terça-feira, 30 de agosto de 2011

Dilma prepara troca de nomes no 1º escalão para o fim do ano

Ajuste da letra  Interessada em ter uma equipe mais homogênea e mais fiel ao governo do que aos respectivos partidos — ainda que alguns ministros sejam indicados pelas legendas —, a presidente Dilma Rousseff fará uma reforma ministerial nas próximas férias de verão. A ideia é substituir os que serão candidatos nas eleições municipais e aproveitar o embalo para trocar aqueles que, enfraquecidos, não conseguirem recuperar prestígio e força para tocar os projetos das respectivas pastas.

Na categoria de ministros enfraquecidos, por enquanto, estão dois colaboradores da presidente: o ministro das Cidades, Mário Negromonte, do PP; e o do Turismo, Pedro Novais, do PMDB. Os dois têm algo em comum: não foram guindados ao primeiro escalão do governo porque a presidente Dilma os considerava os melhores nomes para tocar projetos nas áreas para as quais foram nomeados. Chegaram lá simplesmente porque seus partidos assim quiseram. Semana passada, no programa Tribuna Independente, da TV Rede Vida, o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, também indicado pelo PMDB, foi direto ao se referir ao Ministério do Turismo: “O PMDB não tinha projeto para o Turismo”, contou.

Dilma é técnica. Não gosta de quem chega sem conhecimento do setor que vai atuar. Esse fator, associado às brigas internas dos partidos e às denúncias de irregularidades, deixa os ministros na categoria “corda bamba”.

Além de Negromonte e de Novais, há dois outros considerados praticamente fora da equipe em 2012. Fernando Haddad, da Educação, é visto como o nome do PT para concorrer à prefeitura de São Paulo e para isso tem contado com o trabalho quase que diário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seja para convencer o PT, seja para angariar aliados. Já a ministra da Secretaria Especial de Política para as Mulheres, Iriny Lopes, do PT, pretende concorrer à prefeitura de Vitória.

Ao mesmo tempo em que prepara a lista dos ministros que devem sair até o final do ano, Dilma tem ainda o rol daqueles que cresceram no exercício da função. Um deles é o de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. O ex-senador petista chegou ao governo com a sensação geral de que tinha um prazo de validade, uma vez que era citado como provável candidato ao PT a prefeito de São Paulo. Ocorre que seu desempenho é considerado tão bom por Dilma que ela passou a torcer para que ele não queira ser candidato. “Mercadante é daqueles que adora um holofote, mas é um excelente ministro e está indo muito bem”, comenta um colaborador de Dilma.

Palocci

Outro que Dilma não pretende deixar sair tão cedo é o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A ida dele para a Saúde foi definida recentemente por Dilma como uma “das escolhas mais acertadas” que ela fez e que não perde a oportunidade de fazer propaganda dos programas governamentais. No último fim de semana, na festa do peão, em Barretos (SP), Padilha aproveitou para promover a vacina contra hepatite e, no palco, imunizou os competidores.

Quem também ganhou musculatura no primeiro escalão é o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Com a crise econômica, ele tem sido chamado constantemente ao Planalto para conversar com Dilma. Nesse rol dos ministros prestigiados está ainda o de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, um dos poucos que a presidente nomeou sem ouvir ninguém.

A presidente já fez chegar aos ouvidos dos políticos que a melhor forma é deixar que ela escolha os nomes dentro de uma legenda. E, na visão dela, a lealdade tem que ser primeiro ao interesse público e ao governo a que serve. Em terceiro lugar viria a fidelidade ao partido que indicou o ministro. Ocorre que essa lógica nem sempre funciona no Poder Executivo.

Nesses sete meses de governo, Dilma percebeu que o essencial é escolher bem e não nomear ninguém que não possa demitir. Por isso, mesmo entre os amigos, a visão geral é a de que ninguém está seguro. Afinal, depois da saída de Antonio Palocci da Casa Civil em junho, todos os ministros tiveram a certeza de que, em caso de problemas, Dilma não titubeará em afastar quem quer que seja, apesar de, nesse momento, apenas dois estarem balançando como árvores ao sabor dos ventos que antecedem a chegada de furacões.

Do Correio Braziliense

PMDB teme perda de espaço para o PT nas eleições de 2012


PESADELO  Oito meses de administração Dilma Rousseff depois, o PMDB concluiu que o sonho da Vice-Presidência – um passaporte para ingressar no futuro governo maior do que saíra da Era Lula e disputar de igual para igual com o PT – virou pesadelo. Além de perder espaço no ministério, o partido luta para não ser subjugado por petistas no Congresso e nas urnas de 2012, assombrado com a perspectiva de encolher nas eleições municipais.

Os peemedebistas comandam hoje apenas cinco ministérios, enquanto o PT acumulou mais poder com 17 ministros e pastas de alta relevância política, como Saúde e Comunicações – antes na cota do PMDB.

“Mas não adianta chorar o leite derramado. O partido virou esta página”, conforma-se o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), argumentando que o relacionamento com a presidente Dilma Rousseff tem melhorado.

Líderes do partido sofrem com rebeliões internas

Primeiro foi o PT, que já deu a largada no governo Dilma Rousseff engalfinhando-se em torno da presidência da Câmara. Divergências no PV levaram à desfiliação de Marina Silva. Na semana passada, antes de as rebeliões internas no PR e no PP terminarem, foi a vez do líder Henrique Eduardo Alves (RN) experimentar a revolta da bancada do PMDB. A “faxina” do Planalto nos ministérios criou um ambiente mais propício ao surgimento de “interlocutores paralelos” às lideranças institucionais. Os rebeldes da base querem estabelecer uma linha direta com o governo. No geral, a movimentação deles agrada ao Planalto, mas incomoda os líderes.

Estadão

REFLITAM AGORA, PARA NÃO CHORARMOS DEPOIS


         
A CHINA VAI QUEBRAR A ECONOMIA MUNDIAL
Há 200 anos Napoleão Bonnaparte fez uma profecia, que está começando a realiza-se atualmente, ao dizer: "Deixem a China dormir porque, quando ela acordar, o mundo vai  estremecer".
  
A China do Futuro - o Futuro é Hoje... A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China ....... Eis um aviso para o futuro! Mas quem liga para esse aviso? Atualmente ninguém ! Agora é só aproveitar.... E APROVEITAR ...! E depois como será para os nossos filhos ? Que futuro terão ?

JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?
Por Luciano Pires  (Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e  profissional de comunicação) .
Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma  só fábrica chinesa produz quarenta milhões...
A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.
Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas... Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da  região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares: Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo, que  acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares. Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem  praticamente zero benefícios.... estamos perante uma escravidão amarela e alimentando-a...
Horas extraordinárias? Na China...? Esqueça !!! O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas  extras sabendo que não vão receber nada por isso... Atrás dessa "postura" está a grande armadilha chinesa.
Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia "de poder" para ganhar o mercado ocidental .
Os chineses estão tirando proveito da atitude dos 'marqueteiros'  ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que  ela "agrega de valor": a marca.
Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos  Estados Unidos da América um produto "made in USA". É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.
As Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e  vendendo por centenas de dólares...
Apenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.
Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que se pode chamar de "estratégia preçonhenta" (preço com peçonhento).
Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas e tecnologia, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo. ..
Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com os “designs”. suas grifes, os chineses estão ficando com a produção, assistindo, estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.
Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só haverá na China.
Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços, gerando um "choque da manufatura", como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde demais. Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.
Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.
Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado, pois quem tem o monopólio da produção, manda.
Sendo ela e apenas ela quem possuirá as fábricas, inventários e empregos, ela é quem vai regular os mercados e não os "preçonhentos".
Iremos, nós e os nossos filhos, netos... assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica... chinesa. Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde.

Nesse dia, os executivos "preçonhentos" olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando boliche no clube da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados.
E então lembrarão, com muitas saudades, do tempo em que ganharam dinheiro comprando "balatinho dos esclavos" chineses, vendendo caro suas "marcas-grifes" aos seus conterrâneos.
E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas, pois, foram todas copiadas....
REFLITAM E COMECEM A COMPRAR - JÁ - OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVÊNCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA... E DE SEUS DESCENDENTES


  

MENSALÃO Câmara decide nesta terça se cassa mandato de Jaqueline Roriz


 Deputada foi flagrada recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM 
Câmara dos Deputados marcou para esta terça-feira (30) a sessão que deve votar o pedido de cassação da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM. Jaqueline é acusada de quebra de decoro parlamentar.

Diante da possibilidade de perda do mandato, Jaqueline optou por fazer a própria defesa no plenário, segundo a assessoria. O discurso de 12 páginas foi escrito por ela própria, e finalizado com a ajuda do advogado José Eduardo Alckmin na tarde desta segunda-feira (29).

De acordo com Paulo Fona, assessor da família Roriz, a deputada deve chegar ao plenário por volta das 14h desta terça e sua fala na tribuna deve durar cerca de 20 minutos. No discurso, Jaqueline deve repetir os argumentos dados por sua defesa até agora, de que não era deputada quando foi gravada recebendo dinheiro de Barbosa.

“ "Ela [Jaqueline] está tranquila e bastante segura. Ela vai falar no discurso o que todo mundo já sabe, que ela não era parlamentar na época dos fatos"”, afirmou Fona.

Nesta segunda, Jaqueline se reuniu com seus os advogados em ao menos duas ocasiões. A base do discurso da deputada será a mesma usada pela defesa, que encaminhou um "memorial" de 28 páginas aos 513 deputados pedindo a rejeição do parecer do Conselho de Ética, que recomenda a perda de mandato.

O memorial, assinado pelo advogado de defesa da deputada, José Eduardo Alckmin, alega que Jaqueline ‘não se encontrava no exercício de qualquer mandato, especialmente de deputada federal’ quando ocorreram os fatos, em 2006.

"Estamos esperançosos de que não haja ilegalidade, pois se trata de um caso que aconteceu quando ela não era deputada. Ela tem a esperança de que a Câmara confirme este entendimento. Claro que ela [Jaqueline] está ansiosa, mas não perdeu a esperança", disse Alckmin.

O documento, que começou a ser entregue nos gabinetes na semana passada, traz ainda uma cópia do parecer do deputado Vilson Covatti (PP-RS), que relatou o caso envolvendo a deputada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Ele pediu o arquivamento do processo.

"Ante todo o exposto, confia-se em que o parecer será rejeitado, como medida da mais lídima justiça", diz trecho do documento entregue aos deputados.

A sessão A sessão que vai definir o futuro de Jaqueline Roriz está prevista para começar por volta das 16h. A data para a votação foi marcada pelo próprio presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e não foi contestada pela defesa de Jaqueline.

Pela regra, o primeiro a falar no plenário é o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que apresentou relatório no Conselho de Ética recomendando a perda do mandato da parlamentar. Logo na sequência, o advogado de Jaqueline, José Eduardo Alckmin, apresentará a defesa. Jaqueline será a última a falar diante dos parlamentares.

Depois das explanações, será iniciada a votação. Para a perda de mandato, é necessária a concordância da maioria absoluta dos deputados, ou seja, 257 votos, mais da metade dos 513 parlamentares da Câmara. O voto será secreto.

Autor do parecer que pediu o arquivamento do caso na Comissão de Constituição e Justiça, o deputado Vilson Covatti (PP-RS), acredita que a situação da deputada é “delicada”. Ele, que não quis adiantar seu voto, disse que a parlamentar perdeu parte dos seus argumentos no momento em que desistiu do recurso na comissão de Constituição e Justiça.

“"Eu jamais desistiria do recurso da comissão. Agora, o relatório que vale é o da Comissão de Ética, e este pede a cassação.O fato por si só é grave . A situação dela é delicada, e acho que fica muito complicado para ela"”, disse o deputado.


G1

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O último aviso


Um grupo de cientistas russos, incluindo as cosmonautas russas Dr. Marina Popovic, PhD, assim como Victoria Popova, Dr. Sc., Ph.D., e Lidia Andrianova Ph.D, anunciou uma descoberta após 15 anos de estudos sobre círculos e monumentos de pedra que contêm pictogramas ET.
Esse grupo relatou e decodificou as mensagens de diversos pictogramas que a inteligência extraterrestre colocados em círculos em campos e em monumentos de pedra ao redor do mundo como exemplos "Stonehenge e Avebury no Reino Unido, Machu Picchu, Chavin de Huantar e as Linhas de Nazca, no Peru, a pirâmide de Chichen-Itza e as pirâmides da lua e do sol no México e no Moai da Ilha de Páscoa e outros.
Desse trabalho nasceu um livro intitulado:
"Cartas de civilizações extraterrestres: O Último Aviso"
E alguns desses avisos alertam:
  O enfraquecimento do campo magnético da Terra atingiu um valor crítico, e ameaça a vida da humanidade.
Prevê 3 catástrofes preliminares seguidas por cataclismos globais de magnitude acima de qualquer experiência em memória viva.
Haverá um curto período de tempo entre todos esses eventos.
As civilizações têm de ser pré-informadas sobre o cenário de cataclismo global [antes do] início [do] evento final.
Uma civilização que não é informada não terá chance de fazer a transição no tempo e prolongar a informação.
Primeiro pré-cataclismo será relacionado com a interrupção do sistema global de comunicação - Internet, telefone.
 Eles explicam que neste ponto da história pode ser visto como uma espécie de formatura para a humanidade para um nível superior e mais sutil de experiência, um tipo de metamorfose para a humanidade conectada com a ascensão.
Cataclismos previsto por pictogramas ET
Segundo o grupo de cientistas russos, os pictogramas ET prevêem um modelo que mostra a Terra passando por uma série de 3 cataclismos específicos, seguido por um estado geral de uma revolução cataclísmica.
O enfraquecimento do campo magnético da Terra será o mecanismo específico que os cientistas russos asseguram que irá desencadear nesta época dando o star up para os 3 "pré-cataclismos".
Os cientistas afirmam que um evento catastrófico sísmico irá emanar a partir da costa oeste do Peru na área da Anomalia Magnética Brasileira no cruzamento da Humboldt e das correntes no Oceano Pacífico - El Nino
Uma área dos Estados Unidos do Golfo do México até os Grandes Lagos será inundada como resultado de um tsunami (de acordo com a profecia de Edgar Cayce)
Esta catástrofe terá um impacto devastador sobre a central de toda e região sul do Pacífico, com a probabilidade de mega-tsunamis baterem a costa leste da Nova Zelândia e Austrália.
 O tsunami pode até afetar a costa noroeste da África e as costas da Europa Ocidental, mas o peso do cataclismo incidirá sobre a costa oriental da América do Norte.
O segundo e o terceiro pré-cataclismos será muito mais forte.
O cientista búlgaro Georgi Dr. Stankov afirma que a ascensão dimensional em 2012 será a única maneira que a humanidade poderá escapar de um "inferno" cataclísmico na Terra.
Dr. Georgi Stankov suporta que haverá colapso da economia em 2011, a ascensão em 2012.
Esta transição requer não uma transformação do corpo, mas a destruição do corpo (matéria) o que simultaneamente vamos “ressuscitar” ao mais alto nível do mundo sem cataclismos.
O grupo de cientistas russos afirma que o cataclismo global nunca irá parar e vai se tornar mais forte porque a finalidade do cataclismo global (segundo os deuses) é a destruição do nosso planeta.
Portanto, é impossível se esconder em bunkers que são populares hoje e são vendidos em muitos países para aguardar o fim do mundo.
 Na verdade a NASA concluiu que os buracos no campo magnético da Terra são fatores que podem amplificar os efeitos das tempestades solares, causando graves mudanças na Terra durante 2011/13 no ciclo solar 24.
2012 poderá trazer a "tempestade perfeita" - explosões solares e o colapso dos sistemas
O gigante de gás ou anã marrom - Nibiru

A grande mídia HOJE como o The Independent e CNN já têm relatado a existência de um corpo celeste gigante 4 vezes o tamanho de Júpiter fora do sistema solar além de Plutão.
Alexei Dmitriev astrofísico alerta para uma catástrofe global de fótons iminente.
"O astrofísico Alexei Dmitriev diz que ambos os satélites Voyager 1 e Voyager 2 revelam que o nosso sol, bem como todo o nosso sistema solar, está agora entrando em uma nuvem de energia interestelar.
 Dmitriev explica que esta nuvem de energia excita as atmosferas de nossos planetas e, especialmente, nosso sol fazendo com que o sol se torne mais ativo, resultando na maior produção de tempestades solares e CME refletindo no efeito Carrington
O Investigador Heliofísico George Mason diz que esta nuvem de energia interestelar é turbulenta.
Esta nuvem interestelar de energia elétrica também é absorvida pela Terra em seu interior, e cientista descobriram que isso resulta em terremotos mais e mais intensos e simultâneos.
Quando perguntaram por quanto tempo demoraria a passar pelo nosso sistema solar esta nuvem de energia interestelar, Dr. Dmitriev respondeu:
"Eu não sei. Mas se eu tivesse que adivinhar,
diria que em algum lugar entre 2 mil a 3 mil anos”
  Esse texto acima é um resumo de um texto recente que circula nos meios Ufológicos. Nada que a gente já não saiba...
O importante aqui não é “temer” o inevitável, mas ENTENDER o inevitável e se preparar para ele.
Enfiar a cabeça no buraco não irá adiantar muito nessa hora. Esse é o momento de rever suas escolhas, suas metas, suas esperanças de EXISTIR com clareza.
Fazer escolhas conscientes sobre elas é pesquisar, é procurar a “sua” verdade. Siga sua intuição. Tenho certeza que você verá além do óbvio.
Voltarei com meu último vídeo explicando essa transição. Enquanto isso... corra atrás de informação, pois nosso tempo está descendo o ralo...
laura botelho



‘Não se esfaqueiem’, pede Lula a petistas em São Paulo


Lula mostra preocupação com os rumos da briga na capital paulista 
Fiador da pré-candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, à Prefeitura de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostra preocupação com os rumos da briga na capital paulista. Empenhado em evitar a prévia para a escolha do candidato à sucessão do prefeito Gilberto Kassab (futuro PSD), Lula tem dito, a portas fechadas, que o PT corre o risco de perder novamente se não deixar o ringue nem tiver “maturidade” para se unificar.

“Não é fácil ganhar a eleição em São Paulo. Espero que vocês não se esfaqueiem, senão a gente perde”, afirmou Lula a três pré-candidatos, em conversa na segunda-feira. Ele não quer prévia por avaliar que o desgaste desse processo acaba deixando sequelas na campanha.

Só quem entendeu esse recado, porém, foi a senadora Marta Suplicy. É senso comum no PT dizer que Lula é “como a Bíblia”, que cada um interpreta como quer. “Ele me falou que não haverá dedaço”, afirmou o deputado Jilmar Tatto. “Lula me disse que fará campanha para quem vencer a prévia com os filiados”, insistiu o deputado Carlos Zarattini. Tatto e Zarattini foram secretários de Marta quando ela era prefeita (2001-2004), mas hoje desafiam a ex-chefe e se apresentam como pré-candidatos.

Na prática, Lula já articula a campanha de Haddad e um amplo leque de alianças para apoiá-lo. Conversou com o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), na quinta-feira, e está à procura de um vice para Haddad, com perfil semelhante ao de José Alencar. Político e empresário, Alencar ajudou a eleger Lula em 2002, por diminuir o temor do mercado em relação a ele, e contribuiu para aparar arestas na campanha do segundo mandato, em 2006.

O ex-presidente avalia que o casamento entre o PT e o PMDB em São Paulo, logo no primeiro turno, conseguiria derrotar sem dificuldade o PSDB do governador Geraldo Alckmin ou mesmo o candidato apoiado por Kassab. No seu diagnóstico, em nenhum desses cenários o concorrente tucano será José Serra. Apesar dos afagos na direção do PMDB, Lula sabe que não será fácil atrair o partido do vice-presidente Michel Temer, que já monta a estrutura para lançar Chalita.

O Estado de S. Paulo

Um médico vermelho


Cristovam Buarque é senador pelo PDT de Brasília, ex-ministro da Educação e ex-reitor da Universidade de Brasília

A primeira vez que escutei falar em Aloysio Campos da Paz, em 1980, ele foi tratado como um diretor autoritário e privatista da saúde.

Era a opinião de profissionais em greve no antigo Hospital Sarah, que estavam contra o sistema que ele implantava, elevando os salários, mas exigindo dedicação exclusiva, avaliando competência e organizando disciplina de seu corpo de funcionários.

Essa visão mostra como os conceitos de “democracia” e “público” foram apropriados pela elite brasileira, por meio do patrimonialismo latifundiário, que se transformou em empresarial, convivendo com o patrimonialismo trabalhista. Isso resume como a República foi sendo anulada pelo corporativismo.

Trinta anos depois, pode-se considerar que, naquela disputa, Campos da Paz estava mais próximo do doente. Entre o estatal e o público, entre a visão estatista e a visão publicista, entre os que são servidores do Estado e os que devem ser servidos pelo Estado, ele ficou com o público, ao lado do doente.

Na área da saúde, Campos da Paz faz parte de um grupo de pessoas sintonizadas com o interesse público à frente dos interesses privados. Sem respeito e boa remuneração fica impossível ter bons profissionais da saúde, mas o respeito precisa ser mútuo - do povo com o médico, pagando-lhe salário digno, e do médico com o povo, transformando-o com carinho e eficiência.

Bem antes desse debate, entre público e estatal, que só agora se amplia, ele trouxe a idéia de que o serviço de saúde estatal pode não ser sinônimo de serviço público de saúde; que esse serviço estatal só se justifica se servir ao público.

Defendeu e argumentou que o serviço estatal existe para cuidar dos doentes, pagando bem aos médicos e demais servidores, respeitando-os como servidores, mas exigindo deles o compromisso absoluto com a saúde.

No livro Percorrendo Memórias - Editora Sarah Letras, Campos da Paz descreve o momento decisivo em que, coerentemente, abandona seu consultório privado e opta, ainda jovem, pelo exercício exclusivamente na saúde pública.
Depois ele radicaliza, corajosa e corretamente, ao defender que não bastam pequenos ajustes no SUS, nem mais recursos, mas uma revolução no sistema de saúde, com publicização do sistema, mesmo que não seja necessariamente estatal.

A visão que ele tinha, e ainda tem, está refletida em entrevista à Revista Veja, de janeiro de 1996, na qual diz: “A lógica do sistema (da saúde brasileira) induz criar a doença e a lucrar com ela, não a utopia médica de acabar com a doença”.

No sistema atual, mesmo com o SUS, a doença tem sido motivo para viabilizar o lucro das indústrias farmacêuticas e de equipamentos, bem como o salário de servidores, mais do que para atender aos doentes.

Ao longo dos anos, fui convivendo e percebendo cada vez mais seu vanguardismo e admirando crescentemente sua firmeza de princípios e seus compromissos sociais.

O livro Percorrendo Memórias mostra a trajetória desse grande médico e cidadão, desde sua origem de descendente de médicos, comunistas e militares. Com simplicidade, ele descreve como cresceu e foi educado; e lembra o mundo ao redor que testemunhou. São as memórias do Brasil, entre Rio de Janeiro, Brasília, e a Inglaterra, no estimulante período entre 1950 e 2010.

O título do livro mostra a modéstia do autor, ao chamá-lo de Memória – dos outros, do mundo - e não de autobiografia que sua vida justifica perfeitamente.

Em sua vida, ele viu uma cidade nascer e crescer até o tamanho de uma grande metrópole; aprendeu medicina e o compromisso social ao qual deveria servir; construiu o desenvolvimento científico, tecnológico e social da Rede Sarah; foi pioneiro na criação de técnicas, tanto em equipamentos, quanto em métodos de tratamento e de gestão; fez descobertas cientificas hoje reconhecidas internacionalmente.

Raras pessoas, no mundo, tiveram a chance e a competência para viver e fazer tanto quanto ele. Talvez nenhum outro possa ter sido testemunha e ator de fatos como esses.

Ainda mais raros são aqueles capazes de escrever de maneira tão viva o testemunho do mundo ao seu redor, pintando o processo histórico do país; e com pinceladas certeiras, os retratos de personagens que vão se sucedendo, na família, no ambiente profissional e na vida política.

Essas memórias merecem ser lidas por cada brasileiro, cada médico e, sobretudo, por aqueles que antes desconfiavam de Campos da Paz, por verem nele um privatista, no lugar de um radical defensor da saúde pública, um médico vermelho.