sábado, 31 de dezembro de 2011

Geraldo Alckim (PSDB) demite delegado que prendeu juíz. O juíz foi promovido


Apesar da repercussão, o caso não foi investigado pela Corregedoria da Polícia Civil. Dez dias após o incidente, o juiz foi promovido a desembargador pelo TJ



O delegado Frederico Costa Miguel, 31, foi exonerado da Polícia Civil de São Paulo. A exoneração, assinada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), foi publicada ontem (27) no "Diário Oficial".

Há 80 dias, Miguel acusou Francisco Orlando de Souza, magistrado do Tribunal de Justiça, de dirigir sem habilitação, embriaguez ao volante, desacato, desobediência, ameaça, difamação e injúria.

O governo nega qualquer relação entre a exoneração do delegado e o incidente.

Souza discutiu no trânsito com um motorista e ambos pararam no 1º DP de São Bernardo do Campo (ABC Paulista) para brigar, mas foram impedidos pelo então delegado.

Chávez questiona 'coincidência' de câncer em líderes da esquerda na América Latina


"Fidel sempre me disse: Chávez, tome cuidado, esta gente desenvolveu tecnologias, cuidado com o que come, cuidado com uma pequena agulha e te injetam não sei o quê"


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, qualificou nesta quarta-feira (28/12) como "muito estranha" a sucessão de diagnósticos de câncer  de vários líderes e ex-presidentes da América Latina e levantou a possibilidade de alguém ter desenvolvido "uma tecnologia para induzir" esta doença.

Em um ato de promoção de militares transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão, Chávez inclusive recomendou cuidados extras a Evo Morales, presidente da Bolívia, e Rafael Correa, do Equador.

Depois que nesta terça-feira foi divulgado que sua colega argentina, Cristina Kirchner, tem um tumor na glândula tireóide, Chávez, que está se recuperando de um câncer, considerou que "é muito difícil explicar" o que está acontecendo. O venezuelano frisou que não quer "lançar nenhuma acusação temerária", mas questionou: "Seria estranho que tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir o câncer e ninguém saiba até agora e se descubra isto apenas dentro de 50 anos?".

28 dados sobre Cuba ignorados pelo Jornal Nacional e seus papagaios


Por Omar Pérez Solomon. Tradução: Robson Luiz Ceron. Solídários & Síntese Cubana


28 dados que mostram a força de Cuba, mas propositalmente dispensados pela imprensa hegemônica

Como já dissera o escritor e jornalista uruguaio, Eduardo Galeano, quando se trata de Cuba, a grande imprensa, “aplica uma lupa enorme  que amplia tudo o que ocorre, sempre que há interesses dos inimigos, chamando a atenção para o que acontece na Revolução, enquanto a lupa distrai e deixa de mostrar outras coisas importantes”.

Entre essas coisas importantes, que não são apontadas pelas lupas, chamo a atenção para 28 dados, que mostram a força de Cuba, na véspera de seu aniversário de 53 anos.

1)  8.913.000 de cubanos participaram da discussão do Projeto de Diretrizes para a Política Econômica e Social do Partido e da Revolução, debate prévio ao 6º Congresso do Partido Comunista de Cuba.

Maranhão se nega a admitir força de RC e responsabiliza Cássio por derrota em 2010


Depois de ter classificado como neutra a administração estadual no ano de 2011, chegando a afirmar que o Governo sequer começou a trabalhar, o ex-governador José Maranhão (PMDB) agora se negou a admitir a existência de qualquer tipo de força política por parte do governador Ricardo Coutinho, do PSB. Para Maranhão, Ricardo só logrou êxito nas eleições passadas devido ao apoio do hoje senador Cássio Cunha Lima (PSDB). A descrença de Maranhão na força socialista é tão grande que o peemedebista se arriscou a dizer que sem Cássio, Ricardo Coutinho não iria sequer atravessar a ponte de um rio.
Para Maranhão, “a presença de Cássio Cunha Lima na campanha de Ricardo Coutinho foi importante e foi o fator que fez a diferença no resultado do pleito”. Ainda sobre o ano administrativo não ter sido iniciado, Maranhão explica:

Rodrigo Soares revela decisão sobre proposta de ser vice de Agra


Decidido, ex-deputado convida companheiros do PT a coordenar campanha em João Pessoa 

O ex-deputado estadual Rodrigo Soares, presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), revelou ao MaisPB, nesta sexta-feira (30), sua decisão sobre a proposta dos petistas que cogitam indicá-lo para vice de Luciano Agra (PT) em 2012. Sem titubear, Soares afirmou que “não existe a menor possibilidade de aceitar” e ainda fez uma contraproposta, com tom de presidente: convidou os partidários a abandonar a aliança com o socialista e integrar a coordenação de campanha do PT na Capital.

“Meu candidato é Luciano Cartaxo!”, exclamou Rodrigo ao ouvir a proposta de Jackson Macedo, vice-presidente do PT de João Pessoa. Ontem, o dirigente afirmou que, caso Rodrigo aceitasse a indicação, o bloco do deputado federal Luiz Couto (PT) assinaria a idéia, selando a paz entre os grupos.

“O PT precisa aprender a fazer campanha”, disse Soares lembrando que “há 10 anos” o partido não disputa as eleições encabeçando a coligação. “Alguns deles (aliados de Luiz Couto) já estão defendendo a candidatura própria”, complementou.

Irredutível em suas convicções, Rodrigo defendeu sua tese de que “unidade é construída com candidatura própria”.

“Vou fazer uma propostas para que estes companheiros votem no PT. É bom para eles e para o partido. Vou convidá-los a fazer parte da coordenação da candidatura do PT”, respondeu Soares aos aliados de Agra, que pretendem garantir o apoio do PT ao PSB em 2012.


MaisPB 

Ex-governador José Maranhão está fora da disputa pela Prefeitura de João Pessoa em 2012, afirma analista


Com base em análises técnicas, professor diz que briga será polarizada entre Agra e Cícero 
Se as análises do professor da UFPB e cientista político Jaldes Menezes se confirmarem, Maranhão será mais uma vez derrotado, desta vez na briga pela Prefeitura de João Pessoa em 2012. Durante entrevista a uma rádio da Capital nesta sexta-feira (30), o analista fez previsões nada boas a cerca do futuro político do ex-governador.

Segundo Jaldes, a eleição tende a ficar polarizada entre os candidatos Luciano Agra (PSB) e Cícero Lucena (PSDB), caso sejam confirmados por seus partidos como postulantes ao principal cargo do Executivo pessoense. Sem se prender às razões que fortalecem o favoritismo do socialista e do tucano, o professor se ateve aos dados que circundam a projeção do peemdebista.

Como ponto preponderante de suas conclusões, Menezes destacou o alto índice de rejeição entre o eleitorado pessoense apresentado por José Maranhão percebido nas últimas pesquisas. A mais recente, divulgada pela Datavox, põe o peemdebista como líder de rejeição, com 18,9%, contra 17,3 de Cícero e 9% de Luciano Agra.

Outro ponto destacado pelo professor como desfavorável ao ex-governador é o fato de se ver refém de uma briga interna em seu partido, travado mais frontalmente com o deputado federal Manoel Júnior. Segundo Jaldes, a disputa fragiliza o grupo, que, da fora que está, não terá fôlego para suplantar seus fortes adversários.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Vice-presidente do PT de João Pessoa afirma Luiz Couto pode indicar Rodrigo Soares para ser vice de Agra em JP


Jackson Macedo diz que indicação de Rodrigo Soares para vice de Agra só depende do ex-deputado 


 O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores em João Pessoa, Jackson Macedo, disse ao Mais PB na noite desta quinta-feira (29) que a ala petista liderada pelo deputado federal Luiz Couto aceita indicar o presidente estadual do PT, Rodrigo Soares, para ser o candidato a vice-prefeito de Luciano Agra (PSB), pondo fim as divisões no partido e garantindo apoio ao PSB.


Jackson disse que só depende de Rodrigo a indicação. “Se Rodrigo topar ser o vice de Agra, o grupo de Luiz Couto bate o martelo”. Nas últimas eleições, Rodrigo foi candidato a vice-governador na coligação de José Maranhão (PMDB), enfrentando o governador Ricardo Coutinho (PSB, aliado de Agra.

Rodrigo é um dos defensores da tese de candidatura própria do PT, mas compor a chapa majoritária com o PSB pode mudar o propósito do ex-deputado e tirar Luciano Cartaxo da disputa de 2010, em nome da paz no partido e da aliança do PT com o PSB, cultivada pela executiva nacional para sustentação da base do governo Dilma.

Dividido, a maioria do PT de João Pessoa defende a aliança com Agra, mas enfrenta a resistência dos que querem a candidatura de Cartaxo,porém a sinalização dada por Jackson pode agradar ‘gregos e troianos’ do PT.