quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Aprovação popular de Lula é a maior do mundo, aponta pesquisa Sensus



A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que encerra oito anos de governo com 87% de aprovação, é a maior do mundo, afirmou nesta quarta-feira (29) o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade.

Segundo Andrade, Lula está à frente da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, que tinha 84% de aprovação quando deixou o governo, e do ex-mandatário uruguaio Tabaré Vázquez, que teve 80% ao final do mandato.
O presidente da CNT também comparou o desempenho de Lula com líderes mundiais históricos, entre os quais o primeiro presidente negro da África do Sul, Nelson Mandela (82% de aprovação), o ex-presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt (66%), e o general francês Charles De Gaulle (55%).
Fernando Henrique Cardoso (PSDB), antecessor de Lula, tinha 26% de aprovação após dois mandatos, segundo levantamento da CNT/Sensus de 2001.
A avaliação da popularidade de Lula é resultado da 110ª edição da pesquisa CNT/Sensus, para a qual foram entrevistadas duas mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 23 e 27 de dezembro de 2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Segundo o levantamento, a aprovação do desempenho pessoal do presidente está em 87%, contra 80,7% da pesquisa anterior. Cerca de 10,7% dos entrevistados desaprovam o presidente e 2,4% não responderam.
Ainda que a aprovação pessoal e do governo Lula sejam recordes, a saúde é apontada como a única variável que piorou nos últimos seis meses por 37% dos entrevistados.
Em sentido contrário, a geração de emprego é apontada como índice que melhorou por 63,7% dos entrevistados. As políticas voltadas à educação e à segurança pública nos últimos também foram apontadas como positivas por 43,3% e 38,1%, respectivamente.
Do ponto de vista econômico, o Brasil "desenvolveu muito" para 63,9% daqueles que responderam à pesquisa, "desenvolveu um pouco" para 30,4% e "não desenvolveu" para 3,7%. Quando considerados os programas e políticas sociais, o governo "desenvolveu muito" para 57,8%, "desenvolveu um pouco" para outros 35,6% e "não desenvolveu" para 4,1%.
"A popularidade (de Lula e do governo) é impulsionada muito pela situação econômica, geração de empregos", afirmou Andrade.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Até logo, Lula:O legado de Lula

Na manchete da Folha, o chororô;Governo Lula põe propaganda em 8.094 órgãos de imprensa...Desde 2003, aumento é de 1.522% em rádio, televisão, jornal, revista e blog atendidos

É natural que um governo que fez tanto pelo Brasil, possa informar a população tudo o que foi e está sendo feito.E para isso, o governo busca espaço na mídia alternativa, já que os grandes meios de comunicações escondem as boas notícias vindas do Planalto.

Nunca antes na história deste país um Presidente deixou o poder com índice de aprovação de 87%, taxa de crescimento acima de 7%, desemprego na casa dos 6%, inflação controlada. Em balanço recente apresentado pelo Banco Central está a confirmação de que a economia brasileira vai bem, está estabilizada, cria empregos e aumenta a renda.

De 2003 até setembro último, foram geradas 14,7 milhões de vagas formais, por exemplo.

No governo Lula a crise financeira mundial, graças à expansão do crédito e a incentivos setorizados, virou marolinha com a economia sendo puxada e influenciada por segmentos como construção, indústria automobilística e de eletrodomésticos.

Nos oito anos de mandato, o número de pessoas que contraíram empréstimo acima de R$ 5 mil passou de 9 milhões, em 2005, para 25,5 milhões em 2010. A classe média recebeu a inclusão de 35,7 milhões de brasileiros e o consumo se expandiu ainda mais com o reforço de 20,5 milhões de pessoas que, literalmente, deixaram a chamada linha da pobreza. No entanto, a imprensa não viu esses números. Não divulgou.

Além da popularidade de Lula, há a aprovação do governo federal, com 87%, segundo o último levantamento do Ibope.

Dilma

O desafio da presidente Dilma Rousseff será manter esse ritmo. Caso consiga, a política econômica e social poderá até 2014 ampliar a classe média em 36 milhões de brasileiros e outros 14,5 milhões de pessoas serão tiradas da pobreza absoluta. Essa é a expectativa de 62% das pessoas, de acordo com a última pesquisa do Ibope, de que ela toque no mesmo diapasão de Lula e dê sequência ao que tem sido feito. É sem dúvida um porcentual de apoio expressivo, um voto de confiança igualmente sem comparação na história do país, mas que faz crescer a responsabilidade da nova presidente.
 
Os Amigos do Presidente Lula

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Quem são os verdadeiros Espíritas?


 Reconhece-se o verdadeiro Espírita
pela sua transformação moral,
e pelos esforços que faz para
domar suas más inclinações.

(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

Ponderando com Allan Kardec, torna-se simples definir quem é Verdadeiro Espírita, afinal os podemos reconhecer pelos esforços que fazem em transformar-se em pessoas moralmente melhores e em domar suas más inclinações, geradas pelas imperfeições milenares que todos carregamos na alma imortal.
No entanto, embora o desejássemos, a temática é mais complexa do que podemos pensar inicialmente. Observando com um pouco de atenção, podemos facilmente reconhecer “muitos espíritas ainda adormecidos” perante suas responsabilidades, adquiridas através dos esclarecimentos que a Codificação oferta a 152 anos.
Vemos pessoas que se intitulam espíritas apenas porque são ávidas leitoras de Zíbia Gasparetto, apreciam o seriado Ghost Whisperere, assistiram às novelas e filmes espíritas ou espiritualistas. Vão em Terapia de Regressão a Vidas Passadas para saberem se foram reis ou rainhas. Aliás, quando se designam de espíritas pode-se até respirar feliz, pois há quem se auto-intitule de kardecista, como se o espírita seguisse a pessoa Kardec e não a obra dos Espíritos que ele codificou.
Há quem se diga “espírita sem jamais ter lido O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Que é o Espiritismo, o Livro dos Médiuns, O Céu e o Inferno, a Gênese e as Obras Póstumas, então, nem se comenta, e sem nunca ter se comprometido com o Evangelho no Lar, porque “esquece”, “algo dá errado” ou parece que está “falando sozinho”.
Há quem se afirme espírita mas ainda faz o “sinal da cruz”, diz “amém” ao final de suas preces, repete orações decoradas, chama Maria de virgem, bate cartão no cemitério em dia de Finados, batiza seus filhos em outra religião, por apego ao rito ou medo dele ser considerado “Ateu”, e casa-se na igreja com a justificativa de que Deus está em todo lugar, e Ele está, mas é ilógico caminhar por duas estradas ao mesmo tempo, especialmente quando se contradizem no trajeto.
Há quem se diga espírita porque vai ao Centro Espírita buscar o passe e a água fluidificada, e de boa vontade, ouve a palestra esclarecedora sobre valores morais imprescindíveis à transformação íntima. E na saída compra ou empresta um romance, retornando ao lar certo de que fez tudo o que podia. Mas continua sendo assistido em vez de servidor.
espíritas que fazem de Bezerra de Menezes um espírito santo, em vez de reconhecê-lo um incansável trabalhador do Bem que todos podemos imitar; que garantem que Chico Xavier foi Kardec; que fazem tietagem a Divaldo Pereira Franco; que pensam que André Luiz é espírito superior e não vai mais encarnar na Terra; que lêem admirados obras de autores que dizem que espírito engravida; que se preocupam em saber se seus filhos são índigo ou cristal; que conseguem justificar sua ânsia por um bom filé mal passado através de O Livro dos Espíritos.
Há alguns “pobres espíritas que se deixam levar pela vaidade, achando que são privilegiados por serem médiuns ou expositores, dirigentes de trabalhos ou de Centros Espíritas; que não saem do Centro sem uma psicografia do seu mentor, que usam os Estudos Sistematizados Doutrina Espírita como Bíblia, e para o qual a assinatura de nome nobre em uma obra é garantia de verdade e por isso não precisa ser questionada.
O Verdadeiro Espírita realmente o é, repetindo ainda uma vez a Kardec, reconhecido por sua transformação moral e pelos esforços em domar as más inclinações que ainda carrega. Mas também o é porque estuda a Codificação inteira e, além dela, busca completar seu conhecimento estudando outras obras sérias, discutindo, comparando, usando a razão, nada aceitando sem refletir a respeito.
O Verdadeiro Espírita não deseja continuar a utilizar os apoios milenares que hoje chamamos (por sua função) de “muletas”, e que por séculos sustentaram-nos a fé cega, frágil e inconstante, muitas vezes manifestada apenas porque foi gerada pelo medo, não pela compreensão da Vida e amor ao Criador.
O Verdadeiro Espírita não faz do passe uma necessidade, nem da água fluidificada uma vitamina diária. Não faz cara de ingênuo enquanto coloca o mesmo nome nos pedidos de vibrações de vários Centros, pensando que várias equipes de espírito irão ajudar, em vez de uma só. E ele não é feito de açúcar, se está comprometido com o trabalho, não teme a chuva e o frio, cumprindo sempre com sua parte.
O Verdadeiro Espírita não julga todas as dores como atestado de culpabilidade, porque sabe que além de expiações, também vivemos em provas. E ele sabe que é preciso confiar que não existem acasos, e sempre será o que deve ser, mas que neste contexto temos que agir com precaução, responsabilidade, resignação e coragem.
O Verdadeiro espírita não diz que não lê Ramatis porque alguém que também não leu lhe disse que ele é um espírito pseudo-sábio, mas se concordar com essa idéia foi porque tirou suas próprias conclusões, da mesma forma que o faz com outros autores encarnados ou não. E não se esquece da objetiva mensagem de Paulo de Tarso, em I Tessalonicenses 5:21, que diz "Examinai tudo. Retende o que é bom.
O Verdadeiro Espírita não se considera dono da verdade, e por isso não tenta convencer ninguém a lhe aceitar as opiniões (aliás, não precisam aceitar as minhas!), não se melindra porque seus alvitres não são aceitos, não se exclui de um grupo porque não foi atendido em sugestão que ofertou para a resolução de um problema ou organização de um evento. Ele trabalha em grupo, democraticamente, cioso de fazer o melhor pelo Espiritismo, pelos Assistidos, pelos espíritos, pela Causa Social, e não pelo seu Ego.
O Verdadeiro Espírita não faz de conta que já vive de bônus-hora, reconhece que permanece encarnado, cumpre com as responsabilidades para com “César” (coisas do mundo) sem deixar de lado as coisas de Deus (espirituais). Ele vota, se candidata, contribui financeiramente com o sustento da Casa a que se vinculou, sem fingir que despesas se pagam com preces.
O Verdadeiro Espírita lerá este texto até o final e reconhecerá que algumas realidades podem ter sido ditas; verificará se lhe servem, ponderando nos motivos que ainda o prendem a rituais de outras religiões, satisfação egoística, fanatismo e cegueira. E se admitir que realmente esteja se desviando do sentimento original do Espiritismo, ele procurará domar estas inclinações, estimuladas pelo mundo competitivo em que vivemos, bem como por falanges de espíritos inferiores que há muito desistiram de nos afastar da preciosa Doutrina de Luz, e focam atenção em perverter seus nobres ideais.
Este é o espírita que fará diferença no mundo sob este título. Aqueles que se dizem espíritas mas ainda caminham paralelamente ao Espiritismo, também são excelentes cristãos, pessoas boníssimas, fazem toda a diferença, mas não são espíritas, são  simpatizantes da Doutrina dos Espíritos.
Fraternais abraços!
Vania Mugnato de Vasconcelos


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

BLOG DO PLANALTO DESMONTA 'O GLOBO'

"...Quem leu ou vier a ler o caderno especial do jornal O Globo sobre a Era Lula não terá dúvida: a direção do jornal, seus editores e analistas estão entre os 3% a 4% de brasileiros que consideram o Governo Lula ruim ou péssimo.Para eles, a aprovação de mais de 80% alcançada pelo presidente Lula e seu governo ao final de oito anos de mandato é um mistério. Talvez uma ilusão ou uma hipnose coletiva, que estaria impedindo o povo de enxergar a realidade. Para O Globo e seus analistas, o Brasil avançou muito pouco na Era Lula e os poucos avanços teriam sido apesar do governo e não por causa de suas ações..." (Blog do Planalto; 21-12. Leia mais:  http://blog.planalto.gov.br/)

Lula visita o Alemão para testar teleférico do PAC


O Presidente Lula será o primeiro passageiro do teleférico que integrará as comunidades do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Nesta terça-feira (21), ele fará uma viagem simbólica de inauguração do novo sistema de transporte, que só estará disponível para os moradores da região a partir de março de 2011. A visita de Lula ao conjunto de favelas é tida como passo estratégico de afirmação da política de segurança do Estado, que recentemente, em conjunto com as Forças Armadas, realizou uma megaoperação para acabar com o domínio do tráfico de drogas na área.

Na última quinta-feira (16), agentes da Presidência visitaram o local para checar as condições de segurança e definir o planejamento da visita. De acordo com o cronograma, Lula deve embarcar em um trem da Central do Brasil por volta de 9h em direção à estação de Bonsucesso. De lá, o presidente segue em uma gôndola para uma das bases do teleférico, instalada no morro da Baiana. No local, Lula terá um encontro com lideranças das comunidades do Alemão e com representes do grupo "Mulheres de Paz" (previsto para ocorrer às 10h30).

Às 12h, o presidente se encaminha para outra comunidade carioca, a Rocinha, região na qual participará da inauguração de 144 casas populares construídas pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Saiba mais sobre o teleférico

O teleférico, que também integra a lista de empreendimentos do PAC, custou R$ 125 milhões. O sistema de transporte, inspirado no "Metro Cable" de Bogotá, na Colômbia, possui 152 gôndolas com capacidade para dez pessoas cada. A capacidade prevista é de 3.000 passageiros por hora e 30 mil por dia. São, no total, seis estações entre Bonsucesso e a favela da Fazendinha.

Nesta fase final de testes, sete gôndolas circularão por duas estações para checar a eletromecânica do sistema. Estima-se que o tempo médio de viagem por todo o Alemão será reduzido para 16 minutos (atualmente, é de quase uma hora e meia).

A passagem presidencial pelo Rio de Janeiro é mais uma demonstração pública de união entre as três esferas de poder no Rio: municipal, estadual e federal. Nesta segunda-feira (20), Lula esteve ao lado do governador Sérgio Cabral (PMDB) e do prefeito Eduardo Paes (PMDB) no lançamento da pedra fundamental da nova sede da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em breve discurso, ele enalteceu o trabalho em conjunto e se disse feliz com a hospitalidade com a qual foi recebido na cidade.

Esta será a sexta visita de Lula ao Complexo do Alemão e a primeira após a ocupação no conjunto de favelas.

Durante o processo de tomada do Alemão, o presidente se colocou mais de uma vez à disposição do governador para dar apoio logístico e chegou a enviar à cidade o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a fim de articular a operação integrada com as Forças Armadas. Pelo menos 2.000 homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica participaram da força-tarefa, além do uso de tanques de guerra e outros equipamentos cedidos pelo governo federal. A ação foi uma resposta a mais uma onda de violência orquestrada pelo crime organizado (a terceira nos últimos oito anos), na qual mais de cem carros e ônibus foram incendiados.

Com a chegada do teleférico e a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro –previstas para o primeiro semestre de 2011–, a ideia do governo estadual é transformar a comunidade.

O Complexo do Alemão ocupa espaço nobre na distribuição de obras do PAC: até agora foram construídas 728 casas populares, com gasto total de R$ 725 milhões, segundo o governo. O PAC também construiu no local o colégio estadual Jornalista Tim Lopes, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e um centro de educação tecnológica e profissionalizante.
 
Uol

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Nova ação no STF pela regulação da mídia

Reproduzo importante mensagem postada no Blog do Altamiro Borges que lhe fora enviada pelos professores Fabio Konder Comparato e Maria Victoria de Mesquita Benevides. Por favor, ajude a divulgá-la:

Caros amigos,

Acabamos de saber que foi protocolada e registrada, no Supremo Tribunal Federal, a Ação de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO-11) proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Comunicação e Publicidade - Contcop.

O objetivo dessa ADO é chamar a atenção da sociedade civil e dos órgãos do Estado para o fato de que, 22 anos após a promulgação da Constituição vigente, alguns dispositivos constitucionais - no caso, referentes aos meios de comunicação de massa, imprensa, rádio e televisão - ainda carecem de regulação por lei. Três pontos são especialmente relevantes:

1- A garantia do direito de resposta a qualquer pessoa ofendida através dos meios de comunicação de massa;

2- A proibição do monopólio e do oligopólio no setor;

3- O cumprimento, pelas emissoras de rádio e tv, da obrigação constitucional de dar preferência a programação de conteúdo informativo, educativo e artístico, além de priorizar finalidades culturais nacionais e regionais.

Como é evidente que tais propostas não interessam aos proprietários dos meios de comunicação de massa, a divulgação dessa notícia e o consequente acompanhamento do processo ficam na dependência das campanhas das centrais sindicais, de grupos de pressão sobre o Congresso Nacional e, sobretudo, da divulgação nos sites e nos blogs comprometidos com as práticas democráticas.

Grande abraço,

Fabio Konder Comparato

Maria Victoria de Mesquita Benevides

PS- Solicitamos a gentileza de divulgarem para blogs, sites e listas.

domingo, 12 de dezembro de 2010

ESPETACULAR! !!! Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas.

Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.                 
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
                                                                     
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.
                                                                     
Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
                                                                     
http://www.senado. gov.br/sf/ atividade/ Materia/detalhes .asp?p_cod_ mate=82166
                                                                     
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007                         
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

IDÉIA SENSACIONAL! !!!
 
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007
 
PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007
 
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º
Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.

Art. 2º
Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.
Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.
 
JUSTIFICAÇÃO
No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais – vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice- Presidente da República – deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras.
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos: a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo; b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.
c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;
d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão.
Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações – uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo –, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.

Sala das Sessões,
Senador CRISTOVAM BUARQUE