Além
de fornecer alimentos, agora as plantas poderão salvar vidas.
Cientistas da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, ensinaram
proteínas de plantas a mudar de cor (do verde para o branco) quando
estiverem na presença de alguns produtos químicos, como bombas e
poluentes.
Os pesquisadores criaram um programa para manipular o mecanismo de defesa natural da planta, ensinando seus receptores a reagir da mesma forma a produtos químicos encontrados em explosivos e em poluentes presentes no ar e na água. Esses receptores foram modificados para funcionar nas plantas e direcionados para sua parede celular, onde conseguem reconhecer poluentes ou explosivos no ar ou no solo próximo a elas. A planta detecta a substância e ativa um sinal interno que faz com que as folhas verdes fiquem brancas. As habilidades de detecção dessas plantas são parecidas ou até melhores que as dos cachorros, explicou Medford. A ideia funciona porque as proteínas receptoras do DNA da planta reagem naturalmente a estímulos ameaçadores liberando substâncias químicas (chamadas terpenoides) para engrossar a cutícula da folha, mudando sua cor. Essa reação defensiva formou a base para a pesquisa de detecção de explosivos realizada em conjunto pelo biólogo June Medford, da Universidade do Colorado e pelo Pentágono, sede do departamento de Defesa dos Estados Unidos. Segundo o pesquisador, “as plantas não conseguem correr ou se esconder de ameaças, por isso desenvolveram sistemas sofisticados para detectar e reagir ao ambiente”. Medford e sua equipe receberam recentemente uma verba de R$ 16,28 milhões (US$ 9,7 milhões) de uma agência americana de redução de ameaças para adaptar a descoberta ao mundo real.
Do R7
|
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Cientistas criam programa que faz plantas detectarem bombas
Picolé de Manga realiza desfile nesta sexta-feira
A Ong Picolé de Manga vai apresentar hoje na passarela da Praça de Eventos do Shopping Tambiá, uma moda despojada, moderna, alegre e carnavalesca. É o desfile Picolé de Moda, com Gosto de Manga, que vai mostrar ao público a capacidade criativa de alunos da entidade. Eles participaram dos cursos de moda, serigrafia e corte e costura, desenharam e escolheram 17 peças de algodão, popeline, cetim e seda que serão mostradas no evento.
No desfile, que começa às 18h30, convidados e frequentadores do shopping irão ver peças inspiradas nas formas e cores das frutas tropicais, como a manga, aliadas à alegria do carnaval e à leveza da estação mais quente do ano. “Criamos algo despojado, com a cara de nossa terra, mas com estilo e inovação”, comenta Léo Mendonça, produtor de moda. De acordo com ele, sete modelos profissionais foram convidados e, voluntariamente, vão desfilar com roupas esportivas, moda praia, causal e esporte fino.
O projeto Fortalecendo a Família, dentro do qual será realizado o evento, capacitou 414 pessoas. Os cursos começaram a ser ministrados há menos de um ano em um galpão, na comunidade Cordão Encarnado, no Centro da Capital. Segundo Elisângela Freire, coordenadora geral do projeto, 155 pessoas foram capacitadas para o curso de corte e costura, 162 pessoas para o curso de serigrafia e 97 pessoas no curso de moda.
Para Lucélio Cartaxo, secretário executivo da Ong, os projetos sociais da entidade se consolidam como trabalho voltado à política educacional, cultural, esportiva e de geração de emprego e renda. “Estamos dando oportunidade para crianças, jovens e adultos de terem acesso a uma formação humanística e cidadã, com o desenvolvimento de ações preventivas e de enfrentamento às drogas”, afirmou.
O projeto “Fortalecendo a Família”, realizado pela Ong Picolé de Manga, tem como patrocinador o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e a Eletrobrás e conta com parceiros como a Funetec – IFPB e o Centro Universitário de João Pessoa (Unipê).
Assessoria
Enivaldo Ribeiro sofre derrota política em CG após Justiça decidir sobre vaga de Daniela
Sendo assim a vaga deixada na Câmara Municipal de Campina Grande deverá ser ocupada pelo suplente da coligação João Dantas (PTN), que afirmou que em momento algum tinha dúvidas sobre sua posse. Inclusive o vereador até postou em seu twitter que sonhar é um direito de todos e que é necessário deixar “Migué” sonhar.
A decisão vem de encontro a uma tendência do Supremo Tribunal Federal que deve resolver em fevereiro que a vaga dos suplentes deverá ficar com os suplente dos partido, e não com a coligação, como resolveu o juiz paraibano.
Miguel da Construção estava reivindicando a cadeira no Legislativo Municipal, já que a vaga deixada por Daniela seria do partido e não da coligação. Entretanto, o suplente da coligação João Dantas saiu vitorioso em primeira instância.
A decisão ainda cabe recurso no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
As declarações foram dadas pelo Programa Correio Debate na tarde desta sexta-feira, (28).
Simone Duarte
PB Agora
STF julga como improcedente ação de Cássio e Wilson vai tomar posse
Cássio não vai tomar posse na terça-feira e terá que esperar que mérito do recurso seja julgado.
Assim, o tucano mesmo tendo conquistado mais de um milhão de votos não tomará posse na terça e vai mesmo ter que esperar o trâmite completo de sua ação. Quem vai assumir em seu lugar é o terceiro colocado na disputa de 2010, o deputado federal Wilson Santiago (PMDB).
Cássio teve sua candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba e depois pelo Supremo Tribunal Federal tendo como base a nova Lei da Ficha Limpa, mas ainda tenta reverter a decisão no Supremo.
Paralelamente a isto o ex-governador tentava com a ação cautelar ser empossado liminarmente até que o mérito fosse julgado, mas Peluso acaba de votar ao contrário.
Cássio só será senador agora se o STF acatar sua elegibilidade. Se isto acontecer, ele assume o mandato na mesma hora e tira Wilson da Casa. Mas se o STF julgar o recurso do tucano improcedente, o peemedebista garantiria definitivamente seu mandato.
ESPERO QUE ELE FALTE TAMBEM NA INFRAESTRUTURA.
Cícero e Efraim estão na lista dos 21 mais faltosos do Senado Federal
Um em cada quatro senadores deixou de comparecer o equivalente a um ano de mandato nas sessões de votação na atual legislatura. Levantamento feito pelo site Congresso em Foco revela que 21 senadores estiveram ausentes a mais de 110 das 430 sessões deliberativas realizadas pelo Senado. Entre os parlamentares faltosos estão os paraibanos Cícero Lucena (PSDB) e Efraim Morais (DEM).Cícero aparece em 10° lugar na lista. Em 327 sessões o tucano faltou a 135. Sendo que 32 dessas ausências não tiveram justificativa.
Já Efraim Morais é o 17 ° do ranking . De um total de 381 sessões, ele se ausentou de 116, tendo 67 faltas sem justificativa.
O número de sessões dos senadores é diferente porque o Congresso em Foco excluiu períodos em que os parlamentares se encontravam de licença.
Na atual legislatura, o Senado realizou em média 108 sessões ordinárias por ano. Ou seja, entre fevereiro de 2007 e dezembro de 2010, eles não registraram presença em mais de um quarto das reuniões do plenário. Juntos, os 21 senadores acumularam 2.807 ausências. Foram 2.028 licenças para faltar e 779 ausências sem justificativa.
Composição da lista
A relação dos mais ausentes na legislatura é heterogênea. É encabeçada por Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI da Pedofilia, pelo ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) e pela ex-candidata à Presidência Marina Silva (PV-AC). Magno Malta teve 166 ausências; Collor, 164, e Marina, 162. Entre eles, apenas Marina se valeu por determinado período de licença para tratar de assuntos particulares, modalidade pela qual o senador deixa de receber, sem implicar ônus para o contribuinte.
Pelas regras da Casa, os senadores têm direito a justificar suas faltas por meio de licenças, como prevê o regimento interno (artigos 13, 39 e 40). Basta o encaminhamento de um ofício. São três tipos: licença por atividade parlamentar ou missão política; licença por motivos de saúde, e licença para tratar de interesse particular. Dessas, apenas a licença por interesse particular significa desconto na folha de pagamento do senador (o chamado ônus remuneratório). Nas demais, mesmo ausente, o parlamentar continua recebendo seus vencimentos.
A Constituição Federal determina que senadores, bem como deputados, devem comparecer a, no mínimo, dois terços das sessões ordinárias. A exceção são as licenças, que podem ser justificadas por motivo de saúde, interesse particular ou missão política. Caso ultrapasse o limite constitucional, o parlamentar faltoso pode enfrentar processo de perda de mandato na Corregedoria do Senado.
Ricardo com o pires na mão. Respeite o PT
Ricardo pede compreensão a Dilma para PB não ficar sem verba federal
Em função de um montante de R$ 1,3 bilhão em dívidas e comprometimento de 57% da receita do Executivo com as despesas de pessoal, o governador Ricardo Coutinho (PSB) fez chegar à presidente Dilma Rousseff (PT) um pedido de compreensão para que não haja cortes nos repasses dos recursos federais.
Ele não quer ser o primeiro governador da nova safra a sofrer uma intervenção do governo federal por descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Na situação que a Paraíba se encontra, Ricardo sabe que hoje Dilma poderá reter o repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e de verbas de convênios do governo federal com a Paraíba.
Apesar da situação difícil, o governador acredita que pode reverter o quadro em até seis meses. Isso em função do corte de 30% no custeio do Estado e também pelo congelamento dos salários para si, para o vice e para os secretários. A expectativa é pelo menos chegar ao máximo de comprometimento de 46, 55% da receita com a folha de pagamentos, que é o limite estabelecido pela LRF.
Outros Estados
Outros sete governadores que estavam na oposição venceram o pleito de 2010 e assumiram o governo de seus Estados em situação um pouco melhor, porque não foram ultrapassados os limite da irresponsabilidade fiscal como a Paraíba.
Apesar disso a situação dos cofres não é das melhores. E quase todos tomaram a mesma atitude, fizeram auditorias nas contas deixadas por seus antecessor
NO SENADO
PT contesta proposta do PMDB para divisão de cargos cargos
Líder do PT não gostou da proposta de divisão das comissões
Novo
líder do PT do Senado, o senador eleito Humberto Costa (PE), manifestou
no início da noite desta quinta-feira (27) a contrariedade da bancada
em relação à proposta do PMDB, principal partido aliado ao governo
Dilma Rousseff, sobre cargos-chave em comissões temáticas e na Mesa
Diretora. Os petistas criticaram a intenção peemedebista de alterar o
sistema de representação partidária nos postos de comando em comissões,
que tradicionalmente obedece à chamada proporcionalidade, em que a
prioridade de escolha é conferida aos maiores blocos partidários.
Depois da reunião de mais de três horas, a portas fechadas, em um gabinete do Senado, Humberto manifestou a “grande preocupação” dos petistas sobre “a posição manifestada pelo PMDB, ainda que não formalmente”, que ameaçaria a “reprodução e a ampliação do bloco” de apoio governista e alteraria um modelo que é praxe na Casa. “Agora surge uma proposta que procura reproduzir o critério de proporcionalidade para as comissões baseado nos partidos. Com isso, o nosso bloco sofre um prejuízo enorme, porque nós vamos fazer escolhas e opções bem mais à frente do que se a nossa escolha for por intermédio do bloco”, disse, referindo-se à sequência de escolha de comissões temáticas.
“Além disso, partidos que compõem o nosso bloco não terão como se representar nessas comissões, não terão presidência nesses colegiados”, emendou Humberto, dizendo que ligaria “daqui a pouco” para o líder do PMDB no Senado, o reeleito Renan Calheiros (AL), em busca de uma solução para o impasse. Segundo o senador pernambucano, as lideranças do PSB e do PDT, depois de reunião realizada na manhã de hoje (27), manifestaram “total concordância” com que o critério proposto pelo PMDB não seja aceito.
No entanto, Humberto negou que o impasse tenha suscitado a discussão sobre o apoio do PT a uma eventual indicação do PMDB para a Presidência do Senado. “Não estamos trabalhando com essa hipótese.”
Se o critério atual de distribuição de cargos for por bloco partidário, quatro comissões podem ser ocupadas pelo partido – o PT terá uma comissão a menos em sua cota se o critério do PMDB for aplicado, bem como perderá um lugar na sequência de escolha de comissão (do quarto para o quinto). O bloco majoritário para a próxima legislatura é formado por PT (15 senadores), PSB (3), PR (5), PCdoB (2), PDT (4) e PRB (1). Na atual legislatura, o bloco da Maioria é formado por PT e PMDB, que elegeu 19 senadores – quatro a mais do que o PT.
Participaram da reunião quase todos os 15 senadores petistas eleitos para a legislatura a ser iniciada em 2 de fevereiro, com a posse dos novos mandatários tanto no Senado quanto na Câmara. Entre eles, os reeleitos Eduardo Suplicy (SP), Delcídio Amaral (MS), Paulo Paim (RS) e João Pedro (AM); novatos como Marta Suplicy (SP), Lindberg Farias [RJ, ex-prefeito de Nova Iguaçu] e Gleisi Hoffmann (PR); além do presidente nacional do partido, José Eduardo Dutra. Ao todo, foram 54 senadores eleitos, dos quais 32 estreantes, 5 retornando após o exercício de outros cargos e 9 suplentes que substituem titulares (7 em caráter permanente).
Rodízio
Ficou decidido ainda que, para a composição tanto das comissões quanto dos postos da Mesa Diretora, haverá rodízio a cada ano entre os petistas. Ao fim de cada ano legislativo, disse Humberto, o titular petista de comissão ou da Mesa renunciará em favor de outro colega de partido. Marta Suplicy (SP) e José Pimentel (CE) decidirão entre si quem ocupará a 1ª Vice-Presidência do Senado no primeiro ano (2011). Trata-se de posto estratégico no comando de sessões de votação, por exemplo, em caso de ausência do presidente.
“Eles conversarão e decidirão entre eles. Os senadores Delcídio e Eduardo vão dividir a Comissão de Assuntos Econômicos e, para a próxima comissão que nós tivermos – e esperamos que seja a de Infra-Estrutura –, o Lindberg está sozinho como candidato, por enquanto”, disse o líder petista brincando com a indefinição temporária dos titulares. “Mas ele será democraticamente convidado a ceder para um outro companheiro ou uma outra companheira.”
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS), uma das mais importantes comissões do Senado, ainda não tem nome definido, uma vez que depende do critério de distribuição de postos.
Do Congresso em Foco
Depois da reunião de mais de três horas, a portas fechadas, em um gabinete do Senado, Humberto manifestou a “grande preocupação” dos petistas sobre “a posição manifestada pelo PMDB, ainda que não formalmente”, que ameaçaria a “reprodução e a ampliação do bloco” de apoio governista e alteraria um modelo que é praxe na Casa. “Agora surge uma proposta que procura reproduzir o critério de proporcionalidade para as comissões baseado nos partidos. Com isso, o nosso bloco sofre um prejuízo enorme, porque nós vamos fazer escolhas e opções bem mais à frente do que se a nossa escolha for por intermédio do bloco”, disse, referindo-se à sequência de escolha de comissões temáticas.
“Além disso, partidos que compõem o nosso bloco não terão como se representar nessas comissões, não terão presidência nesses colegiados”, emendou Humberto, dizendo que ligaria “daqui a pouco” para o líder do PMDB no Senado, o reeleito Renan Calheiros (AL), em busca de uma solução para o impasse. Segundo o senador pernambucano, as lideranças do PSB e do PDT, depois de reunião realizada na manhã de hoje (27), manifestaram “total concordância” com que o critério proposto pelo PMDB não seja aceito.
No entanto, Humberto negou que o impasse tenha suscitado a discussão sobre o apoio do PT a uma eventual indicação do PMDB para a Presidência do Senado. “Não estamos trabalhando com essa hipótese.”
Se o critério atual de distribuição de cargos for por bloco partidário, quatro comissões podem ser ocupadas pelo partido – o PT terá uma comissão a menos em sua cota se o critério do PMDB for aplicado, bem como perderá um lugar na sequência de escolha de comissão (do quarto para o quinto). O bloco majoritário para a próxima legislatura é formado por PT (15 senadores), PSB (3), PR (5), PCdoB (2), PDT (4) e PRB (1). Na atual legislatura, o bloco da Maioria é formado por PT e PMDB, que elegeu 19 senadores – quatro a mais do que o PT.
Participaram da reunião quase todos os 15 senadores petistas eleitos para a legislatura a ser iniciada em 2 de fevereiro, com a posse dos novos mandatários tanto no Senado quanto na Câmara. Entre eles, os reeleitos Eduardo Suplicy (SP), Delcídio Amaral (MS), Paulo Paim (RS) e João Pedro (AM); novatos como Marta Suplicy (SP), Lindberg Farias [RJ, ex-prefeito de Nova Iguaçu] e Gleisi Hoffmann (PR); além do presidente nacional do partido, José Eduardo Dutra. Ao todo, foram 54 senadores eleitos, dos quais 32 estreantes, 5 retornando após o exercício de outros cargos e 9 suplentes que substituem titulares (7 em caráter permanente).
Rodízio
Ficou decidido ainda que, para a composição tanto das comissões quanto dos postos da Mesa Diretora, haverá rodízio a cada ano entre os petistas. Ao fim de cada ano legislativo, disse Humberto, o titular petista de comissão ou da Mesa renunciará em favor de outro colega de partido. Marta Suplicy (SP) e José Pimentel (CE) decidirão entre si quem ocupará a 1ª Vice-Presidência do Senado no primeiro ano (2011). Trata-se de posto estratégico no comando de sessões de votação, por exemplo, em caso de ausência do presidente.
“Eles conversarão e decidirão entre eles. Os senadores Delcídio e Eduardo vão dividir a Comissão de Assuntos Econômicos e, para a próxima comissão que nós tivermos – e esperamos que seja a de Infra-Estrutura –, o Lindberg está sozinho como candidato, por enquanto”, disse o líder petista brincando com a indefinição temporária dos titulares. “Mas ele será democraticamente convidado a ceder para um outro companheiro ou uma outra companheira.”
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS), uma das mais importantes comissões do Senado, ainda não tem nome definido, uma vez que depende do critério de distribuição de postos.
Do Congresso em Foco
Assinar:
Postagens (Atom)