleitorado conservador para o centro, com a formação do Partido Social Democrata (PSD), liderado por Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, sob as bênçãos de tucanos e democratas ávidos por uma chance de se aproximar da parcela de centro-esquerda que ocupa o Palácio do Planalto. Esta, por sua vez, realiza um movimento de rápida aproximação do ideário capitalista, demonstrada na recente visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao Brasil e na defesa contundente dos interesses de ruralistas por parte do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator das reformas no Código Florestal.
Os novos tempos da política nacional se refletem na disputa recente entre a parcela mais radical da Igreja Católica, liderada pela Arquidiocese Metropolitana de São Paulo, e setores outrora progressistas, hoje no campo da centro-direita, apenas como uma barreira de contenção ao ultraconservadorismo dos signatários daquele panfleto que acusava a então candidata, a atual presidenta Dilma Rousseff, de defensora do aborto, prócer do comunismo ateu, líder guerrilheira, ladra e assassina.
Às vésperas das eleições, em outubro do ano passado, por encomenda da Diocese de Guarulhos, segundo confessaram os proprietários da gráfica que imprimiu o panfleto intitulado Apelo a todos os brasileiros e brasileiras, assinado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, a Polícia Federal – a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – abriu um processo, até agora inconcluso, para identificar a participação do bispo D. Luiz Gonzaga Bergonzini, da Diocese de Guarulhos (SP) na campanha de difamação contra Dilma Rousseff.
Na época, liderada pela professora Monica Serra, mulher do candidato derrotado à Presidência da República pelo arco da direita, José Serra, ganhava corpo uma campanha feroz contra a adversária petista. A própria Dilma, em um dos últimos debates em rede nacional de TV, pediu a Serra que impedisse sua mulher de seguir adiante com o bordão sobre o suposto apoio petista ao aborto.
Além da ação dos policiais federais junto às gráficas paulistas, a indignação da artista e coreógrafa Sheila Canevacci Ribeiro, ex-aluna de Mônica Serra, publicada aqui no Correio do Brasil em matéria exclusiva, na qual lembrava o momento em que a mulher de Serra relatara em sala de aula o aborto a que teria se submetido, foi suficiente para que o candidato recuasse e o assunto se visse afastado do noticiário na imprensa conservadora, duas semanas antes das eleições. A reação do Judiciário e da imprensa independente, no entanto, não deteve o objetivo dos bispos ligados aos setores mais retrógrados da Igreja, de ganhar a Presidência da CNBB.
Até o término das eleições na CNBB, encerradas com a posse de Dom Raymundo Damasceno, em missa rezada nesta sexta-feira, a ultradireita tentou ocupar os cargos em disputa. Dom Raymundo foi eleito em segunda votação, com 196 votos, pois no primeiro escrutínio, apesar da dianteira, não alcançou a maioria necessária de dois terços, 182 votos. Em segundo lugar ficou o cardeal Dom Odilo Scherer, com 75 votos.
No primeiro escrutínio, segundo relatório da CNBB, Dom Damasceno obtivera 161 votos contra 91 de dom Odilo. Na primeira votação, também foram votados o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta (14); o arcebispo de São Luís (MA), Dom José Belisário da Silva; o arcebispo de Belo Horizonte (MG), Dom Walmor Oliveira de Azevedo; o bispo de Jundiaí (SP), Dom Vicente Costa; o bispo da prelazia de São Felix do Araguaia (MT), Dom Leonardo Ulrich Steiner e o bispo de Cruz Alta (RS), Dom Friederich Heimler, com um voto cada.
O bispo D. Waldyr Calheiros Novaes, da Diocese de Barra do Piraí e Volta Redonda, em entrevista exclusiva ao CdB, neste sábado, ao analisar o atual quadro político nacional e seus reflexos na Igreja Católica, definiu o pleito na Conferência como um reflexo das disputas ideológicas em curso no país. A ascensão de D. Raymundo Damasceno, segundo D. Waldir, foi uma forma de conter o avanço da ultradireita, após uma negociação entre os setores progressistas e a centro-direita religiosa.
– A tentativa de setores da Igreja de estabelecer a hegemonia de São Paulo sobre o país incomodava o Nordeste e boa parcela de religiosos de Norte a Sul do Brasil, o que colocou de um lado o cardeal paulistano e, de outro, os representantes das demais dioceses, representados por outro cardeal, D. Damasceno. Embora o atual presidente da CNBB seja de uma linha bastante moderada da Igreja, não se compara ao grupo de bispos que fez aquela besteira (o panfleto) contra o aborto, ainda na campanha eleitoral – avaliou.
A escolha do secretário-geral da CNBB, D. Leonardo Steiner, sucessor do lendário bispo da prelazia de São Félix do Araguaia, D. Pedro Casaldáliga – de atuação decisiva na luta contra a ditadura militar no país – equilibra, de certa forma, a disputa com a ultradireita católica, na análise de D. Waldyr Calheiros.
– A CNBB é um colegiado e, em uma estrutura como esta, a Secretaria-Geral é decisiva no estabelecimento das linhas de apoio às comunidades eclesiais de base, principais redutos de resistência contra a opressão do sistema e último ponto de apoio às comunidades que não têm voz junto à sociedade – afirmou.
Ainda assim, de acordo com o bispo progressista, que resistiu ao lado dos trabalhadores à invasão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, pelas forças do regime militar em 9 de novembro de 1988, quando três operários foram assassinados e outros 40 sairam feridos do episódio, “os movimentos de base esfriaram no Brasil”.
– As pastorais foram ocupadas por políticos de carreira e perderam muito do objetivo de sua existência ao longo dos últimos anos, o que deixou espaço para o crescimento do conservadorismo observado na ação dos bispos alinhados a D. Odilo Scherer. A disputa na CNBB demonstra o quanto foi necessário se negociar para que se chegasse a um frágil ponto de equilíbrio, preservadas as iniciativas populares de apoio aos grupos mais fragilizados da sociedade – concluiu.
Trabalhadores rurais revoltados com barragem prometida pelo Governador
Moradores de comunidades rurais que serão atingidas por barragem anunciada pelo Governador Eduardo Campos estão revoltados: Antes de fazer estudos de impactos ambientais ele anunciou fazer. E barragem destruirá biodiversidades, ecoparques e produtores agrícolas!
Vero, lider rural de Serro Azul explica porque é contra barragens -
Outro assunto abordado foi que há dívidas de desapropriações há anos. Governo foi caloteiro com moradores de Serro Azul e por isso existe descredibilidades sobre como os moradores serão ressarcidos nas idenizações provindas das despropriações para a construção da Barragem no Engenho Verde.
Qual motivo o Governo do Estado de Pernambuco decidiu destruir uma área rica de belezas naturais onde existem ecoparques atraindo turistas para nossa Região e grande produção agrícola desenvolvendo?
Se o Governador Eduardo Campos diz não governar de costas para o povo, esse caso da barragem de contenção prova ao contrário porque as comunidades que serão inundadas não foram contactadas. O povo é cônscio sobre as consequências. Principalmente porque Serro Azul é região com ecoparques (que serão destruídos pelas barragens), local de turismo rural de grande beleza natural, além de ter desenvolvido diversidade agrícola e abastece Palmares e cidades dircunvizinhas com seus produtos agrícolas (produção de bananas, inhames, acerolas, principalmente).
A AME – PALMARES está solidária e concorda em manter uma luta em prol de salvar aquela área ecológica e história (há um casarão no Engenho Verde, onde nasceu Hermilo Borba Filho e que teve arquiteto Louiz Vauthier, o mesmo que projetou o Theatro de Santa Izabel do Recife).
Quando vemos que o povo da localidade tem informações sobre as consequências e os Órgãos Públicos Estaduais da área de preservação ambiental e hnistórica não agem, acusamos irresponsabilidade do Governo.
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