quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

cicero critica

Quarta, 5 de Janeiro de 2011 - 15h29
Cícero diz que não dará trégua a RC: “se errar, critico”
Um dos principais líderes da oposição no Estado, o senador Cícero Lucena (PSDB) declarou hoje que não integrará o grupo que anunciou trégua de cem dias para o governador Ricardo Coutinho (PSB).
“Se errar agora, deve ser criticado agora”, disse Lucena, admitindo, porém, não estar sintonizado com as primeiras ações anunciadas por Coutinho – entre as quais as exonerações de comissionados, prestadores de serviço e a jornada dupla no expediente das repartições públicas.
Disputa no ninhoAlém de não acompanhar os atos do governo, o senador garantiu que não sabia do anúncio do ex-governador Cássio Cunha Lima, de que estaria disposto a disputar o comando do PSDB na Paraíba.
“Ele não me disse nada”, finalizou.

Cardozo: Suposta crise entre partidos da base aliada é invenção da oposição

Não existe crise entre a base aliada do governo Dilma. As afirmações partem tanto do vice-presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB, como de lideranças petistas.

Nesta quarta-feira (5) pela manhã, em entrevista exclusiva ao portal do PT, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que é também secretário-geral nacional do PT, reafirmou que a crise é uma invenção da oposição.

“Não se pode falar em nenhum momento em crise. Ao contrário, temos uma profunda identidade com o PMDB e com os todos os partidos da base governistas”, enfatizou Cardozo.

Segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 às 18:59

Brasil pode ter escola para segurança e desenvolvimento social

A Organização das Nações Unidas (ONU) poderá instalar no Brasil uma escola voltada para segurança e desenvolvimento social. O tema fez parte da conversa telefônica, no fim de tarde desta segunda-feira (3/1), entre a presidenta Dilma Rousseff e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Os detalhes do telefonema foram revelados pelo assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, professor Marco Aurélio Garcia.
De acordo com Garcia, durante cerca de 15 minutos a presidente Dilma e o secretário Ban Ki-moon conversaram sobre a importância de se debater questões sobre segurança e desenvolvimento no âmbito do Conselho de Segurança. Num primeiro momento, segundo Garcia, o secretário-geral da ONU parabenizou a presidenta Dilma pela posse e trocou impressões sobre o papel do Brasil no Haiti.
Marco Aurélio informou ainda aos jornalistas que conversou com autoridades haitianas que estiveram em Brasília para a cerimônia de posse da presidenta e disse que elas estão dispostas a aceitar a avaliação de representantes das Organizações dos Estados Americanos (OEA) sobre as eleições ocorridas recentemente no Haiti.
O assessor para Assuntos Internacionais da Presidência falou também sobre as futuras viagens internacionais da presidenta Dilma, informando que ela recebeu convite para visitar cerca de 50 países. Os planos iniciais são de visitar Argentina, Uruguai, Estados Unidos e China. Em fevereiro, Dilma irá ao Peru, participar de uma reunião entre representantes de países sul-americanos e árabes. Além disso, entre julho e setembro, a presidenta conhecerá a Bulgária, terra natal de seu pai.
Os jornalistas questionaram Garcia sobre os temas Irã, estado palestino e a decisão do governo de não extraditar o italiano Cesare Battisti. Segundo assessor, foram mantidas conversas com representantes do Irã sobre o acordo do uso de energia nuclear para fins pacíficos. Foi enfatizado também, segundo o professor, sobre a necessidade de reconhecimento do estado palestino. Marco Aurélio Garcia lembrou decisão tomada pelo ex-presidente Lula que reconheceu o estado palestino e frisou que seu sucesso depende da união do povo palestino.
Nas conversas mantidas com interlocutores iranianos foram abordadas questões sobre os direitos humanos mas, conforme explicou, o tema ficou apenas no campo filosófico. A presidenta Dilma também recebeu convite para visitar o Irã, mas não há decisão sobre quando isso ocorrerá. Já com relação ao caso Battisti, o governo brasileiro informou que não há novidades.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Seis governadores do PSDB irão à posse de Dilma

Governadores eleitos mudam horário da própria posse para prestigiar presidenta eleita em Brasília

Nara Alves, iG

Ao menos seis governadores eleitos pelo PSDB estarão na posse da presidenta eleita, Dilma Rousseff, do PT, no sábado, dia 1º de janeiro. Dos partidos que fazem oposição ao governo federal, apenas tucanos confirmaram presença em Brasília. Os governadores eleitos pelo DEM já recusaram o convite da Presidência para a cerimônia.

As lideranças tucanas Geraldo Alckmin (São Paulo), Beto Richa (Paraná), Marconi Perillo (Goiás), Tetônio Vilela (Alagoas), Anchieta Júnior (Roraima) e Siqueira Campos (Tocantins) confirmaram que participarão do evento. Simão Jatene (Pará) não confirmou presença e Antonio Anastasia (Minas Gerais) foi o único governador tucano eleito que avisou que estará ausente.

Siqueira Campos chegou a alterar o horário de sua própria posse para conseguir estar em Brasília a tempo da cerimônia no Palácio do Itamaraty. O PSDB solicitou a antecipação da posse do governador do Tocantins das 9h para as 8h. Tudo para que ele pudesse estar, às 11h, embarcando para o Distrito Federal.”
Matéria Completa, ::Aqui::

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Ministro contesta Veja e acusa publicação por 'má vontade e preconceito'

 

O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, enviou nesta semana uma carta à revista Veja, em que contesta a afirmação de que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi "o mais corrupto da República".

"Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia?", indaga Hage.

Leia a íntegra:

Sr. Editor,
Apesar de não surpreender a ninguém que haja acompanhado as edições da sua revista nos últimos anos, o número 52 do ano de 2010, dito de "Balanço dos 8 anos de Lula", conseguiu superar-se como confirmação final da cegueira a que a má vontade e o preconceito acabam por conduzir.
Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se "de que país a Veja está falando?".
E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular.
Se isso se aplica a todas as "matérias" e artigos da dita Retrospectiva, quero deter-me especialmente às páginas não-numeradas e não-assinadas, sob o título "Fecham-se as cortinas, termina o espetáculo". Ali, dentre outras raivosas adjetivações (e sem apontar quaisquer fatos, registre-se), o Governo Lula é apontado como "o mais corrupto da República".
Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81?
Ou será por ser este o primeiro Governo que fortaleceu a Controladoria-Geral da União e deu-lhe liberdade para investigar as fraudes que ocorriam desde sempre, desbaratando esquemas mafiosos que operavam desde os anos 90, (como as Sanguessugas, os Vampiros, os Gafanhotos, os Gabirus e tantos mais), e, em parceria com a PF e o Ministério Público, propiciar os inquéritos e as ações judiciais que hoje já se contam pelos milhares? Ou por ter indicado para dirigir o Ministério Público Federal o nome escolhido em primeiro lugar pelos membros da categoria, de modo a dispor da mais ampla autonomia de atuação, inclusive contra o próprio Governo, quando fosse o caso? Ou já foram esquecidos os tempos do "Engavetador-Geral da República"?
Ou talvez tenha sido por haver criado um Sistema de Corregedorias que já expulsou do serviço público mais de 2.800 agentes públicos de todos os níveis, incluindo altos funcionários como procuradores federais e auditores fiscais, além de diretores e superintendentes de estatais (como os Correios e a Infraero).
Ou talvez este seja o governo mais corrupto por haver aberto as contas públicas a toda a população, no Portal da Transparência, que exibe hoje as despesas realizadas até a noite de ontem, em tal nível de abertura que se tornou referência mundial reconhecida pela ONU, OCDE e demais organismos internacionais.
Poderia estender-me aqui indefinidamente, enumerando os avanços concretos verificados no enfrentamento da corrupção, que é tão antiga no Brasil quanto no resto do mundo, sendo que a diferença que marcou este governo foi o haver passado a investigá-la e revelá-la, ao invés de varrê-la para debaixo do tapete, como sempre se fez por aqui.
Peço a publicação.
Jorge Hage Sobrinho
Ministro-Chefe da Controladoria-Geral da União"

Aprovação popular de Lula é a maior do mundo, aponta pesquisa Sensus



A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que encerra oito anos de governo com 87% de aprovação, é a maior do mundo, afirmou nesta quarta-feira (29) o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade.

Segundo Andrade, Lula está à frente da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, que tinha 84% de aprovação quando deixou o governo, e do ex-mandatário uruguaio Tabaré Vázquez, que teve 80% ao final do mandato.
O presidente da CNT também comparou o desempenho de Lula com líderes mundiais históricos, entre os quais o primeiro presidente negro da África do Sul, Nelson Mandela (82% de aprovação), o ex-presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt (66%), e o general francês Charles De Gaulle (55%).
Fernando Henrique Cardoso (PSDB), antecessor de Lula, tinha 26% de aprovação após dois mandatos, segundo levantamento da CNT/Sensus de 2001.
A avaliação da popularidade de Lula é resultado da 110ª edição da pesquisa CNT/Sensus, para a qual foram entrevistadas duas mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 23 e 27 de dezembro de 2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Segundo o levantamento, a aprovação do desempenho pessoal do presidente está em 87%, contra 80,7% da pesquisa anterior. Cerca de 10,7% dos entrevistados desaprovam o presidente e 2,4% não responderam.
Ainda que a aprovação pessoal e do governo Lula sejam recordes, a saúde é apontada como a única variável que piorou nos últimos seis meses por 37% dos entrevistados.
Em sentido contrário, a geração de emprego é apontada como índice que melhorou por 63,7% dos entrevistados. As políticas voltadas à educação e à segurança pública nos últimos também foram apontadas como positivas por 43,3% e 38,1%, respectivamente.
Do ponto de vista econômico, o Brasil "desenvolveu muito" para 63,9% daqueles que responderam à pesquisa, "desenvolveu um pouco" para 30,4% e "não desenvolveu" para 3,7%. Quando considerados os programas e políticas sociais, o governo "desenvolveu muito" para 57,8%, "desenvolveu um pouco" para outros 35,6% e "não desenvolveu" para 4,1%.
"A popularidade (de Lula e do governo) é impulsionada muito pela situação econômica, geração de empregos", afirmou Andrade.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Até logo, Lula:O legado de Lula

Na manchete da Folha, o chororô;Governo Lula põe propaganda em 8.094 órgãos de imprensa...Desde 2003, aumento é de 1.522% em rádio, televisão, jornal, revista e blog atendidos

É natural que um governo que fez tanto pelo Brasil, possa informar a população tudo o que foi e está sendo feito.E para isso, o governo busca espaço na mídia alternativa, já que os grandes meios de comunicações escondem as boas notícias vindas do Planalto.

Nunca antes na história deste país um Presidente deixou o poder com índice de aprovação de 87%, taxa de crescimento acima de 7%, desemprego na casa dos 6%, inflação controlada. Em balanço recente apresentado pelo Banco Central está a confirmação de que a economia brasileira vai bem, está estabilizada, cria empregos e aumenta a renda.

De 2003 até setembro último, foram geradas 14,7 milhões de vagas formais, por exemplo.

No governo Lula a crise financeira mundial, graças à expansão do crédito e a incentivos setorizados, virou marolinha com a economia sendo puxada e influenciada por segmentos como construção, indústria automobilística e de eletrodomésticos.

Nos oito anos de mandato, o número de pessoas que contraíram empréstimo acima de R$ 5 mil passou de 9 milhões, em 2005, para 25,5 milhões em 2010. A classe média recebeu a inclusão de 35,7 milhões de brasileiros e o consumo se expandiu ainda mais com o reforço de 20,5 milhões de pessoas que, literalmente, deixaram a chamada linha da pobreza. No entanto, a imprensa não viu esses números. Não divulgou.

Além da popularidade de Lula, há a aprovação do governo federal, com 87%, segundo o último levantamento do Ibope.

Dilma

O desafio da presidente Dilma Rousseff será manter esse ritmo. Caso consiga, a política econômica e social poderá até 2014 ampliar a classe média em 36 milhões de brasileiros e outros 14,5 milhões de pessoas serão tiradas da pobreza absoluta. Essa é a expectativa de 62% das pessoas, de acordo com a última pesquisa do Ibope, de que ela toque no mesmo diapasão de Lula e dê sequência ao que tem sido feito. É sem dúvida um porcentual de apoio expressivo, um voto de confiança igualmente sem comparação na história do país, mas que faz crescer a responsabilidade da nova presidente.
 
Os Amigos do Presidente Lula