segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O petróleo e o sangue‏


Mauro Santayana
No Carta Maior
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  Iraque

Ao que parece, a Terra cobra, em sangue, o petróleo que é retirado de suas entranhas. Mas tem cobrado mal: não são os que consomem o óleo alucinadamente os que pagam a dívida para com o planeta, mas sim os que tiveram a maldição de o ter em abundância, como os paises árabes e muçulmanos. Todas as teorias – a defesa dos direitos humanos, da democracia, da civilização ocidental, e, até mesmo, do cristianismo – são ociosas para explicar a sangueira dos tempos modernos. No caso do Oriente Médio, a cobiça pelo petróleo, desde o início do século passado, tem sido a causa de todos os males.

Verme Racional


Cristina Fogaça e sua filha Carolina Fogaça

Fiquei para recuperação em Ciências, na escola (ensino fundamental) ao discordar de um certo conteúdo do livro, a respeito dos animais. Segundo o livro, o ser humano é o único animal racional, como também, o único que tem sentimentos.



Desde criança, fui criada na companhia de animais domésticos, principalmente cachorros. E nunca, jamais entraria na minha cabeça, que apenas o ser humano tem sentimentos. Nunca acreditei, nem nunca vou acreditar que o “melhor amigo do homem”, por exemplo, não tem sentimentos. Supor que aquela festa às vezes exagerada, de tanta alegria ao ver seu o dono chegar em casa, é simplesmente porque quando estiver com fome, o mesmo vai lhe dar comida.



Prefeitura inaugura novo ponto de distribuição do Pão e Leite

O prefeito Luciano Agra (PSB) inaugura às 10h de hoje, o 61º ponto de distribuição do Programa Pão e Leite em João Pessoa. O novo ponto será instalado na Comunidade São Luiz, no bairro do Bessa, na Rua Josefa Ferreira da Fonseca (em frente à Igreja São Luiz Gonzaga). Mais 100 famílias que ainda não faziam parte do programa serão beneficiadas com a iniciativa.

Este será o terceiro ponto aberto pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio de sua Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), em áreas de maior vulnerabilidade social, desde a municipalização do serviço, em maio deste ano. A perspectiva é que nos próximos dois meses, mais quatro novos pontos de distribuição sejam inaugurados na cidade, totalizando 65. Outra meta do Programa é a abertura de pontos de distribuição nos Centros de Referência da Cidadania (CRCs), que já possuem estrutura e funcionam com ações voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade social atendidas pela Prefeitura.

Governador não acredita na greve da polícia e vê "riqueza" no Sindifisco


O governador Ricardo Coutinho (PSB) foi entrevistado no final da manhã de hoje, simultaneamente, na Nova Tambaú FM e na TV Tambaú. Ele comemorou e comentou a conquista de uma sede da Associação de Apoio à Criança Deficiente (AACD) para Campina Grande, mas também falou sobre política e das greves da Polícia Civil e do Fisco, que completou 20 dias.

Cássio - "Meu projeto com Cássio não foi para uma eleição. Nosso projeto é para trazer à Paraíba uma pactuação com desenvolvimento e inclusão social para o Estado. Nem eu e nem ele nem respondemos a este tipo de coisa. A caravana segue andando. Nossa responsabilidade é de construir esse projeto a médio e longo prazo. Não vamos dar fôlego à oposição, que não sabe construir nada. É a decretação da ausência de argumento de nossos adversários. Minha agenda e a de Cássio é positiva. A maioria dos paraibanos quer isso. A Paraíba está muito melhor hoje que estava em 31 de dezembro de 2010":

Khadafi vivo era arquivo ameaçador; o que ele poderia revelar?


O linchamento de Khadafi cairá como uma mancha a mais sobre os mandantes da execução, que  aplicaram-lhe a pena de morte selvagem que os imperialistas decretam contra seus agentes que precisam despachar


Berlusconi tratou Kadafi como amigo íntimo até onde lhe
interessou. Ontem, covardemente, comemorou a morte do Líbio
O ex-presidente Líbio Muammar Khadafi foi capturado vivo e linchado por seus inimigos. Ele não morreu, portanto, em um bombardeio da OTAN quando fugia em um comboio nem em consequência das feridas recebidas quando o levavam em uma ambulância.

Ele foi simplesmente assassinado para que não fosse levado a nenhum tribunal porque aí poderia contar tudo o que sabia sobre as relações entre seu governo e a CIA, o governo e os serviços de inteligência britânicos, Sarkozy e seus “barbudos”, Berlusconi e a máfia, e poderia também lembrar quem são Jibril e Jalil, principais líderes atuais do Conselho Nacional de Transição e, até bem pouco tempo, seus fieis agentes e servidores.


Luiza Erundina dá uma aula aos que querem ver o passado enterrado


Os que cometeram crimes de lesa-humanidade, crimes de tortura, de desaparecimentos forçados, de mortes, em nome do Estado, estão impunes até hoje. Desenterrar o passado, portanto, lhes causa medo


 Elzita Santa Cruz, 97 anos, até hoje espera
reencontrar seu filho desaparecido na ditadura
A pernambucana Elzita Santa Cruz (foto ao lado), de 97 anos, não muda de casa nem de telefone porque acredita  que a qualquer momento chegará uma notícia sobre o filho Fernando, desaparecido aos 25 anos, na ditadura militar. Prêmio Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República por causa de sua luta, Elzita declarou apoio eleitoral à presidenta Dilma Rousseff em 2010. Na época, escreveu à candidata que Lula avançou pouco, mas tinha a “certeza” de que ela, eleita, não pouparia esforços para descobrir o paradeiro dos desaparecidos políticos do País.

A paraibana Luiza Erundina, de 77 anos, deputada federal pelo PSB, é uma das mais firmes referências nacionais na luta pela redemocratização do Brasil. Mas embarga a voz quando lembra de dona Elzita. Erundina está convencida de que o governo Dilma não dará conta da expectativa da amiga pernambucana. “Temo que esse arremedo de Comissão da Verdade e as meias verdades, que ela eventualmente possa apurar terminem acabando com a causa e o ânimo das pessoas.” As pessoas vão morrendo e as memórias, quando não preservadas, se apagam.

Irresponsabilidade gritante: Hillary Clinton pregou publicamente um assassinato


Artigo publicado em Russia Today. Tradução: Coletivo Vila Vudu

Por que Clinton foi à Líbia? Para encobrir as atrocidades e exibir um rosto branco, limpo, sorridente, para esconder a morte e a destruição
  
A principal coordenadora da guerra contra a Líbia, Hillary Clinton, andou pela África pregando abertamente o assassinato de Muamar Kadafi, movimento sem dúvida muito impopular na África e em todo o mundo.

Em reunião com o Conselho Nacional de Transição, dos “rebeldes” da OTAN, na terça (18), a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton disse que Washington queria ver o comandante líbio Kadafi “capturado ou morto”[1].

Em comentário à declaração de Clinton que clamou por mais sangue, o professor Paul Sheldon Foote, da California State University, explicou que o governo de Obama realmente crê que esse assassinato seria justificável[2]:

“Os loucos por guerra que há no governo Obama dirão que Kadafi foi ditador e, portanto, seria lícito assassiná-lo. Não esqueçam quem é Hillary Clinton. Em 2008, candidata à presidência, ela ameaçou matar todos os iranianos, homens, mulheres e crianças, e fazer do Irã uma cesta de lixo”.