sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Presidente do PSDB acredita que partido não seguirá Cássio nas eleições 2012


Para tucano, correligionários farão opção por candidatura própria na disputa pela PMJP 
O presidente do diretório municipal do PSDB, deputado federal Ruy Carneiro, declarou nesta sexta-feira (4) que dificilmente o partido irá seguir os planos de aliança com Luciano Agra (PSB) de Cássio em 2012. Segundo o dirigente, os aliados do ex-governador são minoria no partido.

"Será muito mais fácil os seguidores de Cícero Lucena convencerem os cassistas que o melhor caminho é a candidatura do ex-prefeito", afirmou.

A Terra Pede Socorro e Mostra seu Sutil Poder


                                                                    Vulcão Etna


            Será que ainda não estão levando a sério o aquecimento global?  Serão necessárias mais tragédias para que os humanos parem de destruir o planeta? Como poderemos viver amanhã?
    

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Até FHC chamou de 'recalcados' os que tripudiam do câncer de Lula


"A pessoa que tem a projeção e o grande número de feitos pelo Brasil deve receber a maior solidariedade, sobretudo neste momento de dificuldade", disse FHC


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso condenou nesta segunda-feira as manifestações de internautas nas redes sociais sugerindo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fizesse seu tratamento contra o câncer em hospitais públicos.

Após palestra do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, Fernando Henrique classificou os comentários na internet de "recalque". "Acho que isso é uma espécie de recalque, eu não endosso isso", disse. "É um equívoco. Não tenho visto (as manifestações), mas acho um equívoco. Vida humana, saúde, não, que é isso!", emendou.

O tucano afirmou que ainda não entrou em contato com Lula, respeitando o tratamento iniciado pelo petista nesta segunda, mas que pretende procurá-lo assim que Lula estiver disponível para conversar.

Vergonha: Brasil vira motivo de chacota por ser conivente com torturadores


O ácido sarcasmo da mídia argentina em relação ao Brasil, geralmente direcionado a rixas futebolistas, agora é de fato plausível


Enquanto Argentina e vizinhos punem os responsáveis
pelos crimes da ditadura, Brasil optar por esquecer torturadores           






A ironia preenche as entrelinhas de uma das manchetes do site do jornal argentino Página 12 na quinta-feira 27. O curto texto sobre o Brasil manda uma mensagem direta: “estamos à frente”. O parágrafo diz: “No mesmo dia em que a Argentina condenava os repressores, a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, conseguiu aprovar no Senado a criação de uma Comissão da Verdade para investigar as violações de Direitos Humanos ocorridas na última ditadura militar (1964-1985). O grupo especial poderá determinar responsabilidades, mas não terá como levar os possíveis acusados perante à Justiça, pois uma Anistia ratificada em 2010 pelo Supremo Tribunal ampara os torturadores.”

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Luis Nassif: Chocante como alguns comentaristas celebraram a doença de Lula Reproduzo texto de Luis Nassif publicado em seu blog


Como seria um Brasil sem Lula?
  Agora que as notícias dão conta da boa perspectiva de restabelecimento do Lula, é curioso debruçar nas análises apressadas sobre uma era pós-Lula.

Aliás, chocante a maneira como algumas comentaristas celebraram a doença de Lula. Até nos ambientes mais selvagens - das guerras, por exemplo - há a ética do guerreiro, de embainhar as armas quando vê o inimigo caído, por doença, tragédia ou mesmo na derrota. Por aqui, não: é selvageria em estado puro.

A analista-torcedora supos que, com a doença de Lula, haveria uma mudança radical no quadro político.

A voz do Brasil que nunca teve voz


Lula completou 66 anos esta semana: a metade deles emprestando a voz rouca e grave à defesa da democracia e da justiça social no seu país e no mundo. Avant la lettre, ele deu voz à ‘primavera árabe’ brasileira. Mesmo quando lhe faltaram microfones, nas assembléias históricas da Vila Euclides, no ciclo das grandes greves do ABC paulista, nos anos 80, a voz rouca e grave se propagou através de outras vozes para se fazer ouvir em todos os cantos e lares mais humildes do vasto território nacional.

A economia e a sociedade que essa voz ajudou a construir hoje falam por ele. E torcem por ele, na certeza de que ele ainda falará por ela durante muito tempo, como líder político incontestável da grande frente progressista que deu voz a um Brasil que nunca antes teve voz nem vez na política e no poder.

sábado, 29 de outubro de 2011

São impressionantes as últimas palavras de Kadafi: ele adivinhou o desfecho Tradução do Árabe: Anaori

 Foi no final de agosto que Kadafi escreveu oficialmente suas últimas palavras aos cidadãos líbios. O desfecho ocorreu como previa; vale ler até o fim

 Com 8 mil soldados, aos 28 anos Kadafi liderou a revolução
que tirou a monarquia do poder, sem derramar uma gota de sangue  
Aos meus compatriotas

Os assaltantes imperialistas que querem usurpar a terra de vocês, querem ver-me morto e já ofereceram um prêmio pela minha cabeça. Não sabem que minha cabeça, minha alma e o martírio pertencem a Alá, o grande deus. Mostrei ao mundo onde está o ninho da maldade.

Pensam vocês, meu irmãos, que o que acontece ao meu país acontece por minha culpa? Não. Por isso lhes digo que defendam a liberdade de vocês. Ganhamos essa batalha e outras ganharemos. Deus é grande. Vocês têm casa, saúde e escola gratuitos.