terça-feira, 13 de setembro de 2011

Cagepa convoca novos concursados para assinatura de contrato de trabalho


A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) está convocando, para assinatura de contrato de trabalho, mais 14 aprovados no último concurso público realizado pela empresa. A relação contendo os nomes dos convocados, que já realizaram exames médicos, está publicada na edição desta terça-feira (13) do Diário Oficial do Estado.

De acordo com o presidente da Cagepa, Deusdete Queiroga, dessa vez, a convocação é para os cargos de motorista, agente operacional e agente de manutenção. “Os convocados vão atuar nas cidades de Alagoa Grande, Guarabira, Juarez Távora, Mari, Capim, Patos, São José de Caiana, Cajazeiras, Campina Grande e João Pessoa”, informou.

Segundo o diretor Administrativo e Financeiro da Cagepa, Jorge Gurgel, os convocados deverão comparecer à sede da Companhia, localizada na Rua Feliciano Cirne, no bairro de Jaguaribe, na Capital, nesta quarta-feira (14), às 8h, para instrumentalizar seus contratos de trabalho.



Assessoria 

Na contramão do mundo, um covarde Obama rejeita reconhecimento da Palestina


Enquanto a maior parte do planeta se posiciona em defesa dos direitos de um povo, Obama encabeça campanha pelo retrocesso


Uma “distração” que não resolveria o problema. Foi assim que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se referiu à campanha pelo reconhecimento  do Estado Palestino na ONU (Organização das Nações Unidas). Em entrevista a jornalistas latinos na Casa Branca, o presidente norteamericano confirmou que seu país se “oporia fortemente” à pretensão palestina.

“Essa questão só será resolvida se israelenses e palestinos chegarem a um acordo”, disse Obama. “O que acontece em Nova York pode chamar muita atenção da imprensa, mas não vai mudar o que está acontecendo lá”. As informações são da agência France Press.

A declaração de Obama —que confirma a antipatia americana à proposta como já vinha sendo dito por assessores do presidente— ocorre logo após a Rússia adiantar que apoiará irrestritamente a proposta de filiação da Palestina às Nações Unidas. A expectativa é que Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, leve o pleito à Assembleia Geral da ONU no próximo dia 23 de setembro.


Obama, por outro lado, reconheceu que os palestinos tem chances de êxito se levarem à discussão para o voto dos 193 membros da organização —os EUA já ameaçaram vetar a proposta se ela fosse discutida no Conselho de Segurança. “Nós somos apenas um voto na Assembleia Geral. Claramente há vários países prontos a apoiar os palestinos, dependendo da resolução”, afirmou Obama.
O presidente norteamericano também condenou a possibilidade de Israel aplicar retaliações econômicas ou territoriais aos palestinos na Cisjordânia ou em Gaza por conta da campanha na ONU. “Isso só prejudicaria, não ajudaria Israel”.

Lula recusa convite para evento com Dilma e Alckmin


Presidente e governador de SP assinam parceria para construção de trecho do Rodoanel

  
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recusou o convite do governo de São Paulo para acompanhar, nesta terça-feira (13) o encontro da presidente Dilma Rousseff com o governador Geraldo Alckmin. Será a segunda reunião entre os dois em menos de um mês.

Juntos, a petista e o tucano vão assinar o termo aditivo para a construção do trecho norte do Rodoanel. Quando foi presidente, Lula autorizou o repasse de recursos para o projeto.

O evento de amanhã deve reafirmar a boa relação entre o governador e a presidente. Além da assinatura do contrato para a construção do Rodoanel, Dilma e Alckmin estarão juntos em Araçatuba, no interior do Estado, para lançar a pedra fundamental do Estaleiro Rio Tietê.

Embora tenha evitado participar de compromissos oficiais para não “ofuscar” sua sucessora, nos bastidores da política o ex-presidente vem se mantendo ativo.

Nesta segunda (12), Lula se reuniu com líderes do PT em São Paulo para discutir o andamento da reforma política no Congresso.


O encontro, de uma hora e meia, reuniu o relator do projeto na Câmara, o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), o líder da bancada petista, Paulo Teixeira (SP), e os deputados Érika Kokay (PT-DF) e Ricardo Berzoini (SP).

O secretário-geral do partido, Elói Pietá, o presidente da Fundação Perseu Abramo, Nilmário Miranda, e os diretores do Instituto Lula, Paulo Vannuchi e Luiz Dulci também participaram da conversa.

Na próxima sexta (16), Lula vai se reunir com lideranças do PDT, PSB e PCdoB, partidos aliados do governo, e deve conversar também com caciques do PMDB sobre o projeto.

A proposta de reforma política em tramitação no Congresso deverá ser votada na comissão especial da Câmara dos Deputados no dia 21.


Delator do mensalão do DEM é acusado de abusar dos filhos


Ex-mulher fez denúncia contra Durval Barbosa, o homem que revelou esquema no DF
  
O ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa, pivô do escândalo de corrupção que ficou conhecido como “mensalão do DEM”, é agora acusado pela ex-mulher de abusar dos próprios filhos.

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Record, Fabiane, que durante seis anos foi casada com Barbosa, conta que, além de ter abusado das duas crianças, ele ainda fez ameaças e se gaba de contar com a cumplicidade de autoridades.

Após delatar o esquema chefiado pelo ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (ex-DEM, sem partido), que chegou a ser preso, Barbosa foi beneficiado por ter colaborado com a Justiça e acabou incluído no programa de proteção de testemunhas.

Ele é uma peça chave no caso, pois fez e divulgou os vídeos em que aliados de Arruda aparecem recebendo propina em dinheiro vivo.

Fabiane apresentou uma denúncia formal contra o ex-marido e a delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Brasília abriu investigação.

A polícia pediu a prisão preventiva de Durval Barbosa, de sua atual mulher, que também teria participado dos abusos, e da babá das crianças.

O Jornal da Record pediu uma entrevista com o acusado, mas sua advogada afirmou que ele não pode falar com a imprensa porque o caso corre sob segredo de justiça.

Do Jornal da Record, com R7

Comissão de Ética da Presidência se nega a investigar ministro das Comunicações


Paulo Bernardo foi acusado de viajar em avião oferecido por construtora

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu nesta segunda-feira (12) não investigar o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, acusado de ter viajado em avião da Construtora Sanches Tripoloni, do Paraná, em 2009 e 2010.

Nessa época, Paulo Bernardo era ministro do Planejamento do governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com Sepúlveda Pertence, presidente da comissão, a decisão de arquivar a investigação se deu por falta de provas contra o ministro.

- Não só há o desmentido formal do ministro de que jamais utilizou aviões daquela empresa, como da própria empresa.

A comissão também considerou que não há motivos para investigar o ministro pelo uso de um jato particular para participar do lançamento de um programa do governo federal em Guarapuava, no Paraná.

Aceitar carona ou se beneficiar de privilégios em função do cargo não é admissível pelo Código de Conduta da Alta Administração Federal. Paulo Bernardo explicou à comissão que o avião foi providenciado pela prefeitura interessada na presença dele no evento.

Além do caso envolvendo o ministro Paulo Bernardo, a comissão, que se reuniu hoje, também analisou o pedido apresentado pelo PSDB para investigar o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.

Segundo reportagem da revista Veja, os dois se reuniram com o ex-deputado José Dirceu em um hotel de Brasília. Para pertence, porém, foram encontros privados.

- Se decidiu pelo arquivamento porque o que se tem é uma visita de dois cidadãos a outro cidadão.

Sepúlveda Pertence disse ainda que a comissão decidiu analisar a auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) que aponta desvios de R$ 682 milhões em obras do Ministério dos Transportes.

O objetivo, de acordo com o presidente da comissão, é apurar desvios e superfaturamentos apontados pela auditoria em obras do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), à época comandado por Luiz Antonio Pagot.

Senado promove debate com especialistas antes de votar reforma do Código Florestal


Governistas e opositores concordam em adiar votação do texto, que gera polêmica

Uma reunião entre juristas especializados em meio ambiente e ex-ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) encerrará nesta terça-feira (13), na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, a primeira etapa dos debates sobre a reforma do Código Florestal. O texto está em tramitação na Casa.

Como o tema é polêmico, tanto a oposição quanto a base aliada consideram prematuro colocá-lo em votação nesta quarta-feira (14). O raciocínio havia sido antecipado na semana passada pelo presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

O senador Jorge Viana (PT-AC), relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente, ressaltou a importância do debate com especialistas para aprimorar a proposta.

- Com a vinda de juristas e ex-ministros do STF à comissão, vejo que encerramos a primeira etapa de debates, que é justamente a fase das audiências públicas.

Segundo ele, entre setembro e outubro, os senadores terão de se focar para solucionar problemas pontuais e objetivos nas propostas de alteração do código. O petista defende a busca de um acordo para votação da matéria na próxima semana na CCJ.

Para Jorge Viana, a “segunda etapa” das discussões tem duas vertentes: levar em consideração a realidade dos problemas enfrentados por quem vive nas diferentes localidades do país e submeter os pontos pendentes e dúvidas dos senadores a uma análise conjunta com a comunidade científica e juristas especializados em meio ambiente.

Um dos pontos pendentes, incluído pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC) em relatório apresentado na semana passada à CCJ, é a liberação da construção de estádios de futebol e obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 em Áreas de Proteção Permanente, as chamadas APPs. Eunício Oliveira disse que, se esse ponto permanecer no texto, votará contra.

O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), adiantou que, se este ponto for motivo de polêmica, ele poderá ser retirado do texto.

- Se o problema for a construção dos estádios de futebol em APPs, e se houver um consenso da maioria dos senadores, podemos retirar sem problemas isso do texto.

De acordo com o peemedebista, o assunto não foi discutido hoje na reunião de coordenação política, e a orientação da presidente Dilma Rousseff é que a matéria seja debatida “à exaustão” pelos senadores.

Para ele, não há problema em adiar para a próxima semana a votação do projeto na CCJ.

O líder do DEM na Casa, Demóstenes Torres (GO), ressaltou que cabe à CCJ debater questões de mérito, e não apenas a constitucionalidade e admissibilidade da matéria. Ele disse que será positivo reservar esta semana apenas para discutir o assunto.

Cardozo quer conciliação no PT para escolher candidato em SP


Ministro da Justiça declarou, porém, que prefere apoiar Fernando Haddad


O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu nesta segunda-feira (12) ao PT, seu partido, que faça um esforço de conciliação entre as alas internas para escolher o candidato que vai disputar a Prefeitura de São Paulo, no ano que vem.

Cardozo disse que trabalha para que haja um acordo e pediu desprendimento para evitar que a disputa precise ser decidida com a realização de prévias, o que poderia rachar a legenda.

- O ministro Fernando Haddad [da Educação] é da minha corrente [Mensagem ao Partido], e se ele for candidato estarei engajado, mas acho que precisamos ter nessa hora algum desprendimento para buscarmos construir um projeto comum.

O ministro participou, em São Paulo, da abertura de um congresso sobre segurança pública para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 promovido pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Para ele, o ideal é criar um ambiente de união que evite a definição do candidato pelo sistema de prévias.

- Pessoalmente, preferia que tivéssemos a escolha do candidato sem prévias e temos condições de fazê-lo.

Cardozo disse que tem um grande carinho pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que insiste em ser candidata, mas deixou claro que estará ao lado do ministro da Educação, que tem o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

- Antes de buscar favoritos, estou empenhado em verificar se fazemos a conciliação. Mas, se houver prévias, cada um se aliará ao seu candidato.

Segundo ele, o PT tem nomes competitivos para tentar retomar a prefeitura paulistana, que desde 2005 está com a oposição.

- Temos muitas chances de ganhar a eleição para a Prefeitura de São Paulo.