XIII Salão de Artesanato Paraibano
Cerca de 400 artistas participam do evento. Salão é uma realização do Sebrae com a parceria do Governo do Estado, Eletrobrás, Banco do Brasil, entre outros.
Data: 14/01/2011 a 06/02/2011
Local: Espaço Cultural - João Pessoa
Hora: 15h às 22h
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Cinema
I Mostra Godard
Homenagem aos 50 anos de Nouvelle Vague com exibição de filmes, debates e música.
Data: 17/01/2011
Local: Sala de Cultura Lauro Xavier - Rua Rodrigues de Aquino - Centro
Hora: 19h
Preço: Entrada franca
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Forró
Harém das Bakaninhas
Shows com a banda Forró Bakana todas as quartas-feiras.
Data: 19/01/2011
Local: O Bosque Bar - Bessa - João Pessoa
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Quinta Empareada
Forró da Xêta & Felipe Lemos
Em janeiro, todas as quintas-feiras do Zodíaco serão de muito forró com as bandas Forró da Xeta, Felipe Lemos e Forró Bakana. Informações e reservas (83) 3247-4711.
Data: 20/01/2011
Local: Zodíaco Bar - Tambaú - João Pessoa
Hora: 23H
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Cinema na Orla
"O Contador de Filmes” e “O Homem que Engarrafava Nuvens”
Filmes encerram a programação do projeto que aconteceu nas quintas-feiras durante mês de janeiro. Filmes foram exibidos durante o Estação Nordeste.
Data: 20/01/2011
Local: Busto de Tamandaré - João Pessoa
Hora: 19h
Preço: Entrada franca
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Forró da Xêta
Banda Forró da Xêta apresenta o melhor do estilo na Choperia Chopp Time Street, que fica na Avenida Argemiro de Figueiredo no Bessa, em João Pessoa.
Data: 20/01/2011
Local: Choperia Chopp Time Street - Bessa - João Pessoa
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Festa
Encontro dos Amigos
Shows com as bandas Seu Madruga & o Poder do Algo Mais, Tal de Xote e Meio Free. Informações e reservas pelo telefone (83) 8842-7269.
Data: 21/01/2011
Local: O Bosque Bar - Bessa - João Pessoa
Hora: 22h
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Estação Nordeste
Uxia
Noite tem as apresentações de Fernanda Cabral, da cantora portuguesa Uxia e do grupo Mawaca.
Data: 21/01/2011
Local: Ponto de Cem Réis - Centro - João Pessoa
Hora: 21h
Preço: Entrada franca
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Estação Nordeste
Maria Bethânia
Estação Nordeste apresenta a cantora baiana Maria Bethânia. Na abertura, show do grupo paraibano Clã Brasil.
Data: 22/01/2011
Local: Busto de Tamandaré - Praia de Tambaú - João Pessoa
Hora: 21h
Preço: Entrada franca
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Festival
Fest Verão Paraíba - 3º dia
Último dia tem shows de Asa de Águia, banda Revelação, Garota Safada e Forró da Xêta. Ingressos no site www.ingressorapido.com.br e no stand na aven
Data: 23/01/2011
Local: Praia de Intermares - Cabedelo
Preço: R$ 85 (individual para camarote) / R$ 45 (meia-entrada para pista) / R$ 90 (inteira para pista)
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Forró
Harém das Bakaninhas
Shows com a banda Forró Bakana todas as quartas-feiras.
Data: 26/01/2011
Local: O Bosque Bar - Bessa - João Pessoa
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Cinema na Orla
"Cinema, Aspirinas e Urubus” e “Depois da Curva”
Data: 27/01/2011
Local: Busto de Tamandaré - João Pessoa
Hora: 19h
Preço: Entrada franca
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Ensaio da Xêta
Forró Bakana e Jeito Sertanejo
Durante o mês de janeiro a banda Forró da Xêta vai ensaiar, nas quintas-feiras, com convidados. Desta vez a animação fica por conta de Forró Bakana e Jeito Sertanejo.
Data: 27/01/2011
Local: Golfinho Bar e Restaurante - Jacaré - Cabedelo
Hora: 22h
Preço: R$ 15
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Estação Nordeste
Manu Chao
Último dia do festival Estação Nordeste tem a banda Sex on the Beach, de Campina Grande, e o músico francês Manu Chao.
Data: 29/01/2011
Local: Busto de Tamandaré - Praia de Tambaú - João Pessoa
Hora: 21h
Preço: Entrada franca
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
AGENDA CULTURAL.
Política
Petistas controlam 60% dos cargos do governo federal
A hegemonia do PT no governo Dilma Rousseff se revela mais pelo domínio
dos cargos na administração federal do que pelo controle das verbas
orçamentárias.
Segundo levantamento feito pela Folha, os ministérios entregues aos petistas, que movimentam pouco mais de 30% de todo o Orçamento da União, abrigam algo em torno de 60% dos cargos de livre nomeação existentes na Esplanada.
Em potencial, são 13,4 mil postos de comando e assessoria, incluindo os do gabinete presidencial, a serem oferecidos a especialistas do setor privado ou apadrinhados políticos, aos servidores públicos mais talentosos ou os mais alinhados às chefias.
No total, o Executivo dispõe de 21,7 mil cargos desse tipo, disputados pelos partidos e conhecidos no jargão brasiliense pelas siglas NES (Natureza Especial) e, principalmente, DAS (Direção e Assessoramento Superiores) --cujos níveis vão de um a seis, crescentes conforme a posição do nomeado na hierarquia federal.
Máquina pública
Trata-se de um número elevado para os padrões do mundo desenvolvido, no qual uma burocracia estável prevalece nos postos de gerenciamento, de forma a preservar o funcionamento da máquina pública nas trocas de governo e reduzir o risco de ingerência partidária na gestão de pessoal.
O levantamento utilizou os dados mais atualizados disponíveis sobre cada ministério, tirando da conta o Banco Central, que possui um sistema próprio de cargos, e os comandos militares. Os resultados estão sujeitos a pequenos ajustes, porque são comuns remanejamentos de funções entre as pastas.
Sob o comando do PT estão os seis ministérios com mais cargos de livre nomeação --pela ordem, Fazenda, Saúde, Planejamento, Justiça, Desenvolvimento Agrário e Educação.
A supremacia ajuda a entender a insatisfação dos aliados, como o PMDB, interessado em manter ao menos os postos no segundo escalão da Saúde que obteve no segundo governo Lula.
Os petistas também encabeçam as pastas onde é maior o peso dos cargos de confiança na força de trabalho, casos da Secretaria de Direitos Humanos e do Ministério do Desenvolvimento Social, além, é claro, do gabinete presidencial e seus arredores, de vocação política mais evidente.
Aliados
Juntos, os ministérios entregues a partidos aliados não chegam a abrigar um quarto dos cargos totais.
Principal sócio do PT no governo, o PMDB conta em suas pastas com 14% dos cargos existentes no Executivo, percentual semelhante ao dos ministros sem partido.
Mais de 3.000 cargos foram criados ao longo da gestão petista, em boa parte devido ao aumento do número de pastas, de 26 para 37.
Entre os partidos brasileiros, o PT é o que tem mais tradição na cobrança de uma parcela do salário de seus governantes, parlamentares e militantes instalados em cargos públicos --a última modalidade foi vedada em 2007 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Com o argumento de que é preciso oferecer remuneração competitiva para atrair profissionais qualificados, a equipe de Dilma Rousseff estuda reajustar os valores dos DAS, atualmente entre R$ 2.116 e R$ 11.500 mensais.
Como servidores de carreira podem acumular parcialmente seus vencimentos e as comissões, o ganho médio dos nomeados é mais alto: varia de R$ 10,6 mil (DAS-1) a R$ 21,3 mil (DAS-6).
Segundo levantamento feito pela Folha, os ministérios entregues aos petistas, que movimentam pouco mais de 30% de todo o Orçamento da União, abrigam algo em torno de 60% dos cargos de livre nomeação existentes na Esplanada.
Em potencial, são 13,4 mil postos de comando e assessoria, incluindo os do gabinete presidencial, a serem oferecidos a especialistas do setor privado ou apadrinhados políticos, aos servidores públicos mais talentosos ou os mais alinhados às chefias.
No total, o Executivo dispõe de 21,7 mil cargos desse tipo, disputados pelos partidos e conhecidos no jargão brasiliense pelas siglas NES (Natureza Especial) e, principalmente, DAS (Direção e Assessoramento Superiores) --cujos níveis vão de um a seis, crescentes conforme a posição do nomeado na hierarquia federal.
Máquina pública
Trata-se de um número elevado para os padrões do mundo desenvolvido, no qual uma burocracia estável prevalece nos postos de gerenciamento, de forma a preservar o funcionamento da máquina pública nas trocas de governo e reduzir o risco de ingerência partidária na gestão de pessoal.
O levantamento utilizou os dados mais atualizados disponíveis sobre cada ministério, tirando da conta o Banco Central, que possui um sistema próprio de cargos, e os comandos militares. Os resultados estão sujeitos a pequenos ajustes, porque são comuns remanejamentos de funções entre as pastas.
Sob o comando do PT estão os seis ministérios com mais cargos de livre nomeação --pela ordem, Fazenda, Saúde, Planejamento, Justiça, Desenvolvimento Agrário e Educação.
A supremacia ajuda a entender a insatisfação dos aliados, como o PMDB, interessado em manter ao menos os postos no segundo escalão da Saúde que obteve no segundo governo Lula.
Os petistas também encabeçam as pastas onde é maior o peso dos cargos de confiança na força de trabalho, casos da Secretaria de Direitos Humanos e do Ministério do Desenvolvimento Social, além, é claro, do gabinete presidencial e seus arredores, de vocação política mais evidente.
Aliados
Juntos, os ministérios entregues a partidos aliados não chegam a abrigar um quarto dos cargos totais.
Principal sócio do PT no governo, o PMDB conta em suas pastas com 14% dos cargos existentes no Executivo, percentual semelhante ao dos ministros sem partido.
Mais de 3.000 cargos foram criados ao longo da gestão petista, em boa parte devido ao aumento do número de pastas, de 26 para 37.
Entre os partidos brasileiros, o PT é o que tem mais tradição na cobrança de uma parcela do salário de seus governantes, parlamentares e militantes instalados em cargos públicos --a última modalidade foi vedada em 2007 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Com o argumento de que é preciso oferecer remuneração competitiva para atrair profissionais qualificados, a equipe de Dilma Rousseff estuda reajustar os valores dos DAS, atualmente entre R$ 2.116 e R$ 11.500 mensais.
Como servidores de carreira podem acumular parcialmente seus vencimentos e as comissões, o ganho médio dos nomeados é mais alto: varia de R$ 10,6 mil (DAS-1) a R$ 21,3 mil (DAS-6).
domingo, 16 de janeiro de 2011
Não é intocável - A Lei de Responsabilidade Fiscal
No
Brasil, é comum a criação de mistificações para se atingir objetivos
políticos. É o caso da Lei de Responsabilidade Fiscal. Esse estandarte
do PSDB só entrou em vigor em 4 de maio de 2000, faltando cerca de um
ano e meio para o fim da era tucana, depois de uma longa farra fiscal e
cambial. Isso diz muito sobre a importância que os tucanos deram à LRF.
A aprovação tardia desta lei atendeu a um
objetivo: o estabelecimento de uma âncora fiscal para cobrir enormes
rombos dos cinco primeiros anos da gestão tucano-pefelista.
Entre 1995/99, o Brasil pagou um altíssimo
preço pelo populismo cambial: elevados déficit público e taxas de juros
e baixo crescimento da economia. Fora três visitas ao FMI de pires na
mão.
Governos devem ser julgados não pelos
discursos, mas pela prática. No caso da responsabilidade fiscal, os
números fiscais de FHC são um rosário de desastres. Em 1994, a dívida
total do setor público era de 30% do PIB; em 2002, depois de todas as
privatizações feitas supostamente para abater a dívida, saltou
oficialmente para 51% do PIB (o número foi manipulado , na verdade
alcançou 57%).
Nos governos Lula, sem privatizar nada e
nem maquiar números, caiu para 41% do PIB. E a presidente Dilma já
estabeleceu meta, para 2014, de 30% do PIB,
Nada contra metas e limites para despesas
com pessoal e para endividamento público, mas discordamos quando os
tucanos querem transforma a LFR em artigo de fé intocável.
O técnico de futebol pode aplicar uma
retranca num dia e jogar mais aberto no outro. O presidente Lula fez
ajuste fiscal no seu primeiro ano de governo, para tapar os enormes
rombos de FHC. Lula fortaleceu o Brasil e pôde ir para o ataque em
2008, para enfrentar a crise mundial, com exitosas políticas
anticíclicas.
Os tucanos, ao renunciarem ao projeto
nacional, parecem que querem condenar o Brasil a uma eterna política de
ajuste fiscal. Ora, governantes eleitos pelo PT sempre praticaram a
responsabilidade fiscal por óbvio dever de consciência, mesmo antes da
LRF.
Em 2002, o governo FHC instituiu um prêmio
para homenagear autoridades municipais que praticaram com mais rigor a
responsabilidade fiscal, e um dos principais premiados foi o prefeito
petista Neodi Saretta, de Concórdia (SC). Mas o PT foi proibido de
filmar a premiação, no Palácio do Planalto. O episódio sugere que o
PSDB pensa que é o dono da responsabilidade fiscal. Certamente não é. A
responsabilidade fiscal deveria ser dever de todos os que se atrevem a
entrar na vida pública.
Passada a campanha eleitoral, os
governadores eleitos - entre eles o de São Paulo - descobriram vícios
importantes na sacrossanta LRF. Chegaram à conclusão de que os estados
vão desembolsar em 2010 R$34 bilhões para pagar a dívida para com a
União. Ainda assim, o estoque da dívida aumentará em R$22 bilhões.
Pode-se concluir que agora, passadas as eleições, os tucanos querem
fazer algumas alterações na LRF. Acho que o PT - bem como o governo
Dilma - pode aceitar este debate, desde que ele seja travado em termos
racionais.
O general e a História.
Texto publicado no Jornal do Brasil
Se o general José Elito Siqueira disse o
que lhe foi atribuído, cometeu erro político irreparável e juízo
equivocado sobre a História. O erro político foi tocar em assunto
delicado e constrangedor, em qualquer governo democrático, e não só no
de Dilma Rousseff: o dos desaparecidos durante o regime militar. Se
assim pensava, não deveria ter aceitado o cargo.
Temos, sim, por que nos envergonhar do que
ocorreu em 1964 e em todos os anos que se seguiram. Todos, militares e
civis, sacerdotes e ateus, mulheres e homens, de esquerda e de direita,
do governo e da oposição, que vivemos aquele tempo, temos, uns menos,
outros mais, culpa pela supressão dos ritos democráticos.
Como diriam os anarquistas, não houve
inocentes, e, se os houve, eles também cometeram o pecado do
conformismo. Responsáveis foram dirigentes políticos de esquerda, que
avaliaram mal a correlação de forças e pretenderam queimar etapas,
ainda que o fizessem com os melhores sentimentos humanos, como os da
igualdade e da liberdade.
A História costuma ser implacável contra
os que violam seu ritmo e suas razões. Responsáveis, e com muito maior
dolo, foram os que se aliaram aos estrangeiros, esquecendo os nossos
interesses nacionais e os nossos valores, e se uniram aos Estados
Unidos no confronto da Guerra Fria, com o argumento de que as
fronteiras eram ideológicas e não geográficas.
As nossas razões eram as de não tomar
partido algum na disputa entre os brancos nórdicos, e muitos
brasileiros, em nome dos ideais de justiça e igualdade, defendiam –
mesmo depois do relatório Khruschev contra Stalin – a política externa
russa. Devíamos ter tido posição mais ativa no Grupo dos Não Alinhados.
Isso não nos impediria de continuar fazendo negócios com Moscou e com
Washington, como, aliás, americanos e soviéticos sempre fizeram entre
eles.
Temos, sim, que nos envergonhar. Também
foram responsáveis os que aplaudiam, nos estádios, o general
presidente, enquanto nas masmorras, jovens e velhos, mulheres e homens,
intelectuais, como Mário Alves, jornalistas, como Vladmir Herzog, e
operários, como Manuel Filho, eram torturados e trucidados. Lembro-me
do que me disse dom Paulo Arns, sobre aquele tempo. Contou-me que, ao
visitar, em São Paulo, as presas políticas, depois de ouvi-las,
queixou-se ao diretor do presídio. Ele se desculpou, dizendo que elas
exageravam, e que devia descontar uns 50% em suas queixas. Dom Paulo
lhe disse, então, que se apenas 5% do que se queixavam fossem verdade,
todos os culpados pelo que elas sofriam, incluídos ele e o
interlocutor, deviam ser condenados ao inferno. Responsáveis foram os
veículos de comunicação que não só aplaudiram a repressão como com ela
colaboraram e apoiaram o sistema autoritário, durante o período mais
sangrento daquelas duas décadas.
Anistia, voltamos a lembrar, é
esquecimento. Mas não podemos negar aos que perderam os seus filhos,
pais e irmãos, naqueles anos pesados, o direito de saber onde foram
sepultados, e as circunstâncias de sua morte. É da cultura de todos os
povos o respeito e a veneração aos mortos. Assim é de seu direito
resgatar seus restos e lhes dar sepultura, a fim de a eles levar as
lágrimas da saudade.
Temos, sim, que nos envergonhar, e muito,
todos os que vivemos aquele tempo. Não fizemos o bastante para evitar
que homens como Manuel Fiel Filho e Vladmir Herzog fossem mortos, da
forma como foram, sem nem mesmo o direito à honra do combate.
É hora de venerar os heróis que combateram
de peito aberto os inimigos em Guararapes, como lutou e morreu Marcílio
Dias, na Batalha do Riachuelo, e como pelejaram os heróis da FEB na
Itália, mas, acima de todos, Caxias, o grande pacificador nos
desencontros internos, que, uma vez vitorioso, recomendava a imediata
anistia política aos revoltosos.
Mauro Santayana é jornalista.
Ambientalistas do PT defendem urgência na aprovação de um novo Código Florestal
A
aprovação de um novo Código Florestal é uma das ações urgentes para que
o Brasil tenha desenvolvimento ambiental. Além disso, o Código é
fundamental principalmente para evitar tragédias e manter o Planeta em
equilíbrio. A conclusão foi da I Plenária da Secretaria Nacional de
Meio Ambiente e Desenvolvimento, do Partido dos Trabalhadores, que
aconteceu neste sábado (15), no Diretório Nacional, em Brasília.
Segundo o secretário ambiental do PT, Júlio Barbosa, é preciso empenho do Congresso Nacional para que o novo Código Florestal seja aprovado, com a urgência que a questão merece. Outro ponto abordado foi a questão da cultura em relação ao meio ambiente. “O setor produtivo não consegue entender ainda que a questão ambiental é importante para a sustentabilidade da produção”, disse Barbosa.
Na plenária do PT foram discutidos subsídios básicos que serão sugeridos ao programa ambiental do governo Dilma Rousseff. O evento também serviu para um balanço das ações ambientais no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Barbosa, as questões ambientais tiveram avanços significativos nos dois governos do presidente Lula, e agora, com Dilma, precisam avançar na questão legislativa. “O Brasil está vivendo num outro patamar, agora nós precisamos avançar muito mais ainda. O desafio para o desenvolvimento com sustentabilidade, que é o foco do governo da presidente Dilma, aponta para a formulação de uma agenda ambiental”.
A Secretaria Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT decidiu que em fevereiro acontecerá outro encontro. Na ocasião, serão apontadas sugestões específicas para o novo Código Florestal, que já está em tramitação no Congresso Nacional. (Ricardo Weg – Portal do PT)
ASSEMBLEIA
Deputados eleitos do PT fazem reunião para definir participação na Mesa Diretora
PT vai ocupar a 3ª secretaria na chapa do atual presidente Ricardo Marcelo
O deputado diplomado Luciano Cartaxo (PT) disse que o Partido dos Trabalhadores define até a próxima sexta-feira (15) o deputado da legenda que irá integrar a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.A bancada do PT na próxima legislatura decidiu apoiar a reeleição do presidente da Casa, deputado Ricardo Marcelo (PSDB), e irá participar da Mesa ocupando a 3º secretaria, mas o deputado que vai ser indicado ainda não foi definido.
Freis Anastácio, Anísio Maia e Luciano Cartaxo, pretendem que cada deputado do partido tenha um cargo na Assembleia. A proposta é que eles se dividam entre a 3º secretário da, líder de bancada e presidente de comissão permanente na Assembleia.
A chapa de reeleição ficou assim: Ricardo Marcelo ocupa a presidência, o 1º vice-presidente é Edmilson Soares (PSB), o 2º vice-presidente é Trócolli Júnior (PMDB) e o 3º vice-presidente será um dos três deputados do PT (ainda a ser indicado pela legenda). A 4ª vice-presidência vai para Janduhy Carneiro (PPS).
A lista segue com Branco Mendes (DEM) ocupando a 1ª secretaria, Arnaldo Monteiro (PSC) na 2ª secretaria e Daniela Ribeiro (PP) como 3ª secretária. Os suplentes da mesa serão André Gadelha (PMDB), Caio Roberto (PR) e Aníbal Marcolino (PSL).
BRIGA DO PT
Júlio Rafael diz que PT da Paraíba não tem juízo e que mandato do deputado Rodrigo Soares foi desastroso
Ele diz que PT da Paraíba não tem expressão
Júlio disse que o PT paraibano “precisa criar juízo” e disparou contra o mandato de Rodrigo. “ O mandato de Rodrigo foi desastroso”.
Ele disse que durante o governo do ex-presidente Lula, a legenda na Paraíba andou na contra-mão da história e não cresceu por falta de sanidade. “Hoje o PT é um partido sem expressão na Paraíba”.
Sobre a postura do PT no governo de Ricardo Coutinho, ele disse que a idéia de ser oposição não recebe amparo da executiva nacional do partido. Esta semana, o deputado eleito Luciano Cartaxo(PT), disse que o partido adotará uma posição independente na Assembleia Legislativa e não fará parte da base governista na Casa.
Júlio Rafael defende que o PT busque fazer aliança, nas eleições de 2012, com o PSB, o que pode caracterizar uma possível aliança a candidatura de reeleição do prefeito Luciano Agra em João Pessoa.
Écliton Monteiro - MaisPB
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