terça-feira, 6 de setembro de 2011

Marta Suplicy lidera pesquisa para prefeitura de SP, com José Serra em segundo


Fernando Haddad, outro possível candidato petista, aparece apenas com 2% das intenções de voto


Em pesquisa realizada pelo Datafolha, para a prefeitura de São Paulo, a pré-candidata petista, senadora Marta Suplicy e o tucano, José Serra, são os primeiro e segundo lugares, com 29% e 18%, respectivamente. O candidato do PCdoB, Netinho de Paula, está na quarta colocação com 8%, 5 pontos percentuais a menos que Celso Russomano (PP), com 13% da votação, em terceiro.
Em quinto lugar aparece Soninha Francine (PPS), com 6%, seguida de Paulinho da Força (PDT), 6%; Gabriel Chalita (PMDB), 3%; Eduardo Jorge (PV) e Luiz Borges D’Urso (PTB), cada um com 2%. Brancos e nulos somam 10% e 3% disseram não saber ainda em quem votar.

A enquete ouviu 1.039 moradores  da cidade na quinta-feira, com oito cenários diferentes. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Em outro cenário, quando o senador Aloysio Nunes é o candidato do PSDB, Marta chega a 31% na primeira colocação, Russomano em segundo com 15% e Netinho em terceiro, com 9%.

O candidato do PCdoB chega a 13 pontos percentuais, ficando em segundo lugar, quando a disputa têm José Serra (PSDB) e Russomano empatados em primeiro lugar, com 19% cada. Na nona colocação, Fernando Haddad (PT), com 2%.

Netinho aparece também na segunda colocação em outras três configurações diferentes de pleito, sempre com 15% dos votos. Mas nessas três simulações o candidato petista é sempre Haddad e o tucano não é Serra.

Já a candidata Soninha (PPS) oscila entre 6%, na pior classificação, quando Marta e Serra estão nas primeiras colocações, e 11% com Fernando Haddad (PT) e os tucanos Aloysio ou Aníbal.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Barbosa informa que Alas do PT se reúnem para discutir eleições em JP e CG


O presidente da executiva municipal do PT em João Pessoa, Antônio Barbosa, falou a imprensa sobre a decisão que coube a Paraíba na segunda etapa do 4º Congresso Nacional do partido, em Brasília, realizado neste final de semana. Segundo ele, uma das decisões mais esperada era sobre a política de aliança com o PSB a qual foi ratificada. Porém, as duas Alas do partido na Paraíba deverão ser reunir na próxima semana definir a situação na Capital e em Campina Grande.

Barbosa disse que basicamente o PT ratificou a decisão anterior que é fazer a política de aliança com os partidos que dão sustentação ao governo Dilma com exceção do PSDB, DEM e o PPS. No entanto, houve ainda a orientação do partido à candidatura própria nos município com mais de 150 mil habitantes, o que coloca João Pessoa em evidência. Para o presidente, terá que ser observada a realidade atual de cada município.

Segundo ele, a candidatura própria é uma alternativa que precisa ser bem avaliada, se o partido está em condições de realmente partir com esse projeto para 2012, mas não afasta o debate da continuação da aliança com o PSB de Luciano Agra.

“Nós entendemos que a orientação da nacional do PT está colocada para as duas realidades, nós é que aqui em João Pessoa temos que avaliar com muita responsabilidade esse quadro. Já há um compromisso, inclusive, estabelecido em Brasília pelas duas alas do partido se reunir na próxima semana para incrementar o debate em relação a João Pessoa e Campina Grande”, ressaltou.

Barbosa informou ainda que o PT está legitimado a participar de um acento no Conselho Político de Luciano Agra no momento em que for instalado, uma vez que, há uma posição majoritária no Diretório Municipal de João Pessoa favorável a aliança. Além dessa legitimidade, Barbosa enfatizou que tem o apoio do Congresso que aprovou que as instâncias municipais, que tem sua autonomia, em conduzir o processo e estabelecer as alianças.

“Se puder ser feita de forma acordada no próprio diretório será muito bom, se não o diretório tem autonomia de chamar os filiados para tomar a decisão”, explicou.
Paraibaonline

Sem-terra vão a Brasília para apresentar projeto de empresa agrícola comunitária


Marcha pede o assentamento de 60 mil famílias em todo país
 
Manifestantes criticam o uso excessivo de agrotóxicos nas lavouras


Cerca de 200 representantes do MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra) chegaram a Brasília nesta segunda-feira (5) para uma série de atividades na capital federal. Eles fizeram um percurso de mais de 200 km, de Goiânia (GO) a Brasília. Eles ficarão acampados até sexta-feira (9) no Parque da Cidade, no centro da cidade.
A Marcha da Reforma Agrária do Século 21 tem como objetivo pedir o assentamento de 60 mil famílias que se estão acampadas nas estradas de todo o país, a desapropriação de terras improdutivas e contra o uso excessivo de agrotóxicos nas lavouras. O coordenador do movimento, Edvaldo de Oliveira, falou à Agência Brasil sobre as reivindicações.

- Estamos apresentando ao governo um projeto de empresa agrícola comunitária, em que os trabalhadores são donos da produção e essa produção se baseia na agroecologia, ou seja, em alimentos sem uso de agrotóxicos.

O líder informou ainda que os representantes devem se reunir com o presidente do Incra (Instituto Nacional de Colonização Agrária), Celso Lisboa de Lacerda, com a presidenta Dilma Rousseff e com ministros do governo. As reuniões ainda não estão confirmadas.

Por causa dos manifestantes, a administração do Ministério da Fazenda reforçou a segurança no prédio principal do órgão. Na semana passada, um grupo de sem-terra ocupou a entrada do edifício.
O MLST formado por dissidentes do Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

2,3 MIL FAMÍLIAS Governador libera R$ 4,6 milhões do Empreender PB em Campina Grande


Governador também anunciou para este ano o edital para empreendedores individuais 
O governador Ricardo Coutinho realizou, na manhã desta segunda-feira (5), em solenidade no Hotel Garden, em Campina Grande, a primeira liberação de recursos do Empreender Paraíba. Os recursos investidos pelo Governo do Estado são de mais de R$ 4,6 milhões, que beneficiarão mais de 2,3 mil famílias na Paraíba.

Na área dos investimentos individuas, foram liberados R$ 378 mil em benefício de 227 artesãos dos municípios de Aroeiras, Baía da Traição, Boqueirão, Camalaú, Campina Grande, Cuité, Ingá, João Pessoa, Picuí, Prata, São João do Tigre e São Sebastião do Umbuzeiro. Em relação aos empreendimentos coletivos os financiamentos, os recursos chegam a R$ 4,2 milhões – que garantirão o aumento da produção de 2.098 famílias ligadas às associações rurais.


O governador também anunciou para este ano o edital para empreendedores individuais, por meio do Banco do Nordeste, para investimentos como a utilização de energia solar para irrigação e de gás natural para taxistas.


Segundo ele, existe um grande campo para o desenvolvimento da economia popular. “O que foi feito em João Pessoa será realizado no Estado, dentro de suas potencialidades. Quem tiver uma boa ideia e um bom projeto, não ficará sem dinheiro”, disse.


Ricardo Coutinho confirmou que o Estado está chamando para si a responsabilidade de entrar com crédito, treinamento e acompanhamento para produtores dos arranjos produtivos. O projeto, segundo o governador, está integrado ao Pacto pelo Desenvolvimento, que estabelece aos prefeitos a compra de, no mínimo, 30% na merenda escolar da agricultura familiar como forma de estimular a produção local.


Primeiros cheques- A artesã Elaine Cristina, de Aroeiras, foi a primeira que recebeu das mãos do governador o cheque e a cópia do contrato, no valor de R$ 14 mil, para fortalecer o trabalho de dez artesãos que trabalham no município.

Ricardo também entregou contratos dos grupos produtivos em 16 municípios nas áreas da piscicultura; avicultura bananicultura; hortifruticultura; tapetes e costura;curtição de couro; caprinocultura; ovinocultura; comércio; apicultura; mineração; beneficiamento de tilápias; agricultura e pecuária; avicultura alternativa; agroindústria e caprinocultura.

Mineração – O setor mineral é o arranjo produtivo que receberá mais investimentos, ultrapassando os R$ 2 milhões. O montante será dividido da seguinte forma: Nova Palmeira, R$ 446 mil; Ouro Velho, R$ 54.330,00; Pedra Lavrada, R$ 490 mil; Picuí, R$ 532 mil; e Várzea, R$ 500 mil. “Estamos investindo no crédito e na orientação para que os mineradores adquiram máquinas e equipamentos que incrementem a produção e façam com que o dinheiro circule na economia local”, ressaltou o governador.

O secretário executivo do Empreender Paraíba, Tárcio Pessoa, destacou que o primeiro passo foi dado para tornar o Empreender uma realidade em negócios individuais e coletivos, rumo ao fortalecimento da base produtiva no Estado. “Estamos investindo em setores que vão da mineração ao turismo, como o projeto de organização e padronização das barracas em Coqueirinho, no Conde”, exemplificou.

Tárcio disse que foram adotados critérios técnicos e de viabilidade para a aprovação dos projetos. “O próximo passo é ir às associações e cooperativas, para preparar a transferência de recursos”, disse. Ele completou que os investidores individuais já saem com os cheques para incrementar seus negócios.


Secom PB

DETERMINADOS 2012 - “Quem pensa que modificações no estatuto do PT muda plano de Luiz Couto, está enganado”, diz vereador


Benilton afirma que PT nacional não obrigou Capitais a lançar canidaturas próprias, apenas ‘orientou’  Benilton Lucena, Vereador
O vereador de João Pessoa, Benilton Lucena (PT) comentou nesta segunda-feira (5) as mudanças aprovadas no estatuto do Partido dos Trabalhadores (PT) no final de semana, em Brasília. Para o petista, quem pensar que por isso a tese do deputado federal Luiz Couto foi “derrotada” está enganado.

Segundo Benilton Lucena, as novas regras acrescentadas ao estatuto do PT “não alteram em nada as discussões do partido em torno do processo eleitoral da legenda em João Pessoa”.

O parlamentar disse que o PT não determinou, mas sim, 'orientou' que nos municípios com mais de cem mil eleitores o partido lance candidatura própria.

“Portanto, com base nisso, a nossa legenda vai continuar fazendo reuniões, encontros e seminários para encontrar o que é melhor em 2012”, disse.

Benilton considerou que se o partido tiver musculatura eleitoral para disputar a eleição poderá lançar candidatura, mas esse não é o caso de João Pessoa. 


MaisPB


sábado, 3 de setembro de 2011

Dilma nega herança maldita de Lula e diz que combate à corrupção é sua obrigação


Em congresso do PT, presidente recusou termo “faxina” para se referir a mudanças
Gustavo Gantois, do R7, em Brasília
  
A presidente Dilma Rousseff rebateu, nesta sexta-feira (2), as críticas de que teria recebido uma herança maldita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo a presidente, que discursou na abertura do 4º Congresso Nacional do PT, em Brasília, o legado recebido por ela foi o de 40 milhões de brasileiros retirados da miséria.

- Uma herança é pouco. É como se fossem aquelas camadas que fundamentam o solo, que garantem que as pedras tenham vários graus de solidez. Estou firmada sobre uma pedra muito sólida, que é a experiência de oito anos de um governo que eu tive a honra de participar. Não é herança, porque eu ajudei a construir essa pedra. Os erros e acertos dela são meus erros e acertos.

As declarações de Dilma foram direcionadas a 2.000 militantes petistas que foram a um centro de convenções da capital federal para participar do evento. Diante dos partidários, a presidente também rebateu as críticas de que não teria traquejo político para governar.

- Especulam muito sobre minha suposta inapetência política. Dizem que eu sempre fui uma gerente tecnocrata despreparada para o exercício da Presidência. Eles esquecem que eu tenho muito orgulho de ter feito, quando era muito difícil de fazer política no Brasil porque dava cadeia ou morte. Eu tenho orgulho de ter feito política no Brasil.

À frente de José Dirceu, ex-presidente do partido e réu no processo do mensalão, Dilma aproveitou para reafirmar que não está se dedicando a uma "faxina" contra a corrupção. Segundo ela, combater desvios é uma obrigação de todo governo.

- Eu acredito na justiça e que ela não se faz nem com caça às bruxas e nem com colocação de pessoas à execração pública, retirando seus direitos de cidadania. O meu governo não tem como meta o combate à corrupção. Isso é inerente ao governo. É obrigação zelar pela coisa pública. Ninguém pode dizer que meu governo possa ter uma meta dessas. Meta é eliminar pobreza, fazer o Brasil crescer.

Lula

Principal estrela do congresso, Lula foi saudado a gritos de "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula" pela militância. Bem humorado, disse que não poderia falar sobre o PT porque o presidente do partido, Rui Falcão, já havia falado. Tampouco poderia falar sobre o Brasil, pois a presidente Dilma ainda discursaria.

Em clara sintonia com o discurso de Dilma, o ex-presidente afirmou que o atual governo está apenas no início e que ainda não pode ser julgado. Contudo, previu que a petista será reeleita em 2014.

- Tenho convicção de que ninguém pode cobrar de você [referindo-se a Dilma] aquilo que o tempo não permitiu fazer. Oito meses de governo é muito pouco para quem vai governar esse país por oito anos. É apenas 10% do tempo que você vai ter.

Ainda levantando a bola para a sucessora, Lula elogiou a condução da economia em meio à crise internacional.

- O Brasil não é pequeno, não é um país pobre. Esse país trabalha para ser a quinta economia do mundo daqui a uns anos. A quarta, dizem alguns. O dado concreto é que nosso Brasil tem de ser o indutor do crescimento de vários países da América Latina. Eu estou muito orgulhoso de viver esse momento.

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Secretaria apresenta dados que comprovam melhorias no Hospital de Trauma de JP


O secretário de Estado da Saúde, Waldson Dias de Souza, fez uma avaliação positiva do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, de João Pessoa, nos dois primeiros meses da gestão pactuada com a Cruz Vermelha. Na avaliação do secretário o quadro no hospital é de lotação completa e não de superlotação: “A situação hoje é de todos os leitos ocupados, mas bem melhor do que estava”, destacou.

O secretário lembrou que o Estado, para começar a melhorar as condições no Trauma contratou 90 leitos em outros hospitais da cidade para servirem de retaguarda, e o Ministério da Saúde está ajudando financeiramente o Estado na contratação desses leitos.

Ele ressalta que o hospital precisa resgatar sua referência de unidade voltada para o atendimento de emergência e trauma. O Hospital de Emergência e Trauma hoje funciona com cerca de 1.800 funcionários entre médicos e demais categorias.
 Melhorias – Waldson de Souza apresentou estatísticas que comprovam melhoria no Hospital nesses dois meses da gestão pactuada com a Cruz Vermelha. O atendimento na porta de emergência do hospital já é em torno de 10% a 15% acima do número de atendimentos feitos anteriormente. A taxa de reoperação (pacientes operados, liberados e que voltam por alguma complicação para nova cirurgia) atualmente é de 0%, apesar desta meta ser estabelecida em até 15%.

Sobre a Cruz Vermelha gerenciar outros hospitais da rede estadual de saúde o secretário Waldson disse que a gestão pactuada não atingirá toda a rede, talvez mais alguns hospitais.

O secretário também informou que a taxa de tolerância de óbitos operatórios baixou de 0.75% para 0.44%. Nesses dois últimos meses o hospital realizou 458 cirurgias. A meta de suspensão de cirurgias por algum tipo de problema no hospital é de 15% e hoje está em apenas 4%.

O número de profissionais de enfermagem para cada leito foi de 4,6 entre julho e agosto, superior à meta estabelecida de 3 profissionais para cada leito. “Esses dados demonstram que o hospital está operando dentro da sua capacidade, do seu limite”, avaliou o secretário. Nos 10 anos de funcionamento do Trauma foram realizados mais de 500 mil atendimentos, entre períodos regulares e períodos deficitários.

Reconhecimento – Recentemente, o hospital conquistou duas comendas. Uma de Selo Verde, pela instituição está utilizando uma tecnologia ecologicamente correta para esterilização de materiais da área médica e estéreis e a Certidão de Responsabilidade Técnica dos Profissionais da Enfermagem.

Reduzido tempo de espera – O Hospital de Trauma conseguiu diminuir em 39 minutos a média do intervalo de tempo para a realização de cirurgia de emergência, cujo limite máximo é de 60 minutos, e reduziu em 50% o número de acidentes de trabalho em relação a junho de 2011. Trinta dias após o início da gestão pactuada, o hospital atendeu 4.650 pacientes, cem a mais do que no mês anterior.