sexta-feira, 10 de junho de 2011

Relação com governo piorou na gestão Dilma, diz PMDB

A maioria dos senadores e deputados do PMDB, principal partido aliado de Dilma Rousseff, afirma que a presidente não é aberta ao diálogo e que isso teria causado uma piora na articulação do governo com aliados, informa reportagem de Maria Clara Cabral, Márcio Falcão, Gabriela Guerreiro, Flávia Foreque e Larissa Guimarães, publicada na edição desta sexta-feira da Folha.

A  Folha ouviu na última semana 95 dos 98 congressistas do PMDB sobre a atual situação política. Para 55 deles, a interlocução do Executivo com o Congresso piorou em relação ao governo Lula; para 10, não mudou; e apenas 7 dizem que está melhor. Vinte e três peemedebistas não quiserem opinar.

Os problemas na articulação política no governo Dilma tem deixado o ministro Luiz Sérgio (Relações Institucionais) na berlinda. Após a saída de Antonio Palocci da Casa Civil, a troca do coordenador político do governo também é dada como certa.

Para o seu lugar, Dilma sondou a ministra da Pesca, Ideli Salvatti, mas outros petistas também são cotados para assumir a vaga, como Cândido Vaccarezza (SP), Pepe Vargas (RS), Arlindo Chinaglia (SP) e Henrique Fontana (RS).

Ricardo diz que Brasil não pode voltar a ser República do Sul


Durante o Fórum dos Governadores do Nordeste 2011, que ocorre nesta sexta-feira no Palácio da Abolição, sede do Governo do Ceará, o governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT/SE), afirmou que o Nordeste "chegou a um nível que não pode mais andar para trás". "Não há disposição dos estados do Sul, mas nós estamos unidos e não vamos recuar", reiteirou Déda.

A reunião visa fortalecer a região na chamada "guerra fiscal", a oferta de incentivos fiscais para atrair instalação de indústrias. O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB) defendeu uma legislação para regulamentar os incentivos fiscais, no entanto, na opinião de Cid, os estados em desenvolvimento devem ter vantagens em relação às unidades federais desenvolvidas.

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), afirmou que o Brasil "não pode voltar a ser uma República do Sul". "Se esgotarem os benefícios que atraem indústria no Nordeste, elas voltam a um mercado consumidor mais forte, como em São Paulo", afirmou Coutinho.

Divisão de recursos - Na pauta também está a diviso de R$ 3,5 bilhões do Banco Mundial destinados à região. A governadora de Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), defende uma distribuição "equitativa, respeitando a proporção da população de cada estado". Ricardo Coutinho, da Paraíba, destacou que a divisão deve ser proporcional aos projetos sociais de cada unidade federal.


União Nacional Por Moradia Popular reuni 350 famílias no Centro Administrativo da PMJP

Na oportunidade foi debatido que o primeiro conjunto habitacional será o do Valentina Figueiredo 1.284 unidades.

Neste sábado, dia 07 de maio, a União Por Moradia Popular-Paraíba realizou no auditório Paulo Tarso da Silva, uma reunião com 350 famílias cadastradas no movimento e no programa Minha Casa, Minha Vida e em parceria com a prefeitura de João Pessoa, via secretaria de habitação.Estiveram presentes na reunião o representante da secretaria de habitação Jair do Nascimento,a coordenarão estadual da União Por Moradia Popular-Paraíba e as famílias cadastradas.
Na oportunidade foi debatido que o primeiro conjunto habitacional será o do Valentina Figueiredo 1.284 unidades.
Foi apresentado também, um abaixo assinado para um projeto de lei que trata de um porcentual de 40% a ser destinado para os movimentos sociais que, notadamente, lutam pelo direito á moradia e que tenham representatividade nacional.


Lindbergh propõe anistia a bombeiros do Rio de Janeiro


Em projeto de lei apresentado na quinta-feira (9), o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) propõe a concessão de anistia aos bombeiros do estado do Rio de Janeiro que sofreram punições por participação nos recentes movimentos reivindicatórios.
Em sua justificação, o senador lembra que os bombeiros estão, desde o início de junho, mobilizados por melhores vencimentos e condições de trabalho e não podem ser tratados como bandidos. “É uma luta justa, já que recebem uma das piores remunerações do Brasil”, afirma.
De acordo com o projeto, a anistia abrange os crimes definidos no Código Penal Militar (Decreto-Lei 1.001/69) e infrações conexas, entre 1º de junho e a publicação da lei.
A crise dos bombeiros do Rio de Janeiro chegou ao apogeu na noite de 3 de junho, quando manifestantes invadiram o Quartel Central da corporação. A Polícia Militar desocupou o quartel, prendendo 439 bombeiros. Outros bombeiros acamparam em frente à Assembleia Legislativa pedindo a libertação dos colegas e o diálogo com o governo do estado. Nesta sexta-feira (10), a justiça fluminense concedeu habeas corpus aos bombeiros.

Questão ambiental está ligada à qualidade de vida das pessoas, diz ministra


Com apoio do Ministério do Meio Ambiente, o Canal Futura e a CPFL  Energia lançaram, nesta quinta-feira (09/06), a série Caminhos da Energia. Divididos em 10 programas, a série mostra como a energia está presente no nosso dia a dia e reflete sobre as possibilidades de uso eficiente e sustentável para garantir o bem estar das pessoas no planeta.

Na cerimônia, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que a discussão ambiental está diretamente ligada à qualidade de vida das pessoas e ao futuro do planeta. Para ela, como país emergente o Brasil tem de ter a questão ambiental como tema central nas discussões.
"O futuro do planeta passa necessariamente, neste século, por cinco grandes discussões: segurança energética, climática, alimentar, biodiversidade e paz. E o Brasil tem protagonismo em todos", disse.
Devido ao grande potencial de energia limpa do Brasil, a ministra Izabella disse discordar do uso da  energia nuclear nos próximos 50 anos. Ela citou o potencial energético eólico do Nordeste brasileiro que é o equivalente a 10 vezes ao que é gerado pela Itaipu Binacional, maior hidrelétrica do mundo.
A ministra convidou o navegador Amyr Klink, apresentador do Caminhos da Energia, para ser embaixador da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada no ano que vem, no Rio de Janeiro. É preciso ter lideranças brasileiras que em suas áreas mobilizem e chamem atenção para o desenvolvimento sustentável , disse ao ressaltar que a discussão da Rio+20 não é só o que foi feito nos últimos 20 anos mas um olhar além de 2012.
Amyr Klink elogiou a produção do Caminhos da Energia. Para ele, com conteúdo dos programas foram escolhidos com critério para produzir discussão e aprendizado.
Também participaram da cerimônia o presidente CPFL, Wilson Ferreira Júnior, o presidente da Fundação Roberto Marinho, José Roberto Marinho, o deputado Arnaldo Jardim e o senador Rodrigo Rollemberg.
Caminhos da Energia
A série Caminhos da Energia tem foco no Brasil, mapeando a atual matriz energética brasileira e apontando as possibilidades de geração, distribuição e consumo de energia. Apresentada pelo navegador Amyr Klink, a série é pontuada por entrevista de mais de 50 especialistas, que apresentam o contexto histórico, mostram número e opinam sobre os diferentes caminhos que o Brasil pode seguir para diminuir o impacto da geração e consumo de energia no meio ambiente.

IMPASSE ENTRE O GOVERNO E ALUNOS DO LYCEU PARAIBANO CONTINUA


O impasse entre os alunos da Escola Estadual Lyceu Paraibano e o governo ainda continua. As conversas mantidas hoje (10) não chegaram a uma solução para o problema da eleição da nova diretoria do Lyceu.
O secretário chefe da Casa Civil da Paraíba, Walter Aguiar, disse que a parte do governo é apenas cumprir a decisão da Comissão Eleitoral que anulou o processo de eleição.
Os representantes dos estudantes querem a permanência da atual diretoria até que sejam realizadas as novas eleições.

NÃO VIOLÊNCIA ATIVA.


  Diferença diversidade e convívio estão associados a tensão mediação e diálogo. Como dizer que no convívio entre diferentes não existe tensão? E na diversidade valorizando as diferenças como conviver? A Sociedade do convívio da diferença e da diversidade que desejamos é tensa e conflituosa, exige diálogo e mediação. Nesse contexto podemos dimensionar o que significa NÃO VIOLÊNCIA ATIVA, pois diferença diversidade e convívio são possíveis apenas se o princípio ativo das intenções, relações e ações forem o da NÃO VIOLÊNCIA. Dissimular sobre a tensão da vida na diferença é criar uma paz ilusória, relacionada a dominação, submissão e controle. Paz verdadeira relacionada a convívio, liberdade, diferença e diversidade depende do princípio ativo da NÃO VIOLÊNCIA. Este é o momento e a vanguarda esteve e estará nas ruas criando caminhos, aprendendo, ensinando e ocupando. A ordem é manifestar sentimentos e idéias pela força do múltiplo, pelo poder da multiplicação amplificada na sutiliza, na leveza e na sabedoria da multidão. Não existe repressão que suporte a inteligência da NÃO VIOLÊNCIA ATIVA.