terça-feira, 20 de setembro de 2011

“Não posso me nivelar a quem tem as mão sujas”, diz Agra sobre decisão do MP


 Prefeito diz MPPB não deve agir sobre a pressão 

O prefeito de João Pessoa declarou nesta terça-feira (20) que o Ministério Público não pode agir pela “pressão” daqueles que tentam nivelá-lo com as pessoas que respondem por “crimes de responsabilidade”, formação de quadrilha, e que “denigrem o papel do representante político”. 

A resposta do Socialista veio e desabafo sobre a decisão do Ministério Público que pediu a nulidade do processo de desapropriação de terreno da Fazenda Cuiá, no Valentina de Figueiredo. 

Durante entrevista ao Correio Debate, da Correio Sat, Luciano Agra questionou o fato do Ministério Público só ter se posicionado agora, visto que o processo para adquirir a área para construção de um parque já faz mais de um ano. 

Ele também alega que a prefeitura não ouviu os secretários municipais foram sobre o assunto. 

Para o prefeito, o MP não pode se deixar influenciar pela mentalidade daqueles que torcem pelo “quanto pior melhor”.

MaisPB

Dilma se reúne com presidente do México


Presidente brasileira cumpre intensa agenda de atividades em Nova York


Dilma, que está nos EUA desde o fim de semana, discursa na abertura da Assembleia Geral da ONU nesta quarta-feira
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Ministro diz que saúde precisa de R$ 45 bilhões


Padilha participou de debate na Câmara sobre votação que pode aumentar verba do setor
  
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta terça-feira (20) que a saúde no Brasil precisa de mais R$ 45 bilhões para “não ficar atrás do Chile e da Argentina”.

O político participa de um debate na Câmara dos Deputados em que a Emenda 29 e um possível imposto para financiar a saúde são os temas principais.

O ministro disse que o Brasil vive “novos desafios” e destacou a necessidade de reorganizar o SUS (Sistema Único de Saúde).

Ele lembrou que a Emenda 29 está em vigor desde 2000 e que, a partir de então, a Constituição passou a definir os percentuais mínimos que a União (variável), os Estados (12%) e municípios (15%) devem investir na saúde. O que falta agora é sua regulamentação, feita por projeto de lei.

- O governo cumpre a Emenda 29 desde o governo Lula, mas existem novo desafios e, se não quisermos ficar atrás de vizinhos como Chile e Argentina, precisamos de mais R$ 45 bilhões para a saúde.

Prefeito Luciano Agra assina PAC II nesta quarta com investimento de R$ 193 milhões para obras em João Pessoa


Prefeitura Municipal de João Pessoa faz obra em parceria com o Governo Federal 
Quarenta e oito milhões de reais para a infraestrutura urbana e equipamentos comunitários da comunidade São José. Este é o valor da assinatura para a realização do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC - II), que acontece nesta quarta-feira (21), às 10h, no auditório da PBTUR, em Tambaú. Este valor é referente a primeira etapa de uma obra prevista para ter R$ 193 milhões em investimentos que a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) faz em parceria com o Governo Federal. Ainda na manhã desta quarta-feira, será assinada a Ata de Adesão ao Programa Minha Casa, Minha Vida, com a Caixa Econômica Federal.

A primeira etapa consta de terraplenagem, construção de redes de água, esgoto e drenagem pluvial, com redefinição e construção de nova rede viária, pavimentação e equipamentos comunitários, além de revitalização do Rio Jaguaribe. Haverá ainda a construção de 2.961 moradias, na segunda etapa.

De acordo com a secretária adjunta de Planejamento, Amélia Panet, as obras na comunidade São José fazem parte de uma macro-intervenção ao longo do Rio Jaguaribe. "São três áreas previstas ao longo do Rio: o Alto Jaguaribe, que está em execução; o médio Jaguaribe, que é um projeto ainda em desenvolvimento; e o baixo Jaguaribe, que é o São José e as comunidades Chatuba I, II e III, com obras em execução. As obras da Comunidade São José estão divididas em duas etapas: Infraestrutura urbana e equipamentos comunitários e habitação”, explicou.

O coordenador executivo do PAC em João Pessoa, Glauco Rogério Cavalcanti de Oliveira, explicou que depois de assinado o PAC II pelo prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, vai ser aberta a licitação para as obras de infraestrutura e equipamentos comunitários. "Essa etapa de licitação deve ser vencida até o final do ano. Queremos dar esse presente de natal para os moradores do São José. As obras devem começar no primeiro semestre de 2012”, disse.

Habitação - A Ata de Adesão ao Programa Minha Casa, Minha Vida, com a Caixa Econômica Federal, é uma das etapas burocráticas para conseguir o investimento de R$ 145 milhões para a construção das habitações da comunidade. "Esperamos que essa etapa seja resolvida até o final do ano, mas ainda estamos em estudo junto à Caixa”, explicou Glauco Rogério Cavalcanti de Oliveira, coordenador executivo do PAC em João Pessoa.

Para habitação serão construídas novas unidades habitacionais, com regulamentação fundiária. Serão seis tipos de edificações com 40m², 46,24m² e 48,10m². Serão casas individuais e edificações com duas, quatro, oito ou vinte e quatro moradias. No total, são 2.961 unidades habitacionais construídas na comunidade São José, além dos equipamentos comunitários para o benefício de toda a população.

Amélia Panet explicou que serão diferentes tipos de habitação por causa das características da área. "A área tem diferentes características físicas do terreno, tanto morfológicas quanto do solo”, disse.

Equipamento Comunitário - Serão seis praças ao longo da comunidade. Elas foram projetadas visando a prática esportiva e como equipamentos para cultura e lazer, proporcionando assim melhor qualidade de vida.

Para as práticas esportivas, as praças terão quadras poliesportivas, quadras de areia, equipamentos de ginástica, ATI (academia da terceira idade), streetball e mesas de jogos. Para atividades culturais haverá anfiteatro ao ar livre, com arquibancadas e palco. E para as atividades infantis: playgrounds (balanços, gangorras, escorregos e barras).

A comunidade terá ainda uma escola padrão com salas de aula, cozinha, biblioteca, auditório, banheiros, refeitório, área de administração, depósito e pátio coberto. Haverá ainda uma quadra coberta com circulação, arquibancada, depósito, vestiário e quadra poliesportiva.

Mobilidade - Para a mobilidade, além da terraplanagem, pavimentação e construção de nova rede viária (que serão contempladas na primeira etapa do projeto), haverá ainda a construção de três pontes ao longo da comunidade.

Parte Social - A PMJP, ao longo de todo o processo de obras no baixo Jaguaribe fará o cadastro, acompanhamento, suporte e apoio das famílias, ao longo de toda retirada e relocação da população na área de intervenção, incluindo, inclusive, reeducação socioambiental e desenvolvimento de políticas para geração de trabalho e renda
  
Situação sócio-econômica encontrada na Comunidade São José
  
-Famílias em situação de elevado risco social econômico e ambiental, em área de extrema vulnerabilidade;

 -Baixo nível de escolaridade;
  
-Área com razoável nível de cobertura de abastecimento de água e quase desprovida de rede de esgotamento sanitário, drenagem urbana e resíduos sólidos.


Os objetivos do PAC II para o Rio Jaguaribe são:

-Revitalizar o Rio Jaguaribe;


- Desassoriar a calha do rio e recuperar as áreas degradadas;
  
-Retirar e relocar famílias que moram em áreas de risco;

 -Criar setores contíguos em ocupações verticalizadas;

 -Implantar infra-estrutura básica (drenagem, redes de água e esgotamento sanitário, urbanização e pavimentação);
  
-Criar equipamentos sociais e de serviços.

    
Secom JP 

Tião Gomes insiste em CPI do Trauma para todos os governos e avisa: já tem 12 assinaturas


O deputado estadual Tião Gomes(PSL) comentou nesta terça (20), em entrevista ao Rede Verdade da TV Arapuan, que a CPI para investigação do Trauma já conta com as 12 assinaturas necessárias e que falta apenas uma determinação da mesa da AL para sua aprovação.
Gomes garantiu que ela será instalada o mais breve possível. Ele ainda alfinetou a oposição afirmando que os deputados não têm outro argumento a não ser a questão do Trauma e da permuta de terrenos em Mangabeira.
O deputado garantiu que na terça (13) os parlamentares visitaram o Trauma e que tentaram levar os oposicionistas para ver a situação. “O Trauma está bem, quem foi lá viu... A oposição na Assembleia Legislativa perdeu o rumo”, alfineta.
Gomes comentou que a CPI proposta vem mostrar à Paraíba o que aconteceu no Trauma e como ele está hoje. O deputado elogia o governo de Ricardo Coutinho (PSB), afirmando que o hospital hoje é diferente do que foi pego. Ele comentou das diversas denúncias que existem no Trauma que vem de governos anteriores.
“Queremos mostrar à Paraíba quem tem culpa, o governo Ricardo não tem medo da CPI”, assegura.
O deputado destaca algumas denúncias recebidas da administração anterior, como o desvio de milhões de reais para a compra de medicamentos, deputados ligados à José Maranhão (PMDB) tinham leitos reservados para eleitores e de médicos que recebiam mais de R$ 60 mil.
“A CPI vai apurar essas denúncias e vai ter deputados da oposição e do governo”, explica. O deputado garantiu que existem ainda denúncias em dezembro de que foram comprados R$ 2,7 milhões de medicamentos e em janeiro o governador não encontrou um medicamento; denúncias de médicos que tiravam equipamentos de última geração para fazer operações particulares. Gomes comentou, inclusive, a denúncia de que furadeiras domésticas estariam sendo utilizadas em cirurgias já no governo de Coutinho.
“Tudo o que acontece com o Trauma agora já acontecia há muito tempo”, ressalta. O deputado comentou a manifestação dos médicos que atuam no Trauma aconteceria porque foram quebrados os privilégios dessa classe “viviam engordando seus salários dentro do Trauma”.
A respeito da denúncia da furadeira, Gomes afirmou que a utilização do equipamento foi feita de forma deliberada para que fosse filmado e exibido na mídia. “Essa questão da furadeira é uma falta de ética sem tamanho... é uma infantilidade”, reclama.
O deputado explicou ainda que a CPI propõe investigar todo o governo Ricardo Coutinho, como também o governo anterior à Maranhão. Ele denunciou que os deputados Anísio Maia (PT) e Gervázio Maia (PMDB) não assinam a CPI porque tem medo “e sabem muito bem o que fizeram no trauma”, bate.

Marília Domingues

Estado e prefeitura promovem ações socioeducativas na Praça Dom Adauto


Fonte: Secom/PBTexto:
A Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, em parceria com a Prefeitura Municipal de João Pessoa e o movimento organizado LGBT da Paraíba, elaborou um Plano de Ação Socioeducativo direcionado para jovens e adolescentes de diversas “tribos”, incluindo lésbicas, gays, travestis e transexuais que frequentam a Praça Dom Adauto, no Centro da Capital.

As atividades vão acontecer todas as quartas-feiras, garantindo um espaço de socialização para a diversidade de jovens e adolescentes, além de promover ações culturais e sócioeducativas que tratem de temas como prevenção às DST/Aids e hepatites virais, redução de danos para usuários de drogas ilícitas e enfrentamento ao uso de drogas e consumo de álcool por menores. A ação prevê ainda medidas clínico-assistenciais e de intervenção policial qualificada para o enfrentamento ao tráfico de drogas.

Salários e professores


José Dirceu
* Ex-ministro da Casa Civil
Não é novidade que os governos do PSDB sempre enfrentam dificuldades no relacionamento com os movimentos sociais e com o funcionalismo.

Em São Paulo, o ex-governador José Serra chegou ao cúmulo de colocar a Polícia Militar para conter, com violência, as manifestações da Polícia Civil por melhores condições de trabalho. O mesmo foi feito com outras categorias.