quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Senador Vital do Rêgo diz porque votou em Cássio Cunha Lima para coordenar bancada da Paraíba no Senado Federal


O Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) disse na noite desta terça-feira (22) que votou no Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) para coordenar a bancada paraibana no Senado Federal por dois motivos.

O primeiro, de acordo com Vital, foi para demonstrar “meu espírito público, ao acolher uma indicação do colega Cícero Lucena”. Em segundo lugar, de acordo com o peemedebista, “para demonstrar a minha confiança num colega que está chegando ao Senado”.

Cássio Cunha Lima vai trabalhar em consonância com o Deputado Federal Manoel Júnior (PMDB-PB), coordenador da bancada federal na Câmara. “Ele (Cássio) vai dividir com meu querido amigo Manoel Júnior as ações da bancada paraibana”, afirmou.

Vital convoca manifestações a favor da redistribuição dos royalties


O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) renovou nesta terça-feira, 22, da tribuna, o convite para que a população participe da manifestação prevista para os próximos dias 24 e 25, em vários municípios do país, a favor das novas regras de distribuição dos royalties do petróleo. Ele é autor de substitutivo a projeto sobre o tema (PLS 448/2011), já aprovado no Senado e atualmente em análise na Câmara dos Deputados.

O parlamentar convidou também para manifestação a ser realizada no dia 30 em Brasília. A "grande marcha dos prefeitos brasileiros", como chamou, é promovida pela Confederação Nacional dos Municípios.

Governador pede apoio da bancada para apresentação de emendas


O governador Ricardo Coutinho se reuniu, na tarde desta terça-feira, 22, com a bancada federal paraibana no Congresso Nacional e sugeriu a inclusão de emendas para o Plano Plurianual (PPA) 2012–2015 e a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2012. Durante a audiência, que aconteceu no anexo 2, bloco C, da Câmara Federal, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o deputado federal Manoel Júnior (PMDB) convocaram nova reunião para esta quarta-feira (23), com o intuito de analisar as propostas do Governo e definir as emendas do Orçamento Geral da União (OGU).

Os três senadores, Vital do Rêgo Filho, Cássio Cunha Lima e Cícero Lucena, e 11 deputados federais - Aguinaldo Ribeiro (PP), Efraim Filho (DEM), Wilson Filho (PMDB), Wellington Roberto (PR), Luiz Couto (PT), Damião Feliciano (PDT), Hugo Mota (PMDB), Romero Rodrigues (PSDB), Manoel Júnior (PMDB), Ruy Carneiro (PSDB) e Benjamin Maranhão(PMDB) - atenderam ao convite e participaram da reunião. Apenas a deputada federal Nilda Gondim (PMDB) não compareceu alegando motivos de viagem.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Prefeito do PSDB é indiciado por assassinato de blogueiro petista


 Josivan Bibiano

O prefeito tucano de Serra do Mel (RN), Josivan Bibiano, foi indiciado como mandante do assassinato de Ednaldo Filgueira, blogueiro e presidente do PT no município, localizado a 240 Km de Natal. O crime ocorreu na noite do dia 15 de junho e o indiciamento do prefeito foi divulgado na semana passada.

Ednaldo Filgueira tinha 36 anos e era colaborador do Jornal Serrano, que circulava em Serra do Mel e localidades próximas, e era um dos responsáveis pelo blog do periódico. O blogueiro era um dos principais opositores à gestão do PSDB na cidade, situada numa região com forte incidência do crime organizado.

PAC 2 concluiu 11,3% das obras previstas, diz governo


Levantamento foi divulgado nesta terça-feira (22)
 
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, divulgou nesta terça-feira (22) um balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) que mostra que, até o fim de setembro de 2011, foram concluídas 11,3% das obras e cumpridos 15% da execução orçamentária previstas para o período 2011-2014. O PAC era uma das principais bandeiras do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ganhou continuidade na administração de Dilma Rousseff.
Segundo os dados do governo, entre junho e setembro deste ano, houve aumento de 66% na execução orçamentária, passando de R$ 86,4 bilhões para R$ 143,6 bilhões no total no fim do período. Na comparação com 2010, o volume de pagamentos efetuados via Orçamento Geral da União, durante o mesmo período, aumentou 22%, passando de R$ 17,7 bilhões para R$ 21,6 bilhões em 2011.
Dos R$ 143,6 bilhões executados nos nove primeiros meses do ano, R$ 55,2 bilhões correspondem ao financiamento habitacional destinado à pessoa física; R$ 41,4 bilhões ao executado pelas empresas estatais; R$ 25,6 bilhões ao setor privado; e R$ 13,2 bilhões ao Orçamento Geral referente à área fiscal e de seguridade. O restante (R$ 5,4 bilhões) referem-se ao Programa Minha Casa, Minha Vida; ao financiamento ao setor público (R$ 2 bilhões); e às contrapartidas de estados e municípios (R$ 700 milhões).
Setores em que as obras foram concluídas

Tribunais retardam processos contra juízes e ampliam impunidade


 LEVANTAMENTO

Ajuste da letra  O processo administrativo aberto contra um magistrado do Maranhão por trabalho escravo está parado desde 2007. Em Minas, uma representação contra um juiz, suspeito de morosidade, arrasta-se desde 2005. No Tribunal de Justiça do Amazonas, 10% dos processos foram abertos há pelo menos quatro anos. Esses casos podem estar prescritos e mostram como funcionam as corregedorias de alguns tribunais. Órgãos que deveriam processar e punir juízes acusados de irregularidades retardam as investigações e contribuem para a impunidade.

Quando decidiu divulgar que as corregedorias locais têm 1.085 investigações contra magistrados em andamento, o presidente do Conselho Nacional de Justiça, Cezar Peluso, queria mostrar que os tribunais de Justiça fazem seu papel e que a Corregedoria Nacional de Justiça, comandada pela ministra Eliana Calmon, não precisaria intervir com frequência para coibir irregularidades.

A porta estreita




FfGomes

        Fabiano Gomes
Colunista do PolíticaPB



  A Paraíba passa por um momento muito delicado. Estamos em meio a uma transição de cultura político-administrativa inédita, dentro do projeto-mãe do governador Ricardo Coutinho (PSB) de levar o Estado a um nível de equilíbrio fiscal a todo custo.

O preço, aliás, é muito alto, tanto para quem comanda, como para alguns segmentos da sociedade - muitos dos quais historicamente conhecidos por olhar sempre para o próprio umbigo, e o resto que se dane.

Em meio a esse processo de mudanças, vemos na classe política - sempre ela! – uma postura de confronto direto e permanente a quem está desafiando seu status quo.

Lógico, é fato: o atual governo, em algumas oportunidades, pesou a mão além da conta na hora de impor alterações no modelo de enxugar a folha, na decisão de substituir técnicos qualificados na máquina pública e até mesmo emplacar medidas que pontualmente foram injustas com muita gente.