domingo, 15 de maio de 2011

Colunista - Joanildo Mendes
Relações entre Cícero e Cássio à beira do abismo

A relação entre os dois principais líderes tucanos da Paraíba Cícero Lucena e Cássio Cunha Lima, que antes era considerada de total irmandade, parece que está realmente chegando a um final. De acordo com matéria postada hoje no site Clickpb, portal de notícias ligado ao senador Cícero Lucena, presidente estadual do PSDB, “enquanto Cícero saúda Cássio, ex-governador distribui farpas em encontro do PSDB”.

De acordo com o portal de notícias, em sua passagem meteórica pela Assembleia Legislativa neste sábado, 30, o ex-governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), disse não ter sido convidado para a reunião e prometeu procurar a Executiva nacional para rever a substituição de alguns titulares em diretórios municipais.

Segundo ainda o Clickpb, para completar o clima tenso, Cássio sequer lembrou de falar o nome do senador Cícero Lucena e no único momento em que citou o presidente estadual do seu partido usou um tom áspero. “Não é uma boa prática nomear comissões provisórias. O PSDB não é de Cícero nem meu; o que não vamos aceitar são decisões cartoriais e não vamos admitir esse tipo de manobra”.

Esse recado dado pelo ex-governador Cássio Cunha Lima ao colega tucano de forma direta não foi questionado durante a reunião. “Enquanto Cássio usou um tom pra lá de ríspido, Cícero saudou o ex-governador da tribuna pedindo que a juventude da legenda aplaudisse o senador”, disse o jornalista Janildo Silva em sua matéria assinada no portal Click, do qual ele é editor, publicada no final da manhã deste sábado.

Não é de agora que a relação entre os dois está prestes a ruir, devido ao apoio que Cássio deu a Ricardo Coutinho, arquirival de Cícero, nas últimas eleições. Pelo andar da carruagem e pelo que vem sendo noticiado até nos portais ligados ao senador Cícero Lucena não está faltando praticamente nada para o rompimento entre os dois tucanos e, de repente, alguém pode decidir mudar de partido. Kassab? Digo, quem sabe?
 

Modo Petista: Em Governador Valadares todos os alunos estudam em tempo integral

 
Todos os 24 mil alunos da rede pública municipal de Governador Valadares, em Minas Gerais, estão em turno integral - 8 horas no ensino fundamental e 10 horas na educação infantil. A prefeita Elisa Costa, com justa razão, se enche de orgulho quando fala na educação “para reduzir a desigualdade e fazer as transformações sociais”. A prefeita aposta que o turno integral vai trazer resultados bem concretos: “reduzir a violência, diminuir a evasão escolar, promover um verdadeiro programa de segurança alimentar para nossas crianças, reduzindo a desnutrição e garantindo uma aprendizagem de mais qualidade.”

Elisa Costa considera fundamental ter princípios muito claros: governar para todos, com inclusão social, e com participação popular, ampliando espaços de cidadania para a população. No caso da moradia, por exemplo, a prefeita implantou o programa Minha Casa, Minha Vida e já está construindo mil unidades, de forma a enfrentar o déficit habitacional e gerar emprego com as obras. Além disso, a prefeitura petista investe em alternativas econômicas que melhoram o desempenho das pequenas e médias empresas, criem espaços para a juventude, para as mulheres e ainda promovam políticas de igualdade racial. (Chico Daniel - Portal do PT)

Ricardo orienta secretários a ‘tratar bem’ os deputados estaduais, revela líder


Lindolfo revela que governador já determinou que pleitos de deputados sejam atendidos

O excesso de técnicos no governo Ricardo Coutinho (PSB) gerou alguns problemas  de relacionamento entre secretários e deputados da base aliada do governo no inicio da gestão. A falta de jeito no tratamento com os políticos era a principal reclamação. Mas, segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual, Lindolfo Pires (DEM), garantiu em entrevista ao WSCOM Online que este tempo já passou.

De acordo com o deputado, após algumas reclamações no inicio do governo, o próprio governador determinou aos secretários que os pleitos dos parlamentares sejam tratados como prioridades.

“Acredito que os secretários vão atender a determinação do governador”.

Pires revelou ainda que outra reunião com toda bancada governista com o governador deve acontecer até o final do mês. “Será mais uma rodada de conversações onde alguns ajustes que precisarem ser feitos, serão”, declarou.

Acumulada, Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 9 milhões na próxima quarta-feira (18)

Acumulada, Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 9 milhões na próxima quarta-feira (18) O concurso de número 1.284 da Mega-Sena, que será sorteado na próxima quarta-feira (18), deve pagar R$ 9 milhões para a aposta que acertar as seis dezenas, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal.

Ontem (14), nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 1.283 e o prêmio acumulou. Os números sorteados na ocasião, em Diamantina (MG), foram: 08 - 30 - 40 - 44 - 59 - 60.

Ao todo, 57 bilhetes acertaram a quina e devem levar R$ 31.085,32 cada um. Outras 4.333 apostas levaram a quadra e ganharão R$ 584,17 cada.

A Mega-Sena realiza sorteios duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. As apostas devem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio. A aposta mínima --seis números-- custa R$ 2.


Deputado Campinense apela para ter apoio de Veneziano nas eleições em 2012 e revela: jamais ele vai deixar de apoiar o nosso nome!

O deputado estadual Guilherme Almeida (PSC) revelou durante entrevista nesta sexta-feira (13) acreditar em ter o apoio do prefeito de Campina Grande Veneziano Vital (PMDB) nas eleições em 2012 e fez um apelo ao aliado.

"Jamais ele vai deixar de apoiar o nosso nome e nossa trajetória de luta!", pontuou.

No entendimento de Guilherme, a decisão final está se 'afunilando' e revelou acreditar que o palanque de 'Vené' terá mais de um candidato.

"São vários partidos que compõe o arco de aliança do prefeito Veneziano: o PT, o PMDB, o PSC e outros partidos e cada um vai trabalhar a respectiva candidatura e quem trabalhar para consolidar a postulação!", confidenciou.

UNIÃO COM A FAMÍLIA RIBEIRO: Guilherme lembrou o movimento Acorda Campina!em 1996 que tinha o senador Vitalzinho (PMDB) como vice de Enivaldo Ribeiro e usou uma frase de José Américo de Almeida.

"Voltar é a arte de renascer e ninguém se perde na volta!", lembrou.

Igreja negocia com os conservadores para impor nova derrota à ultradireita católica .


igreja
A fragmentação dos partidos da direita no país empurra uma parcela significativa do eleitorado conservador para o centro, com a formação do Partido Social Democrata (PSD), liderado por Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, sob as bênçãos de tucanos e democratas ávidos por uma chance de se aproximar da parcela de centro-esquerda que ocupa o Palácio do Planalto. Esta, por sua vez, realiza um movimento de rápida aproximação do ideário capitalista, demonstrada na recente visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao Brasil e na defesa contundente dos interesses de ruralistas por parte do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator das reformas no Código Florestal.
Os novos tempos da política nacional se refletem na disputa recente entre a parcela mais radical da Igreja Católica, liderada pela Arquidiocese Metropolitana de São Paulo, e setores outrora progressistas, hoje no campo da centro-direita, apenas como uma barreira de contenção ao ultraconservadorismo dos signatários daquele panfleto que acusava a então candidata, a atual presidenta Dilma Rousseff, de defensora do aborto, prócer do comunismo ateu, líder guerrilheira, ladra e assassina.
Às vésperas das eleições, em outubro do ano passado, por encomenda da Diocese de Guarulhos, segundo confessaram os proprietários da gráfica que imprimiu o panfleto intitulado Apelo a todos os brasileiros e brasileiras, assinado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, a Polícia Federal – a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – abriu um processo, até agora inconcluso, para identificar a participação do bispo D. Luiz Gonzaga Bergonzini, da Diocese de Guarulhos (SP) na campanha de difamação contra Dilma Rousseff.
Na época, liderada pela professora Monica Serra, mulher do candidato derrotado à Presidência da República pelo arco da direita, José Serra, ganhava corpo uma campanha feroz contra a adversária petista. A própria Dilma, em um dos últimos debates em rede nacional de TV, pediu a Serra que impedisse sua mulher de seguir adiante com o bordão sobre o suposto apoio petista ao aborto.
Além da ação dos policiais federais junto às gráficas paulistas, a indignação da artista e coreógrafa Sheila Canevacci Ribeiro, ex-aluna de Mônica Serra, publicada aqui no Correio do Brasil em matéria exclusiva, na qual lembrava o momento em que a mulher de Serra relatara em sala de aula o aborto a que teria se submetido, foi suficiente para que o candidato recuasse e o assunto se visse afastado do noticiário na imprensa conservadora, duas semanas antes das eleições. A reação do Judiciário e da imprensa independente, no entanto, não deteve o objetivo dos bispos ligados aos setores mais retrógrados da Igreja, de ganhar a Presidência da CNBB.
Até o término das eleições na CNBB, encerradas com a posse de Dom Raymundo Damasceno, em missa rezada nesta sexta-feira, a ultradireita tentou ocupar os cargos em disputa. Dom Raymundo foi eleito em segunda votação, com 196 votos, pois no primeiro escrutínio, apesar da dianteira, não alcançou a maioria necessária de dois terços, 182 votos. Em segundo lugar ficou o cardeal Dom Odilo Scherer, com 75 votos.
No primeiro escrutínio, segundo relatório da CNBB, Dom Damasceno obtivera 161 votos contra 91 de dom Odilo. Na primeira votação, também foram votados o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta (14); o arcebispo de São Luís (MA), Dom José Belisário da Silva; o arcebispo de Belo Horizonte (MG), Dom Walmor Oliveira de Azevedo; o bispo de Jundiaí (SP), Dom Vicente Costa; o bispo da prelazia de São Felix do Araguaia (MT), Dom Leonardo Ulrich Steiner e o bispo de Cruz Alta (RS), Dom Friederich Heimler, com um voto cada.
O bispo D. Waldyr Calheiros Novaes, da Diocese de Barra do Piraí e Volta Redonda, em entrevista exclusiva ao CdB, neste sábado, ao analisar o atual quadro político nacional e seus reflexos na Igreja Católica, definiu o pleito na Conferência como um reflexo das disputas ideológicas em curso no país. A ascensão de D. Raymundo Damasceno, segundo D. Waldir, foi uma forma de conter o avanço da ultradireita, após uma negociação entre os setores progressistas e a centro-direita religiosa.
– A tentativa de setores da Igreja de estabelecer a hegemonia de São Paulo sobre o país incomodava o Nordeste e boa parcela de religiosos de Norte a Sul do Brasil, o que colocou de um lado o cardeal paulistano e, de outro, os representantes das demais dioceses, representados por outro cardeal, D. Damasceno. Embora o atual presidente da CNBB seja de uma linha bastante moderada da Igreja, não se compara ao grupo de bispos que fez aquela besteira (o panfleto) contra o aborto, ainda na campanha eleitoral – avaliou.
A escolha do secretário-geral da CNBB, D. Leonardo Steiner, sucessor do lendário bispo da prelazia de São Félix do Araguaia, D. Pedro Casaldáliga – de atuação decisiva na luta contra a ditadura militar no país – equilibra, de certa forma, a disputa com a ultradireita católica, na análise de D. Waldyr Calheiros.
– A CNBB é um colegiado e, em uma estrutura como esta, a Secretaria-Geral é decisiva no estabelecimento das linhas de apoio às comunidades eclesiais de base, principais redutos de resistência contra a opressão do sistema e último ponto de apoio às comunidades que não têm voz junto à sociedade – afirmou.
Ainda assim, de acordo com o bispo progressista, que resistiu ao lado dos trabalhadores à invasão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, pelas forças do regime militar em 9 de novembro de 1988, quando três operários foram assassinados e outros 40 sairam feridos do episódio, “os movimentos de base esfriaram no Brasil”.
– As pastorais foram ocupadas por políticos de carreira e perderam muito do objetivo de sua existência ao longo dos últimos anos, o que deixou espaço para o crescimento do conservadorismo observado na ação dos bispos alinhados a D. Odilo Scherer. A disputa na CNBB demonstra o quanto foi necessário se negociar para que se chegasse a um frágil ponto de equilíbrio, preservadas as iniciativas populares de apoio aos grupos mais fragilizados da sociedade – concluiu.

Trabalhadores rurais revoltados com barragem prometida pelo Governador


Moradores de comunidades rurais que serão atingidas por barragem anunciada pelo Governador Eduardo Campos estão revoltados: Antes de fazer estudos de impactos ambientais ele anunciou fazer. E barragem destruirá biodiversidades, ecoparques e produtores agrícolas!
Vero, lider rural de Serro Azul explica porque é contra barragens -
Outro assunto abordado foi que há dívidas de desapropriações há anos. Governo foi caloteiro com moradores de Serro Azul e por isso existe descredibilidades sobre como os moradores serão ressarcidos nas idenizações provindas das despropriações para a construção da Barragem no Engenho Verde.
Qual motivo o Governo do Estado de Pernambuco decidiu destruir uma área rica de belezas naturais onde existem ecoparques atraindo turistas para nossa Região e grande produção agrícola desenvolvendo?
Se o Governador Eduardo Campos diz não governar de costas para o povo, esse caso da barragem de contenção prova ao contrário porque as comunidades que serão inundadas não foram contactadas. O povo é cônscio sobre as consequências. Principalmente porque Serro Azul é região com ecoparques (que serão destruídos pelas barragens), local de turismo rural de grande beleza natural, além de ter desenvolvido diversidade agrícola e abastece Palmares e cidades dircunvizinhas com seus produtos agrícolas (produção de bananas, inhames, acerolas, principalmente).
A AME – PALMARES está solidária e concorda em manter uma luta em prol de salvar aquela área ecológica e história (há um casarão no Engenho Verde, onde nasceu Hermilo Borba Filho e que teve arquiteto Louiz Vauthier, o mesmo que projetou o Theatro de Santa Izabel do Recife).
Quando vemos que o povo da localidade tem informações sobre as consequências e os Órgãos Públicos Estaduais da área de preservação ambiental e hnistórica não agem, acusamos irresponsabilidade do Governo.